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Política MT

Avallone articula reunião com presidente da ALMT para ajudar setor de eventos

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O presidente do Observatório Socioeconômico, o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), articulou uma reunião com representantes do Sindicato das Empresas de Eventos e Afins (Sindieventos-MT) junto ao presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (DEM), com objetivo de fortalecer o segmento que sofre uma grande crise econômica, há 11 meses, diante da pandemia do Coronavírus. 

No encontro, que aconteceu nesta terça-feira (26), Avallone destacou que é preciso flexibilizar as medidas restritivas estabelecidas nos decretos do Governo. Separando o que é festa de eventos técnicos, como feiras agropecuárias, que tem mais garantia de biossegurança. “Podemos separar esse tipo de coisa no decreto. Temos que voltar a uma certa normalidade, mas garantir saúde a todos. Ao generalizar isso tudo causamos um impacto (financeiro) ainda maior para o setor”, explicou.

Para ajudar o setor, Avallone ainda lembrou das mais de 40 medidas aprovadas em 2020 para o enfrentamento à Covid-19. “Estamos na segunda onda da pandemia, com isso, essas ações junto com o Governo tomadas lá atrás, como a prorrogação do prazo para pagamento do IPVA e de certidões, podem ser revistas”, reiterou. 

Com isso, os parlamentares garantiram levar todas as questões ao governador Mauro Mendes. Os parlamentares ainda lembraram que o Governo, desde o início da pandemia, vem sendo sensível e tentando ajudar da melhor maneira todos os segmentos. 

“Com o sindicato garantindo que todas as medidas de segurança sanitária serão adotadas, vamos levar sim essas demandas ao Governo e solicitar a possível liberação desses eventos controlados”, garantiu Botelho. 

SEGMENTO EM CRISE

A presidente do Sindieventos, Alcimar Moretti, lembro que mais de 5200 empresas filiadas sofrem uma crise diante das medidas restritivas para conter o Coronavírus. Apesar disso, ela destacou que vários empresários não demitiram um funcionário sequer durante esse período.  No entanto, diante das novas proibições não há como evitar as demissões. 

Por isso, Alcimar a condições de realizar alguns tipos de eventos adotando todas as medidas de biossegurança estabelecidas pela Organização Mundial de Sáude (OMS). Além disso, para amenizar a crise o Sindicato também solicita a isenção do IPVA de 2021 dos veículos das empresas com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do setor entre outras medidas. 

Fonte: ALMT

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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