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Audiência pública discutirá hoje a Mensagem 95/2019 do Executivo

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Foto: Fablício Rodrigues

Secretaria de Comunicação Social

Agenda de atividades da Assembleia Legislativa (ALMT) define para a próxima sexta feira (7) audiência pública no Parque Nacional do Xingu. Além disso, os deputados realizam quatro sessões ordinárias e reuniões nas comissões permanentes da Casa de Leis. Hoje, às 9 horas, a discussão é sobre o fundo de apoio às ações sociais de Mato Grosso.

Segunda-feria (3)

O Instituo Memória do Poder Legislativo realiza de 3 a 7 de junho, no Saguão Principal, na sede do Parlamento, a exposição de artesanato intitulada de as “Mulheres Arteiras”.

O deputado Wilson Santos (PSDB) realiza reunião para discutir a mensagem 95/2019, de autoria do Executivo. A proposta altera o Fundo de Apoio às Ações Sociais de Mato Grosso – FUS/MT. A reunião será às 9 horas, no auditório Licínio Monteiro.

A audiência pública para debater a política de adoção de crianças e adolescentes em Mato Grosso, solicitada pelo deputado Lúdio Cabral (PT), foi adiada. Ainda não foi definida uma nova data para a discussão.

Terça-feira (4)

Às 14 horas, na sala de reuniões Deputado Oscar Soares, 201, os deputados membros da Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) realizam mais uma reunirão ordinária. Até o fechamento desta edição a pauta do dia não havia sido liberada.

Já às 16 horas, a reunião ordinária é dos deputados que compõem a Comissão de Revisão Territorial, dos Municípios e das Cidades. A reunião será na sala das comissões “Deputada Sarita Baracat” – 202.

Às 17 horas, de acordo com o regimento interno, tem início a sessão ordinária no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Quarta-feria (5)

Às 8 horas, de acordo com o regimento interno, tem início a sessão ordinária no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Duas Comissões a de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e a de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto realizam reuniões ordinárias, às 14 horas, respectivamente, nas salas Deputado Oscar Soares – 201, e na Deputada Sarita Baracat – 202.

Às 16 horas, a reunião ordinária é da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais. Ela será realizada na sala das comissões Deputado Oscar Soares – 201.

A outra reunião, às 16 horas, é da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social. Ela será na sala de reuniões Deputada Sarita Baracat – 202.

Às 17 horas, de acordo com o regimento interno, tem início a sessão ordinária no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Quinta-feira (6)

Às 8 horas, de acordo com o regimento interno, tem início a sessão ordinária no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

A pedido da deputada Janaina Riva (MDB), a Assembleia Legislativa passa a discutir, a partir de hoje (6), o tema Relações Comerciais, Econômica, Culturais e Políticas Internacionais. Para isso foi criada a Câmara Setorial Temática (CST), que será coordenado pelo economista Mauricio Munhoz. A reunião será, às 15 horas, na sala das comissões Deputado Oscar Soares, 201.

Sexta-feria (7)

O deputado Wilson Santos (PSDB) realiza audiência pública, a partir das 14 horas, no Parque Nacional do Xingu. Lá, o deputado, as autoridades políticas da região e dos indígenas para debaterem a exploração das áreas indígenas, sustentabilidade e a participação ativa dos índios nas políticas públicas.

Enquanto em Cuiabá, o deputado Thiago Silva (MDB) realiza sessão especial, às 19 horas, para comemorar o Dia do Pastor Evangélico. Durante as homenagens serão entregues a diversas pessoas moção de aplauso. A sessão será realizada no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Os deputados membros da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social visitam o Hospital Regional de Sinop (município distante 480 quilômetros de Cuiabá).

Vale lembrar que as atividades informadas na agenda podem ser alteradas no decorrer da semana.

Fonte: ALMT
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Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro diz que vai esperar a definição dos partidos e aí tornará público seu voto

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O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

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A escolha “nos mesmos” pode ser um desastre para Mato Grosso, diz candidata ao Senado

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Pré-candidata ao Senado pelo PP, a empresária Margareth Buzetti defende que o Brasil precisa urgente de duas reformas, uma delas é a reforma política e a outra é a reforma administrativa, que deveriam acontecer antes da reforma tributária. Para ela, o atual sistema político partidário brasileiro, com os Poderes interferindo entre si, representa um perigo para a democracia.

“As decisões de cada Poder deveriam ser respeitadas. Por exemplo, uma decisão judicial não se contesta, se cumpre, mas não é o que vemos atualmente. Além de uma decisão judicial não ser acatada pelos demais, ainda é modificada. Temos assistido o Judiciário sendo politizado, o Legislativo interferindo no Executivo e o Executivo contestando a decisão dos demais. Isso é um perigo para nossa democracia”, diz ela.

Margareth Buzetti também aponta que a reforma é necessária para que novas lideranças políticas possam surgir no país. Para ela, o sistema partidário brasileiro, com os chamados caciques comandando as legendas, não permite que novas bases sejam formadas. Ela defende a redução do número de partidos e que eles não fiquem à mercê de alguns poucos políticos. “As pessoas que pretendem se candidatar, fazer algo pelo país, ficam subordinadas à vontade de alguns poucos. Não há interesse que novas lideranças apareçam”.

Presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial (AEDIC) e apontada como representante da indústria e do comércio, a empresária do ramo de reforma de pneus destaca que, antes de promover uma reforma tributária, o Brasil precisa da reforma administrativa. O projeto já está pronto para ser enviado ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro.

A pré-candidata aponta que não é possível o governo federal saber como deverá ser sua arrecadação antes de saber quais serão suas despesas. “O governo precisa, primeiro, arrumar a casa para depois seguir adiante com mais reformas. O Estado brasileiro se tornou um paquiderme ineficiente. Arrecada demais e gasta muito mal. Se todos os impostos arrecadados retornassem de forma eficiente para o cidadão, todos pagariam seus impostos com gosto, mas não é isto que acontece, é preciso mudar”.

Um temor da empresária é que a reforma tributária, colocada como está, possa ser um desastre para Mato Grosso. Ainda não há um projeto definido, Senado e Câmara Federal defendem propostas diferentes e trabalham para chegar a um acordo, mas as duas propostas têm como base comum a simplificação dos tributos, concentrando a cobrança sobre o consumo. Isso pode prejudicar a economia de Mato Grosso, já que o perfil do estado é de produtor, não de consumidor.

“A proposta de reforma tributária será muito ruim para todos os pequenos e longínquos centros consumidores. E, novamente, falam em diminuir o Estado, mas sempre o primeiro passo é em direção a arrecadar cada vez mais”, destaca Margareth Buzetti

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