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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida
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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

Priscila Guilherme Sena, advogada do babá do menino Henry, Thayná de Oliveira Ferreira , revelou ao portal Uol que a cuidadora está triste, abalada mentalmente e que deseja ser esquecida durante as investigações.

“Eu só quero estar reclusa cada vez mais e ser esquecida. Estou priorizando a minha saúde mental e minha paz interior. Estou muito triste com tudo isso. Eu só rezo todos os dias para que tudo seja resolvido o mais rápido possível”, relatou a babá Thayná.

Sena informou os bastidores do depoimento dado pela sua cliente no dia 12 de abril. Segundo a advogada, “Thayná se emocionou bastante nos momentos em que lembrava do menino. Ficava dizendo que ele era muito carinhoso.”

Dado momentos das investigações, a babá esteve apreensiva em ser detida. “Ela [Thayná] me perguntou: ‘Doutora, eu vou ser presa ?’. Eu só falei que ela precisava contar a verdade. Aí, ela me contou exatamente o que está no depoimento, relatando os três casos de agressões, quando o menino aparecia machucado [após estar com Jairinho].”


A advogada da babá falou sobre a mudança no depoimento durante as investigações e atribuiu as diferentes versões a ‘ pressão ‘ sofrida pelo ex-advogado do Jairinho , André França Barreto.

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Polícia indicia mulher por suspeita de matar o filho Gael, de 3 anos, em SP

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Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, foi encontrado pela tia-avó já desacordado na cozinha do apartamento
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Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, foi encontrado pela tia-avó já desacordado na cozinha do apartamento

SÃO PAULO — A Polícia Civil de São Paulo indiciou uma mulher por suspeita de matar o filho de 3 anos, Gael de Freitas Nunes, na capital paulista.  Ela é suspeita de espancar o menino, que foi levado ao Hospital Santa Casa e não resistiu aos ferimentos. O caso aconteceu na noite da última segunda-feira.

Uma das linhas de investigação é de que a mãe teria passado por um surto psicótico no momento da agressão. Os investigadores também pediram à Justiça a conversão da prisão em flagrante da mãe para prisão preventiva.

Gael morava com a mãe, a tia-avó e uma irmã de 13 anos no bairro da Bela Vista, no centro de São Paulo. Em depoimento à polícia, a tia-avó que deu mamadeira para a criança por volta das 7 horas e ficou com ele na sala assistindo à televisão. Após alguns minutos, o garoto foi até a cozinha. A tia-avó disse que começou a ouvir choros, mas achou que o garoto estava apenas pedindo colo para a mãe.

Cerca de cinco minutos depois, começou a ouvir barulhos fortes de batidas na parede e acreditou que viriam de outro apartamento. Em seguida, ela passou a ouvir o barulho de vidro quebrando na cozinha e, quando chegou ao cômodo, a criança estava deitada no chão com vômito e coberta por uma toalha de mesa.

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Ainda de acordo com o G1, a testemunha conta que perguntou à mãe o que teria acontecido, mas ela não respondeu. A tia-avó pediu ajuda para a irmã de Gael, que ligou para o Samu e seguiu as orientações dos socorristas. A criança foi levada até o hospital, onde foi confirmada a morte.

A mulher, em estado de choque, foi encaminhada na mesma noite até o Hospital do Mandaqui, na Zona Norte, para ser medicada. Depois foi para a delegacia para prestar depoimento. Ela foi presa na madrugada desta terça-feira.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o caso está sendo registrado pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher.

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PF revida ataque e troca tiros com garimpeiros em terra Yanomami

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Agentes de segurança em diligência na comunidade de Palimiú, em Roraima
Polícia Federal

Agentes de segurança em diligência na comunidade de Palimiú, em Roraima

Agentes da Polícia Federal trocaram tiros com garimpeiros na Terra Indígena Yanomami nesta terça-feira (11) durante uma diligência para apurar o confronto ocorrido ontem entre invasores e indígenas , na comunidade de Palimiú, que teria deixado três garimpeiros mortos e seis feridos, entre eles um indígena.

Policiais federais e militares do Exército chegaram na tarde de hoje para dar início à investigação sobre o confronto. Segundo a PF, não foram encontrados corpos de garimpeiros mortos no local, embora os indígenas mantenham a versão de que três invasores teriam sido mortos e seus corpos levados pelos outros garimpeiros.

Quando os agentes se preparavam para retornar à Boa Vista, uma embarcação de garimpeiros passou no rio Uraricoera e disparou contra os agentes, que revidaram. De acordo com a PF, não há registro de feridos.

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“Quando a equipe de policiais federais estava prestes a embarcar de volta a Boa Vista, uma embarcação de garimpeiros passou no rio Uraricoera efetuando disparos de arma de fogo. A equipe se abrigou e respondeu a injusta agressão, sem contudo haver registro de atingidos de nenhum dos lados”, diz nota da PF.

A PF confirma também que apenas um indígena foi atingido de raspão, sem nenhuma gravidade. As informações corroboram as do presidente do Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye´kuanna, Júnior Hekurari Yanomami, que esteve ontem no local horas após o conflito.

Hoje pela manhã, dois aviões Cesnna Caravan fretados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) levaram militares do Exército e investigadores da PF, num total de 15 agentes, para investigar o caso.

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