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Audi e-Tron GT e Porsche Taycan elétricos chegam em 2020 e são astros de filmes

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A Audi anunciou que antecipará para 2020 o lançamento de seu primeiro sedã elétrico: o modelo e-Tron GT, que impressiona pela beleza. Ele será uma opção de mercado frente ao Porsche Taycan EV que também chegará no próximo ano. Audi e Porsche são marcas irmãs do  grupo Volkswagen e ambas escolheram o cinema para apresentar seus inéditos carros elétricos de alta performance.

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O Audi e-Tron GT, já apresentado no filme Vingadores, tem um belo design e um conjunto esportivo impressionante. Ele mede 4,96 metros de comprimento, 1,96 metros de largura e 1,38 metro de altura. O interior é projetado para 4 pessoas e o porta-malas tem capacidade para 100 litros. Os  pneus são tamanho 285/30 e as rodas de 22 polegadas. 

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Divulgação

O agente secreto Rex Dasher dirigir um conceito do elétrico Porsche Taycan no filme Playmobil que estreia neste mês

O modelo elétrico tem potência de 434 kilowatts, equivalente a 590 cavalos. A aceleração de 0 a 100 km/h é em cerca de 3,5 segundos. Atinge 200 km/h em pouco mais de 12 segundos.  A velocidade máxima é regulada a 240 km/h. Seus dois motores elétricos são alimentadas por uma bateria de 95 kWh, que fica embaixo dos assentos. A autonomia com uma carga é de 450 quilômetros. Tem um carregamentorápido para até  70% de capacidade em poucos minutos.

A Audi diz que o e-tron GT será produzido  na mesma linha de montagem do Audi R8, na fábrica da Böllinger Höfe, na Alemanha. Embora bem automatizada, a unidade tem a característica de produzir o carro “handcrafted” (feito a mão).

LEIA MAIS: Honda lançará o seu primeiro carro elétrico criado a partir do zero

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Divulgação

Totalmente elétrico, o Audi e-Tron GT tem potência de 590 cv, velocidade máxima de 240 km/h e autonomia de 450

A Porsche, por sua vez, confirmou o número de 30.000 reservas para o Taycan, seu primeiro carro totalmente elétrico (que deve ter uma prévia divulgada no filme Playmobil ). É fácil avaliar o real interesse dos compradores, já que a empresa solicitou 2.500 euros de sinal para reservar o veículo.

Ainda não há todos dados técnicos sobre desempenho, mas, segundo as primeiras informações divulgadas, o Taycan vai chegar aos 100 km:h em cerca de 3,5 segundos e tem uma velocidade máxima de 250 kmh.  Dois motores elétricos, um em cada eixo, são alimentados por uma bateria de 400 células individuais. A potência é de 600 cv.

Com características bem próximas  e preços similares ( estimado em cerca de 80 mil euros), é esperado uma boa briga no andar de cima do setor automotivo. É também uma clara demonstração que as duas marcas alemãs estão apostando alto nos carros elétricos.

Vingadores e Playmobil

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Reprodução/Marvel Studios

O Audi e-Tron GT é um dos carros de Tony Stark no filme “Vingadores: Ultimato”

A Audi e sua irmã Porsche estão investindo na publicidade de veículos elétricos por meio de produções cinematográficos. No primeiro semestre , o filme  “Vingadores: Fim de Jogo”, da Marvel Studios, mostrou os conceitos elétricos do Audi e-tron Sportback e Audi e-Tron GT.

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Agora, a Porsche está apresentando o conceito Mission E no novo filme Playmobil. Este protótipo é totalmente elétrico e baseado no Taycan. No filme, o personagem do agente secreto Rex Dasher dirige um Mission branco. A estréia do filme será em Munique, na Alemanha, e chegará em circuito mundial a partir de 27 de agosto. (Veja o vídeo)

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Divulgação

Além de ser o carro do Homem de Ferro, o Audi e-Tron GT também aparece no filme do Homem-Aranha

A Porsche foi mais rápida que a Audi e é a primeira marca a ter um produto licenciado da Playmobil  em conjuntos que entusiasmam crianças e adolescentes. Agora, será apresentado o primeiro Porsche de controle remoto da Playmobil.

