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Auxílio emergencial deu popularidade a Bolsonaro, diz Mourão

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Palácio do Planalto/Flickr

Bolsonaro e Mourão: o vice-presidente afirmou que o auxílio emergencial aumentou a popularidade do governo

Nesta sexta-feira (14), o vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que o auxílio emergencial e medidas de crédito a pequenas e médias empresas ajudaram a  subir a popularidade do presidente Jair Bolsonaro.

Ao comentar a alta de popularidade de Bolsonaro divulgada em pesquisa do  Datafolha, o vice afirmou que o  auxílio emergencial e o  crédito foram um fator.

“Muito bom, né? Acho que são as medidas que o governo tomou para combater a pandemia, elas surtiram efeito. As pessoas que estavam em situação, digamos assim, bem difícil porque eram trabalhadores informais e perderam a capacidade de ganhar o dinheirinho deles de cada dia, receberam esse recurso do ‘coronavoucher’ (auxílio emergencial) “, disse Mourão na manhã desta sexta-feira (14) a jornalistas em Brasília.

“As pequenas e micro empresas tiveram acesso a crédito de quase R$ 30 bilhões, outras linhas de crédito foram abertas. Acho que isso deu um gás na popularidade do presidente”, afirmou o vice-presidente.

Segundo a pesquisa Datafolha, Bolsonaro está com a melhor avaliação desde o começo do mandato. O levantamento mostra que 37% dos brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom, ante 32% que o achavam na pesquisa anterior, feita em 23 e 24 de junho.

Houve grande queda na curva de rejeição: caíram de 44% para 34% os que o consideravam ruim e péssimo no período. Desta vez, classificaram o governo Bolsonaro  como regular 27% dos pesquisados, ante 23% em junho.

O Instituto Datafolha entrevistou por telefone 2.065 pessoas entre os dias 11 e 12 de agosto – e a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.

Mourão também foi perguntado por jornalistas nesta sexta (14) em Brasília se a melhora na popularidade de Bolsonaro também poderia ser explicada pelo  tom mais conciliador adotado nas últimas semanas, evitando confrontos com o Legislativo e o Judiciário. Mourão respondeu que o presidente “sabe fazer política”.

“O presidente, rapaz, sabe fazer política. Vamos lembrar, o cara está há 30 anos na política. Ele sabe como as coisas andam e ele tem uma visão correta dos objetivos que a gente tem que ter para buscar melhorar a situação do país e preparar o país para voos mais altos”, disse o vice.

Campanha de reeleição

Nos últimos dias, Bolsonaro tem participado de eventos como a  inauguração de uma praça em Belém, capital do Pará, além da abertura de uma escola cívico-militar no Rio. Analistas políticos têm visto esse comportamento como uma espécie de campanha de reeleição, já que o presidente tem priorizado eventos como esses em meio à pandemia de Covid-19, além de desrespeitar regras sanitárias – não usando máscara e gerando aglomerações.

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Economia

Plataforma digital de pagamentos ao Tesouro será lançada em novembro

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Plataforma digital para pagamento e recolhimento de valores à Conta Única do Tesouro Nacional, o PagTesouro será lançado em novembro, anunciou hoje (29) o secretário do órgão, Bruno Funchal. A tecnologia dispensa a Guia de Recolhimento da União (GRU) e permite pagamentos por débito online.

A plataforma funcionará de forma integrada ao Pix – futuro sistema de pagamentos instantâneo que será lançado pelo Banco Central (BC) também em novembro. O Pix será ofertado dentro do PagTesouro como uma das formas de recolhimento, além do pagamento por meio de cartão de crédito.

Os valores pagos por meio do novo sistema deverão ser repassados à Conta Única do Tesouro em até um dia útil. Embora a tecnologia permita pagamentos sem a GRU, a emissão da guia continuará disponível sem nenhum ônus no PagTesouro.

Decreto

O decreto  que instituiu a plataforma digital de pagamentos ao Tesouro foi publicado na semana passada no Diário Oficial da União. Com o decreto, será possível reabrir o edital de credenciamento das prestadoras de serviços de pagamento. Aberta em junho, a primeira versão do edital foi suspensa porque a tecnologia precisou passar por alguns ajustes.

A empresa prestadora de serviços de pagamentos deverá ter autorização do Banco Central para operar. Os requisitos para a integração serão estabelecidos em edital de credenciamento.

Segundo o decreto, ato do ministro da Economia disciplinará o funcionamento do PagTesouro. Após a publicação desse ato, o PagTesouro poderá ser utilizado para pagamento e recolhimento de valores.

O PagTesouro está em fase de testes desde setembro do ano passado. Na ocasião, o pagamento de taxas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a ser feito por meio do débito online.

A inovação foi desenvolvida pela Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia, pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), em parceria com o Banco do Brasil (BB) e a própria Anvisa.

* Colaborou Kelly Oliveira

Edição: Fábio Massalli

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Economia

MPF denuncia executivos sob acusação de cartel em obras do metrô de SP e Rio

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Brasil Econômico

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Reprodução: iG Minas Gerais

MPF denuncia executivos sob acusação de cartel em obras do metrô de SP e Rio

A força-tarefa Lava Jato denunciou, nesta terça-feira (29), cinco ex-executivos de empreiteiras sob acusação de formar um cartel entre 1998 e 2014 para fraudar licitações em obras de transporte público em oito capitais do país, entre elas São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os projetos licitatórios afetados pelo suposto cartel incluem as linhas 2, 4 e 5 do metrô de São Paulo, as linhas 3 e 4 no Rio de Janeiro e a construção de linhas em Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Porto Alegre.

Ainda de acordo com o MPF, licitações para o monotrilho na região metropolitana de SP também fizeram parte de negociações ilegais.

Se a denúncia do Ministério Público Federal for aceita pela Justiça, eles se tornam réus e devem responder por crimes contra a ordem econômica da união. 

Os acusados pela Lava Jato são: Benedicto Barbosa da Silva Júnior, ex-diretor de infraestrutura da Odebrecht, Márcio Magalhães Duarte Pinto, ex-diretor de finanças da Andrade Gutierrez, Othon Zanoide de Moraes Filho, ex-diretor de desenvolvimento comercial da Queiroz Galvão, Saulo Thadeu Catão Vasconcelos e Dalton dos Santos Avancini, ex-diretores de transportes da Camargo Corrêa.

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