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Avaliação: primeiro Honda elétrico aposta na diversão ao volante

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‘Honda e’ faz referência aos kei cars dos anos 70; veja as primeiras impressões ao volante

Essa ainda não é a versão de produção do Honda E, exibida no Salão de Frankfurt, que chega ano que vem, mas a marca japonesa parece determinada a fazer seu primeiro modelo 100% elétrico virar o centro das atenções desde agora. Moderno e compacto, com 3,90 m de comprimento, o carrinho foi apresentado em versão conceitual no Salão de São Paulo do ano passado e deve ser vendido por aqui, também, ainda em 2020.

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O Honda e é um carro que imediatamente conquista simpatia: ele foi projetado em Tóquio, claramente inspirado na primeira geração do Civic – que nasceu como um hatch –, mas tem traços que lembram o N360, lendário K-car (carro compacto do Japão) lançado nos anos 1960 pela marca.

Construído em uma plataforma inédita, que servirá de base para outros elétricos (segmentos B e C), o Honda e tem motor e tração traseiros. A bateria de íons de lítio, com capacidade de 35,5 kWh, fica sob o assoalho, como em todos os elétricos recentes, enquanto central eletrônica e carregador estão na dianteira. Assim, o peso é dividido quase igualmente entre os eixos, garantindo ótima dinâmica – ainda mais com tração traseira. O motor tem 150 cv e 30,8 kgfm (potência e torque similares aos do Nissan Leaf).

No interior do Hinda e, foi feito um enorme esforço para tornar o compartimento de passageiros “mais humano”. Nos revestimentos, foram usados materiais de móveis domésticos, para enfatizar uma certa continuidade com o ambiente encontrado em casa. O carro é homologado para quatro ocupantes: na frente há bastante espaço, mas atrás os pés ficam apertados devido ao assoalho mais alto que o normal (a bateria fica abaixo dele).

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O porta-malas do Honda e é definitivamente pequeno (a marca não divulgou ainda a capacidade). Para abri-lo, basta aproximar o smartphone, por meio do qual – com um aplicativo dedicado – também se pode gerenciar o carro remotamente.

Divertido de dirigir, o Honda E responde sempre com extrema vivacidade, uma característica geral dos carros elétricos. A distribuição de peso ideal o torna ágil e responsivo aos comandos, com 0-100 km/h em ótimos 8,5 segundos.

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A tela central do Honda e se prolonga para o lado do passageiro, incluindo um retrovisor interno digital

Como nos Mercedes-Benz elétricos, as aletas no volante do Honda e servem para ajustar o nível de recuperação de energia nas frenagens, e um botão no túnel central aciona o modo que permite guiar usando apenas o pedal do acelerador (como no Nissan Leaf).

A capacidade da bateria, 35,5 kWh, é um pouco menor que nos rivais, e por isso mesmo permitiu que os engenheiros criassem um carro ainda mais leve e ligeiro – obviamente, às custas de uma menor autonomia. No entanto, de acordo com a Honda, ele é capaz de rodar mais de 200 quilômetros com uma recarga (de novo, como o Leaf).

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É mais que suficiente para garantir mobilidade em ambiente urbano. Além disso, 80% da bateria é carregada em meia hora em pontos rápidos. Quanto ao preço, fala-se hoje em
€ 30 mil (R$ 125 mil em conversão direta). Então, a princípio, não será um elétrico para todos, mas um produto de elite, para lançar moda e tendências.


Ficha técnica:

Honda E

Preço básico (Europa): R$ 125.000
Carro estimado (Brasil): R$ 185.000
Motor: elétrico síncrono, traseiro
Combustível: bateria
Potência: 150 cv
Torque: mais de 30,8 kgfm
Câmbio: relação fixa
Direção: elétrica
Suspensões: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: n/d
Tração: traseira
Dimensões: 3,90 m (c), 1,72 m (l), 1,51 m (a)
Entre-eixos: 2,53 m
Pneus: n/d
Porta-malas: n/d
Peso: 1.500 kg
0-100 km/h: 8s5
Velocidade máxima: 145 km/h
Consumo cidade: mais de 6,5 km/kWh
Consumo estrada: n/d
Bateria: 35,5 kWh
Autonomia: mais de 200 km (estimada)
Recarga: 18 a 37 horas horas (6,6 kW), 6 horas (6,6 kW com Wallbox) ou 80% em 30 minutos em estações de recarga elétrica rápida
Nota de consumo: A*
Classificação na categoria: A* (*notas estimadas)

Fonte: IG Carros
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Hyundai Creta de entrada surge com desconto de R$ 6,5 mil

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Roberto Assunção

Hyundai Creta

A Hyundai preparou condições especiais para o Creta em seu site de ofertas . Partindo originalmente por R$ 80.990 no configurador da marca, o Creta 1.6 manual na versão Attitude aparece por R$ 74.490 com o pagamento à vista. O abatimento é de R$ 6,5 mil.