A exemplo do Porsche e do Audi , o lançamento de veículos elétricos em filmes de grande repercussão é uma excelente publicidade dos novos produtos. E também uma grande oportunidade de audiência jovem para formar a consciência de novas gerações sobre o futuro automotivo.

Fonte: IG Carros
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Coronavírus: VW, Audi e Citroën mudam logo temporariamente pelo afastamento

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Com o alastramento da COVID-19 , doença causada pelo novo coronavírus , campanhas de conscientização criativas começam a surgir em todo o mundo. Em alguns países, o tradicional logo de duas esferas em intersecção da Mastercard foi substituído pelas mesmas afastadas uma da outra. Da mesma forma, a simpática sereia do logotipo da rede de cafeterias Starbucks ganhou uma máscara no estudo proposto por um designer.

LEIA MAIS: Saiba como deixar o carro parado no período de quarentena

O mesmo já está acontecendo na indústria automotiva, onde algumas fabricantes se mobilizam para substituir seus logos temporariamente. Confira o que já foi feito abaixo:

1 – Audi

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Argolas da Audi se afastam uma das outras para estimular a quarentena

Talvez você não saiba, mas cada argola da Audi representa uma das empresas que compõem a Auto Union: Audi , DKW (lembra dela?), Horch e Wanderer. Os primeiros registros do logo datam de 1932, quando a parceria entre as montadoras ainda não havia sido comprometida pela Segunda Guerra Mundial e a separação da Alemanha ao fim dela.

Na campanha de conscientização, as argolas da Audi se separaram temporariamente, fazendo uma alusão clara ao afastamento proposto pela Organização Mundial de Saúde e diversas autoridades mundiais. Interessante, não?

2 – Citroën

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Concessionária brasileira afastou os “chevrons” em campanha divulgada nos stories

Além de ter nomeado a marca com seu sobrenome, o engenheiro francês André Citroën também criou o logo da marca. Em 1900, ele adquiriu a patente para o desenvolvimento de engrenagens que tinham um “chevron” (formato de V) em seu acoplamento. Entre 1919 e 1921, o logo da Citroën surgia nas cores amarela e azul, disposição usada (com modificações) até 1984. 

LEIA MAIS: Saiba o que mudou na legislação e serviços com a pandemia

Em 1985, surgiu o logo com os “double-chevrons” vazados em um quadrado vermelho. Apenas em 2009, a marca decidiu focar mais nos “chevrons”, onde eles ganharam acabamento “metalizado”. Uma concessionária brasileira fez um post nos stories do Instagram, onde os “chevrons” se afastam temporariamente.

3 – Volkswagen

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O clássico simbolo da Volkswagen sofreu mais uma alteração temporária pelo afastamento

O logo da Volkswagen é tão simples que chega a ser autoexplicativo. Trata-se de um V e um W, unidos em suas arestas dentro de um círculo. Talvez você já esteja cansado de saber, mas o nome da marca é traduzido como “carro do povo”. (Volks significa povo; Wagen é carro).

LEIA MAIS: GM do Brasil vai consertar respiradores do SUS contra COVID-19

Ao longo de sua história, o logo sofreu algumas variações, como as engrenagens que apareceram nos arredores do círculo durante a Segunda Guerra Mundial. O símbolo como conhecemos hoje veio após o fim da guerra, ganhando a coloração azul característica em meados dos anos 70. Unidos desde o início da marca, o V e o W se separaram na campanha de conscientização contra o COVID-19. Bela iniciativa.

