conecte-se conosco


Economia

B3 começa a ofertar ações ordinárias da Petrobras

Publicado

Uma cerimônia de toque de campainha, realizada hoje (27) na B3, antiga Bovespa, marcou a abertura da oferta pública de distribuição secundária (follow on) de ações ordinárias da Petrobras que estão em poder da Caixa Econômica Federal. Participaram do evento, Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras, Pedro Guimarães, presidente da Caixa, e Gilson Finkelsztain, presidente da B3.

O preço por ação foi fixado em R$ 30,25, chegando ao montante de R$ 7,3 bilhões. No total, foram ofertadas 241.340.371 ações ordinárias da companhia, o que corresponde a 3,24% desse tipo de ação da petroleira. Até 24% das ações da oferta global foram destinadas prioritariamente a investidores pessoas físicas. De acordo com a Petrobras, a oferta se encerra nesta sexta-feira (28).

“Esta operação demonstra a confiança do mercado de capitais na gestão da Petrobras. Estamos trabalhando para transformá-la em uma companhia cada vez mais forte, saudável e focada naqueles ativos em que ela é a dona natural”, disse o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.

Ele falou também da participação de pessoas físicas na oferta. “O Brasil é um país ainda com um número muito pequeno de investidores no varejo. Um mercado de capitais forte é uma alavanca do desenvolvimento econômico e a operação contribuiu para esse objetivo”, avaliou.

“Eu tenho convicção, embora não tenha os números, que teve uma presença muito forte do varejo nessa oferta da Petrobras. Isso é uma coisa que a gente quer, a gente quer uma participação do varejo de uma maneira muito mais enfática. Todas as ofertas de ações que a Caixa entrar, a gente quer o varejo participando forte”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Para o presidente da B3, a oferta foi um momento histórico. “Uma parcela expressiva das ações oferecidas foi reservada para investidores pessoas físicas, o que demonstra o processo de amadurecimento do investidor brasileiro”, disse Finkelsztain.

Edição: Denise Griesinger
publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

BC: saques em poupança superam depósitos em R$ 12,37 bilhões

Publicado


As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 12,377 bilhões, em novembro, informou hoje (6) o Banco Central (BC). Essa foi a maior retirada líquida para o mês, na série histórica iniciada em 1995.

No mês passado, os depósitos chegaram a R$ 281,713 bilhões e os saques a R$ 294,09 bilhões. Em novembro de 2020, houve mais depósitos do que saques, com saldo positivo de R$ 1,479 bilhão.

De janeiro a novembro, foi registada retirada líquida de R$ 43,157 bilhões. Em 2020, a poupança captou R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica, por influência dos depósitos do auxílio emergencial e o aumento do interesse pelo investimento, em meio à crise gerada pela pandemia de covid-19.

Rendimentos

Em novembro, o investimento rendeu 0,44% em novembro, segundo o BC. O rendimento ficou abaixo da prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que chegou a 1,17%, no mês passado.

De acordo com a legislação atual, a remuneração dos depósitos de poupança é composta pela Taxa Referencial, que está em zero, mais 70% da taxa básica de juros, a Selic, mensalizada. Essa regra vale enquanto a taxa Selic for igual ou inferior a 8,5%. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende a TR mais 0,5% ao mês. De acordo com a expectativa do mercado financeiro, a Selic deve subir para 9,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, responsável por definir a taxa, nesta semana.

Edição: Maria Claudia

Continue lendo

Economia

Banco do Brasil faz mutirão de renegociação de dívidas

Publicado


O Banco do Brasil (BB) começa nesta segunda-feira (6) um mutirão de negociação de dívidas que vai até o dia 17 de dezembro, com descontos de até 95% para pagamento à vista das dívidas vencidas. Também será possível descontos nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo de operações vencidas, conforme o banco.

“As condições estão disponíveis para mais de 3,5 milhões de clientes – pessoa física, produtor rural e pessoa jurídica, que possuam dívidas inadimplidas oriundas de operações de crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e outras”, diz nota da instituição financeira.

Para fazer a negociação os clientes podem procurar as agências do banco também os canais digitais: internet, App, WhatsApp (61-4004-0001) e pela Central de Atendimento (4004-001/ 0800 729 0001). 

Segundo a gerência executiva da Unidade Cobrança e Reestruturação de Ativos Operacionais do BB, o mutirão de renegociação “visa proporcionar aos nossos clientes a possibilidade de renegociar suas dívidas, para começar 2022 tranquilo, além de incentivar a educação e planejamento financeiro pessoal e contribuir para a retomada da economia”.

*Com informações do Banco do Brasil

Edição: Valéria Aguiar

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana