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Economia

Azul devolve mais um Embraer 190

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Contato Radar

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Gabriel Araújo

Azul devolve mais um Embraer 190

A Azul está realizando a devolução de mais um Embraer 190. Trata-se do jato matrícula PR-AZB, recebido pela companhia em 2009.

Desde o início da pandemia, a Azul parou todos os Embraer 190 da frota e decidiu estocá-los no Aeroporto da Pampulha (PLU), em Belo Horizonte. De acordo com o site Planespotters , a companhia ainda possui outros cinco E190: PR-AZA, PR-AZC, PR-AZE, PR-AZG e PR-AZL

Antes da devolução, o PR-AZB passou por manutenção no aeroporto mineiro e ainda realizou um voo de teste no dia 10 de outubro.

O traslado de devolução da aeronave iniciou hoje, 22, partindo de Confins (CNF), onde foi realizado todo o processo de exportação. De lá, seguiu para Boa Vista (BVB), onde fará uma parada técnica antes de prosseguir seu voo para Fort Lauderdale (FLL), Estados Unidos.

Para mais conteúdo sobre aviação, acesse aqui o site do Contato Radar.

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Economia

SP: Covas nega interesse eleitoral ao anunciar pagamento do auxílio de R$ 100

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Brasil Econômico

Bruno Covas de máscara
Patrícia Cruz/Divulgação

Bruno Covas anuncia pagamento do auxílio de R$ 100 em SP e nega interesse eleitoral


O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB), que está concorrendo à reeleição, disse nesta quarta-feira (25), em agenda de campanha, que chegou a um acordo com a Caixa Econômica Federal para pagar o complemento de R$ 100 mensais ao auxílio emergencial do governo federal .


Segundo informações do portal Uol, o atual prefeito fez o anuncio enquanto participava de uma caminhada com apoiadores na Avenida Paulista. Ele também declarou que é a favor da internação compulsória de usuários de crack .

O complemento do auxílio emergencial , que foi sancionado em 12 de novembro, também atenderá os beneficiários do Bolsa Família da cidade, afirmou Covas. Os beneficiários receberão as parcelas de outubro, novembro e dezembro em um único depósito realizado no começo de dezembro nas suas contas na Caixa.

“Portanto, 1 milhão de pessoas vão receber aqui na cidade de São Paulo os R$ 300 por conta desta legislação aprovada no começo de novembro na Câmara Municipal”, disse.

Covas foi questionado se se anunciar o pagamento do benefício de R$ 100 a cinco dias do segundo turno não configura interesse eleitoral , ele afirmou que não entende dessa forma. Ele justificou dizendo que o pagamento de R$ 300, referente aos três meses do benefício, será realizado depois do segundo turno, marcada para o próximo domingo.

“A lei foi sancionada e deve ser pago na primeira semana de dezembro, portanto, depois da eleição . A gente buscou tratativas com Banco do Brasil, com a Caixa Econômica Federal para viabilizar isso, para ver de que forma atender a população. Então, não há nenhuma relação com o calendário eleitoral já que o pagamento vai ser feito depois da eleição”, falou.

O auxílio beneficiária pessoas do Bolsa Família e por isso não há necessidade de novos cadastro ou conta bancária. O auxílio é um projeto do vereador Eduardo Suplicy (PT), que foi elaborado porque o governo federal reduziu o auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 300.

Internação compulsória de usuários de crack

O prefeito disse que a questão precisa envolver várias secretarias e não pode ser tratada como dicotomia entre direitos humanos e segurança pública.

Segundo ele, o trabalho da Prefeitura oferece uma política de redução de danos e ação social, como banho e troca de roupas. Acrescentou ainda que a questão da saúde inclui a oferta de tratamento individualizado. E como porta de saída, o governo concede uma bolsa a pessoas do programa de recuperação quando existe recomendação médica.

“Essas é a ação possível com a legislação que nós temos [em relação ao trabalho atual da prefeitura]. Eu sou favorável a internação compulsória , mas ela é proibida no país.”

Paulista aos domingos

Covas também falou sobre o ponto turístico da cidade, que é fechada para os pedestres aos domingos. Segundo ele, devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19 , a retomada do fechamento aos veículos ainda está impedida. O prefeito também disse que isso só vai acontecer quando houver autorização da Vigilância Sanitária.

