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Audi Q5 Sportback é o SUV-cupê premium mais em conta do Brasil

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Audi Q5 parte de R$ 309.990 na versão SUV e R$ 369.990 no modelo Sportback
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Audi Q5 parte de R$ 309.990 na versão SUV e R$ 369.990 no modelo Sportback

Podemos dizer que o ‘subnicho’ dos SUVs-cupê foi um dos que mais evoluiu nos últimos anos. Se os primeiros BMW X4 e Mercedes-Benz GLC Coupé pareciam desengonçados em meados de 2016, hoje são objetos de desejo absoluto da classe mais abastada. Não à toa, este sucesso fez a Audi considerar o lançamento de uma nova versão do Q5 , o inédito Sportback , para adicionar mais frescor à renovação do SUV lançado em 2017.

O Audi Q5 Sportback chega às lojas nas versões S-Line (R$ 369.990) e S-Line Black (R$ 395.990). Já o SUV convencional está disponível nas versões Prestige (R$ 309.990), S-Line (R$ 344.990) e S-Line Black (R$ 369.990). Falaremos dos opcionais mais à frente.

Em sua reestilização, o Audi Q5 ganha elementos apresentados nos últimos SUVs que a fabricante alemã lançou no Brasil. As principais mudanças estão na grade frontal, com novo formato, e nos faróis dianteiros. As duas carrocerias contam com design bem distinto, sendo que o Sportback incorpora entradas de ar laterais e formato exclusivo no parachoque para se destacar do SUV .

A grande diferença entre eles está na traseira. A coluna frontal do Audi Q5 Sportback sobe bastante antes de iniciar a grande queda que caracteriza os SUVs-cupê. Isso garante mais espaço para a cabeça dos ocupantes que vão no banco traseiro, algo que falta no Porsche Cayenne Coupé por ter a coluna dianteira mais inclinada. As lanternas traseiras também são diferentes, com design OLED customizável.

Por dentro, as mudanças são discretas. O Audi Q5 ganhou nova central multimídia e layout do cluster 100% digital, mas perdeu o joystick que ficava no console central e facilitava a navegação. No lugar dele, a Audi criou um porta-moedas. Abaixo do encosto de braço dos ocupantes dos bancos dianteiros, há um novo carregador de celular por indução que “esconde” o aparelho.

Condução enxuta

O conjunto mecânico é exatamente o mesmo: o conhecido 2.0 turbo de 249 cv de potência e 37,7 kgfm de torque, com transmissão automatizada de dupla embreagem e sete marchas. A tração Quattro atua sob demanda, mantendo a tração predominantemente na dianteira.

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A grande atualização mecânica fica por conta da adoção de um novo sistema híbrido-leve de 12V que pode desligar o motor em velocidades cruzeiro e substitui o sistema de partida por um gerador.

Não tive surpresas ao volante do novo Audi Q5 , que reúne todas as boas características dos SUVs mais baratos e caros da marca. Do compacto Q3 , destaco a boa posição de dirigir, que privilegia o conforto sobre a esportividade. Do Audi Q8 , o modelo incorpora a suspensão rígida, que evita a rolagem da carroceria em curvas mais rápidas.

Também não há qualquer diferença notória entre o Q5 convencional e o Sportback na dirigibilidade. Conduzi ambos em curto espaço de tempo e as boas características estão presentes nas duas carrocerias. Ficamos no aguardo dos próximos SQ5 Sportback e RS Q5 Sportback para uma pegada mais esportiva.

Conclusão

A Audi chega com certo atraso no segmento que Mercedes-Benz e BMW dominam há mais de cinco anos. O Q5 Sportback tem potencial para alavancar suas vendas no Brasil por ser mais barato.

O BMW X4 parte de R$ 444.950, enquanto o Mercedes-Benz GLC Coupé custa R$ 540.900 na versão mais em conta. Considerando que o Audi Q5 Sportback parte de R$ 369.990 no pacote Prestige, ele pode ser a única opção no segmento, dependendo do quanto você estiver disposto a gastar.

Os itens opcionais que podem deixar seu Audi Q5 Sportback mais caro são Head-Up Display (R$ 7.500), lanternas traseiras customizáveis (R$ 7.000), sistema de som premium da Bang&Olufsen (R$ 8.000) e pacote carbono (R$ 12.000). Vale lembrar que o Q5 chegou a ser o utilitário mais vendido da Audi no país em 2019, representando um em cada quatro modelos emplacados pela marca. Audi Q5 Sportback Preço: a partir de R$ 369.990 Motor: 2.0, turbo, quatro cilindros, gasolina Potência: 249 cv a 5.000 rpm Torque: 37,7 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: automatizada, sete marchas, tração integral sob demanda Freios: discos ventilados (dianteira), discos sólidos (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Porta-malas: 510 litros 0 a 100 km/h: 6,3 segundos Vel. Máx: 237 km/h Consumo: 8,5 km/l na cidade; 10,3 km/l na estrada

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 carros nacionais que são réplicas de modelos europeus

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Esportivos clássicos europeus são caros até mesmo para os brasileiros mais abastados. Some isso à proibição das importações até a década de 90 e teremos um cenário repleto de cópias para aqueles que querem se diferenciar no trânsito.

Partindo disso, a reportagem do iG Carros relembra 5 esportivos brasileiros que na verdade são cópias de modelos europeus. Acompanhe a lista.

