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Policial

Autor de homicídio de interno de clínica de recuperação é condenado a 19 anos de reclusão

Publicado

O autor de um homicídio investigado pela Polícia Civil em Barra do Garças foi julgado nesta sexta-feira (24.06.), em Barra do Garças, a 18 anos pelo crime cometido há cinco anos. O homicídio vitimou um interno de uma clínica de recuperação de dependentes químicos em Barra do Garças.

O segundo envolvido que passou pelo Tribunal do Júri era o dono da clínica e foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Após as investigações realizadas pela 1ª Delegacia de Barra do Garças, foi apurado que  duas pessoas praticaram o crime. Houve desmembramento dos processos, sendo que o primeiro envolvido foi julgado em novembro de 2019 e condenado a 19 anos de reclusão.

A investigação foi conduzida pela equipe da 1ª Delegacia com apoio de policiais da Central de Flagrantes.

Caso

O corpo de Cláudio Sérgio de Andrade Lima, 42 anos, foi encontrado às margens do rio Araguaia, em Barra do Garças, no dia 27 de fevereiro de 2017. Ele veio de Canarana para fazer um tratamento contra dependência química na clínica Terapêutica Barra do Garças, que funcionava na saída para Araguaiana, na rodovia MT-100.

No dia 18 de fevereiro, Cláudio abandonou a clinica e não retornou para casa. O corpo foi localizado perto de uma antiga olaria, às margens do rio, já em estado de decomposição. Inicialmente aparentava ser morte natural.

Um irmão de Cláudio informou à polícia que, até então, a vítima era um homem tranquilo e trabalhador, mas se tornou dependente químico.

A Polícia Civil do município apurou que após fugir da clínica, a vítima foi localizada pelos autores do crime, o dono do local e um interno que também trabalhava na clínica. A vítima não quis retornar à clínica e os autores cometeram o homicídio, enforcando Cláudio. Depois, os dois autores levaram o corpo para uma área de mata às margens do Rio Araguaia, se dirigiram à delegacia e registraram um boletim informado a fuga do interno e que ele não havia sido localizado. 

Fonte: PJC MT

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Policial

Pedreiro é condenado pela justiça a 52 anos de prisão por estuprar duas mulheres e matar uma delas

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O pedreiro Jeberson Alves dos Santos foi condenado nesta terça-feira (9), pelo Tribunal do Júri de Barra do Garças (a 509km de Cuiabá), pelo estupro e homicídio qualificado de Rhayany Rhutila Moraes Silva e pelo estupro da filha dela, de 11 anos de idade. O Conselho de Sentença reconheceu que o homicídio foi praticado com emprego de meio cruel, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e para assegurar a ocultação de outro crime. A pena foi fixada em 52 anos, dois meses e cinco dias de reclusão em regime inicial fechado, bem como negado ao réu o direito de recorrer em liberdade.

De acordo com a denúncia da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Barra do Garças, os crimes aconteceram em novembro de 2020, na residência das vítimas. Jeberson dos Santos teria pulado o muro da casa para roubar, contudo, ao perceber que no local estavam somente mãe e filha, rendeu as vítimas com uma faca e as amarrou. O pedreiro levou as duas para o quarto, onde praticou na criança “atos libidinosos diversos de conjunção carnal”. Depois, levou a mãe para outro cômodo onde a estuprou.

Conforme o Ministério Público, para assegurar a impunidade dos crimes de estupro, Jeberson matou Rhayany asfixiada. O homem chegou a fugir, mas foi preso posteriormente na cidade de Nova Xavantina e confessou a prática dos crimes. O réu, que já possuía outras cinco condenações por crimes como roubo, furto e falso testemunho, respondeu ao processo preso.

Atuou no júri o promotor de Justiça Wdison Luiz Franco Mendes. A sessão em plenário foi presidida pelo Juiz Douglas Bernardes Romão.

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Policial

PF deflagra operação contra quadrilha que armazenava drogas vindas da Bolívia em sítio de MT

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Policiais encontraram um tambor que escondia os entorpecentes enterrado no chão da propriedade

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (9), a ‘Operação Papiro’, que investiga uma organização criminosa que armazenava drogas de origem boliviana em um sítio em Porto Esperidião (358 km de Cuiabá) A ação é realizada em conjunto com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e visa o combate ao tráfico internacional de drogas na fronteira

O foco da operação foi um sítio localizado na região do Papiro, de onde chegavam e partiam grandes quantidades de entorpecentes, em especial cocaína e seus derivados. Um casal foi preso e já tinha sido indiciado pela Policia Civil do Distrito Federal por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Em Mato Grosso, os suspeitos utilizavam “mulas”, que saíam da Bolívia a pé e traziam a droga em grandes mochilas. Elas recebiam grandes carregamentos de entorpecentes nessa propriedade, que fica localizada em uma região estratégica para o tráfico internacional, conforme o Gefron.

Foram apreendidos no local 46 kg de cocaína enterrados em um tambor. Nas buscas dentro da residência, foram encontrados uma arma de fogo, uma espingarda e diversos rádios comunicadores. Um veículo também foi apreendido.

 

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