“Não dá para retomar a avenida Paulista porque a gente não tem controle de pessoas que entra e saem. É diferente, por exemplo, dos parques que foram reabertos, mas a gente continua observando o respeito de 60% da lotação dos parques e é possível fazer o controle nos portões”.

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Economia

Dívida Pública Federal sobe 2,47% em outubro

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Agência Brasil

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A alta deve-se, segundo o Tesouro, à emissão líquida de R$ 76,79 bilhões na DPMFi


necessidade de recursos em caixa para cobrir os gastos extras com a pandemia de Covid-19 continuou a pressionar a dívida pública em outubro, com o Tesouro Nacional emitindo títulos em níveis recordes. A Dívida Pública Federal (DPF) subiu, em termos nominais, 2,47%, passando de R$ 4,527 trilhões para R$ 4,638 trilhões.


A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública em títulos no mercado interno, subiu 2,48% em outubro, passando de R$ 4,281 trilhões para R$ 4,387 trilhões .

A alta deve-se, segundo o Tesouro, à emissão líquida de R$ 76,79 bilhões na DPMFi. Além disso, houve a apropriação positiva de juros (quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês), no valor de R$ 29,25 bilhões.

A emissão líquida de títulos da Dívida Pública Mobiliária Interna deu-se pela diferença entre o total de novos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional – R$ 173,26 bilhões – em relação ao volume de títulos resgatados (embolsado pelos investidores), que somou R$ 96,47 bilhões .

De acordo com o Tesouro Nacional, as emissões totais em outubro atingiram o maior nível para um único mês desde o início da série histórica, em 2006. Até então, o recorde havia sido registrado em julho de 2020, quando o Tesouro havia posto em circulação R$ 156,4 bilhões em títulos públicos.

Mercado externo

A alta de cerca de 2% do dólar no mês passado fez o estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe), em circulação no mercado internacional, subir 2,32%, passando de R$ 245,89 bilhões em setembro para R$ 251,59 bilhões em outubro.

Este ano, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá ficar entre R$ 4,6 trilhões e R$ 4,9 trilhões , segundo a versão revisada do Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2020, apresentada em agosto.

Detentores

As instituições financeiras foram as principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 28,1% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 25,8%, e os fundos de pensão, com 23,4%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

A participação dos não residentes (estrangeiros) subiu de 9,4% para 9,8%. Em julho, o indicador chegou a cair para 9%, o nível mais baixo desde meados de 2009. Nos últimos meses, os investidores internacionais tinham se desfeito de títulos da dívida interna brasileira, por causa da pandemia de Covid-19 e da crise econômica global. Os demais grupos somam 12,9% de participação, segundo os dados apurados no mês.

Composição

Quanto à composição da DPF de acordo com os tipos de títulos, a fatia dos papéis corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia) caiu, de 36,77% para 36,3% do total da dívida. Em seguida, vieram os papéis prefixados, cuja participação aumentou de 32,66% para 32,8%, devido principalmente à elevada emissão líquida no mês.

Em outubro, o Tesouro emitiu R$ 38,37 bilhões de papéis prefixados a mais do que resgatou. No mesmo mês, o governo emitiu R$ 16,38 bilhões em títulos corrigidos pela Selic a mais do que retirou de circulação. Segundo o Tesouro, a alta da inflação dos alimentos explica em parte a migração de títulos corrigidos pela Selic para os papéis prefixados.

Com os juros básicos em 2% ao ano, no menor nível da história , o Brasil corre risco de encerrar o ano com juros reais (diferença entre juro e inflação) negativos caso a inflação feche 2020 em torno de 4%. Dessa forma, quem aplica em títulos atrelados à Selic corre o risco de perder dinheiro pela primeira vez na história.

A participação dos papéis corrigidos pela inflação subiu de 24,9% para 25,16%. Isso ocorreu porque o Tesouro emitido R$ 22,72 bilhões a mais do que resgatou no mês.

Os títulos do grupo cambial, que sofrem variação com base na taxa de câmbio, tiveram sua participação levemente reduzida de 5,76% para 5,74% do montante total da DPF. Apesar da alta do dólar no mês passado, o Tesouro lançou outros tipos de papéis que diminuíram a fatia do câmbio no total da dívida.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma correção. A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.

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