1 – Chamonix 550 Spyder

Chamonix 550 Spyder era réplica do Porsche 550; tinha motor 2.0 da Volkswagen
Garagem do Bellote

Chamonix 550 Spyder era réplica do Porsche 550; tinha motor 2.0 da Volkswagen

A Chamonix foi criada em 1987 para produzir réplicas de modelos clássicos da Porsche . Diferentemente do que muitos pensam, a empresa era autorizada pela matriz alemã a produzir réplicas para abastecer não apenas o mercado brasileiro, como também países vizinhos. O mais lembrado é o Chamonix 550 Spyder , réplica do Porsche 550 .

O modelo traz carroceria de fibra de vidro, chassi tubular e motor Volkswagen da família AP, capaz de desenvolver aproximadamente 120 cv de potência. Já o Porsche 550 foi produzido até 1956 e tinha motor 1.5 de 110 cv de potência. Para sua época, era um foguetinho.

2 – MP Lafer

Antes de produzir móveis, a Lafer teve uma réplica do MG TD no Brasil
Garagem do Bellote

Antes de produzir móveis, a Lafer teve uma réplica do MG TD no Brasil

Em 1974, a Lafer decidiu começar a produzir réplicas do modelo inglês MG TD para o mercado brasileiro. Assim como vários carros ‘fora de série’ de sua época, era repleto de componentes de modelos da Volkswagen . O próprio motor 1.600 era utilizado no Fusca e na Variant .

Estima-se que cerca de 4,3 mil unidades do MP Lafer foram produzidas entre 1974 e 1990. Desde seu último ano de produção, a empresa passou a focar na produção de móveis para residências e escritórios, atividade em que segue atuando até os dias de hoje. 

3 – Fera XK

Fera XK era o Jaguar XK 120 que o brasileiro podia comprar; tinha motor de Chevrolet Silverado
Garagem do Bellote

Fera XK era o Jaguar XK 120 que o brasileiro podia comprar; tinha motor de Chevrolet Silverado

Quem procura um carro super-exclusivo pode se dar bem com o Fera XK , réplica fiel do Jaguar XK 120 . Ele era produzido com motor seis cilindros da Chevrolet Silverado (desenvolvendo 138 cv de potência), suspensão de Opala e câmbio de cinco marchas do Omega.

O modelo é extremamente raro no mercado de carros clássicos, onde uma unidade em bom estado pode passar de R$ 130 mil.

4 – Phoenix

A restauradora Phoenix chegou a produzir réplicas do Mercedes 280 SL Pagoda em meados de 1970. Ele tinha motor de seis cilindros do Opala, câmbio manual de quatro marchas e espaço para dois ocupantes.

Atualmente, o Phoenix Studio foca apenas na restauração de modelos clássicos, como os poucos Cadillac antigos que rodam no Brasil. 

5 – L’AutoCraft

L'Autocraft era réplica do Alfa Romeo P3 da década de 1930
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L’Autocraft era réplica do Alfa Romeo P3 da década de 1930

Outro modelo que chamou atenção no Brasil dos anos 80 foi o L’autocraft , produzido na Barra do Piraí (RJ). Além de réplicas de Alfa Romeo , Dimo, Ford 1929 e Bugatti, a marca se destacou no segmento dos buggys.

Assim como várias outras pequenas produtoras de modelos fora de série, a L’AutoCraft não resistiu à abertura das importações em 1990. Encerrou suas atividades em 1997.

Fonte: IG CARROS

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Anulados mais de 126 mil processos com mais de 20 pontos na CNH

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Os motoristas que ainda não receberam o aviso de cancelamento podem acompanhar por meio dos canais digitais
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Os motoristas que ainda não receberam o aviso de cancelamento podem acompanhar por meio dos canais digitais

O Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo (Detran.SP) anula 126.957 mil processos de suspensão do direito de dirigir de motoristas que tinham 20 pontos ou mais na CNH que estavam aguardando julgamento e que não se enquadravam na determinação do novo Código Brasileiro de Trânsito (CTB).


Em vigor desde o dia 12 de abril deste ano, o novo CTB estabelece novas regras que passaram para 20 pontos no período de 12 meses, com duas ou mais infrações gravíssimas; 30 pontos com uma infração gravíssima e 40 pontos sem nenhuma infração gravíssima ou se o condutor exercer atividade remunerada.

Vale lembrar que antes da medida, até março de 2021, o limite da pontuação para infrações de trânsito que geravam a suspensão da CNH era de 20 pontos.

De acordo com Raul Vicentini, Diretor de Habilitação do Detran.SP, a pessoa não precisa ir a uma unidade do Poupatempo ou Detran solicitar o cancelamento porque isso já foi feito automaticamente pelo sistema, e que não caia em golpes de profissionais que estão oferecendo auxílio para efetuar a suspensão junto ao Departamento.

O condutor será comunicado via Correio sobre a decisão. Os motoristas que ainda não receberam a carta encaminhada pelo Detran.SP podem consultar o andamento por meio dos canais digitais –  www.detran.sp.gov.br.

Vale reforçar que os novos limites de pontos na CNH já estão sendo aplicados pelo Detran , conforme determina o novo Código Brasileiro de Trânsito (CTB).

Fonte: IG CARROS

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