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O Creta Attitude conta com motor 1.6 de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio manual de seis velocidades. De acordo com a Hyundai, o consumo fica na casa dos 7,6 km/l na cidade e 8,2 km/l na estrada com etanol, e 10,4 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada com gasolina.

LEIA MAIS: Como anda o Hyundai Creta na versão Prestige? Veja impressões

Seu porta-malas tem generosos 431 litros de capacidade. No pacote de equipamentos, destaque para volante multifuncional, computador de bordo, sistema start-stop e ancoragem Isofix para fixação de cadeirinhas de bebê. Na versão manual, o Creta não conta com controle de estabilidade. 

Fonte: IG Carros
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Conheça 5 SUVs seminovos que ninguém quer comprar

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Os SUVs estão bombando, e tudo indica que esse fenômeno que se desenvolve há alguns anos irá continuar. Independentemente da idade, os utilitários esportivos entraram no radar dos consumidores brasileiros, inclusive no mercado de seminovos. Mas é preciso ter cuidado.

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Por trás de um valor convidativo, esconde-se uma forte dor de cabeça com manutenção, seguro e peças. Partindo disso, a reportagem do iG Carros lista 5 SUVs seminovos que, por vários motivos, ninguém quer. Acompanhe!

1 – Jeep Compass CVT 2012

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O Jeep Compass atual é uma aquisição confiável. Sua geração anterior, nem tanto

Com o sucesso do Compass atual, muitas pessoas podem acabar sendo seduzidas pelo modelo antigo, que ainda era importado pela Chrysler. A questão é que este modelo, que já aparece por R$ 41 mil nos classificados online, está longe de ser confiável.

Nessa geração, o Compass foi vendido com motor 2.0 de 156 cv de potência e 19,4 kgfm de torque, com câmbio CVT que simula seis velocidades. Era bem gastão, aferindo 7,6 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada com gasolina. Seu porta-malas era bem compacto para um SUV médio, com apenas 328 litros. Melhor passar longe.

2 – Kia Mohave Turbodiesel 2014

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Kia Mohave conta com um generoso porta-malas de 500 litros de capacidade

Entre os SUVs que podem gerar dor de cabeça, podemos enumerar o Kia Mohave 3.0 V6 de 2014. O modelo surge nos classificados online com o valor médio de R$ 110 mil, preço compatível com o Kia Sportage (que parte de R$ 117 mil, e é uma aquisição mais segura).

O Mohave tem motor turbodiesel de 256 cv de potência e 56 kgfm de torque, com câmbio automático de oito velocidades. Apesar da elasticidade, também é gastão, aferindo 6 km/l na cidade e 10 km/l na estrada, com gasolina. Destaque para o porta-malas de bons 500 litros, que passa para 180 litros com 7 lugares.

3 – Isuzu Rodeo 1995

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Já ouviu falar do Isuzu Rodeo? O modelo foi vendido no Brasil em 1995, mas teve passagem discreta

Abrimos espaço em nossa lista para falar de uma “lasanha”. O Isuzu Rodeo é um modelo praticamente em extinção no Brasil, com apenas cinco unidades anunciadas nos classificados online – três delas como sucata. Ele vinha equipado com motor 2.3 e câmbio manual, com versões 4×2 e 4×4. 

LEIA MAIS: Veja 5 SUVs novos que deverão estar no Salão do Automóvel

4 – SsangYong Actyon 2010

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SsangYong Actyon chamava atenção pela dianteira em formato de “tubarão”; vendas foram tímidas

Você compraria o SUV de uma marca que esteve no Brasil duas vezes e, em ambas as ocasiões, bateu em retirada? É o caso da SsangYong. Na primeira tentativa, a marca saiu do Brasil em meados de 2014, deixando muitos consumidores órfãos. No final de 2017, a licença foi adquirida por um novo grupo, que chegou a avaliar alguns modelos antigos para colocá-los na garantia novamente. A instabilidade do dólar, então, atrapalhou a importação.

Na primeira leva dos modelos SsangYong, a marca apostou no SUV Actyon, que ficou muito popular pelo visual polêmico da dianteira que imitava um tubarão. O modelo tinha motor 2.3 de 150 cv de origem Mercedes-Benz e câmbio automático. Enfim, apesar do valor convidativo de R$ 33 mil, é melhor passar longe.

5 – Ford EcoSport Supercharger 2005

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A versão Supercharger foi um capítulo sombrio na história de sucesso do EcoSport; confira os detalhes

Na metade dos anos 2000, a Ford apostou em motorizações “supercharger” para Fiesta e EcoSport. Este tipo de configuração, basicamente, traz um compressor usado para forçar a entrada de ar nos cilindros do motor. Dessa forma, há maior otimização da explosão do motor, melhorando consumo e desempenho. Mas a ideia não deu tão certo, tanto que hoje o modelo é oferecido por aproximadamente R$ 18 mil.

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O EcoSport Supercharger tinha motor 1.0 de 95 cv de potência e 12,6 kgfm de torque, com câmbio manual de cinco marchas. Era um SUV bem fraco para sua época, levando longos 14 segundos para atingir 100 km/h.

Fonte: IG Carros
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