O novo coronavírus, causador da doença COVID-19, saltou recentemente de animais para seres humanos. Apesar de ter seus sintomas constantemente relacionados com a gripe (nos casos mais leves), está mais próximo de uma pneumonia. Confira todas as informações sobre a pandemia que parou o mundo no iG Saúde

Fonte: IG Carros
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O novo coronavírus vai mudar os paradigmas da mobilidade?

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Novo coronavírus já contaminou mais de 520 mil no mundo, deixando 23 mil mortos até o momento da publicação desta matéria

A indústria automotiva brasileira ainda está para sentir os impactos do que será a quarentena causada pelo novo coronavírus. A nova síndrome respiratória promete deixar os cidadãos de várias cidades do mundo em confinamento por tempo indeterminado. Conforme o pronunciamento do Ministério da Saúde, a rede do SUS deverá colapsar em meados de abril, com rápida ascensão dos casos de COVID-19 no país.

LEIA MAIS: Veja o que muda na legislação e serviços com o surto de COVID-19

Todos os países olham com esperança para a China, já que o gigante asiático conseguiu conter o alastramento em Wuhan após medidas muito duras de “lockdown”. Enquanto a economia do país volta a girar aos poucos, as pessoas já retomam os debates sobre o controle de doenças. 

Com exceção da MERS – síndrome respiratória do Oriente Médio, também causada por um coronavírus – todas as outras epidemias recentes surgiram na China. Este é o caso da SARS , em meados de 2003, e da H1N1 , pandemia que se alastrou em 2009.

Eis a razão pela qual é tão normal ver pessoas de máscaras em países asiáticos, mesmo quando não há um surto em andamento. No continente, é comum que algumas nações tenham até ministérios voltados à prevenção de doenças. Cingapura e Coreia do Sul, países em que SARS e MERS se tornaram enfermidades problemáticas, estão se dando bem contra a COVID-19 . Afinal, são mais preparados.

Mudança nos paradigmas da mobilidade?

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Ao menos na China, interesse pelo transporte público se mostra em queda pelo medo de novas contaminações

Uma pesquisa feita pelo Instituto Ipsos na China após a queda na curva de contaminações pelo novo coronavírus mostra que a população já dá preferência ao automóvel, e não o transporte público. Dos mais de 1,6 mil entrevistados, 72% se mostram dispostos a comprar um carro para reduzir o risco de contaminações.

Em tempos de car-sharing, Uber e de estímulos para utilizar o transporte alternativo, os chineses se mostram assustados com a possibilidade de contrair uma nova doença. Será que este fenômeno terá reflexo no mercado brasileiro?

O vírus veio para ficar

Antes de tudo, é importante dizer que o coronavírus dificilmente será erradicado no mundo. Trata-se de mais uma espécie, assim como a H1N1, que veio para ficar. Especialistas já antecipam que, nos próximos anos, teremos que tomar vacinas anuais que estejam adaptadas às suas mutações. 

Neste cenário, você entraria no veículo que outro usuário acabou de deixar estacionado na rua por um aplicativo de compartilhamento de carros? A empresa que disponibiliza o serviço terá funcionários suficientes para fazer a higienização dos veículos após o uso, ou isso é uma tarefa do usuário que já paga caro pelo serviço?

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O doutor Daniel Berliner, da plataforma de avaliações médicas online PlushCare, afirma que, enquanto a pandemia durar, tocar em qualquer coisa que tenha sido utilizada por muitas pessoas é perigoso. O mais importante é lavar bem as mãos e utilizar álcool gel quando isso não for possível.

O que está sendo feito no Brasil?

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BeepBeep disponibiliza frota de veículos elétricos na zona sul de São Paulo; confira as novas medidas

A beepbeep, principal plataforma de car-sharing de São Paulo, publicou em seu Instagram que novos procedimentos de higiene estão sendo tomados. “Aumentamos a frequência de limpeza de nossos veículos nas regiões de maior contato com álcool”, diz a nota oficial da empresa, que também orienta hábitos de higiene por parte dos usuários. “Antes de depois de utilizar nossos veículos, lave muito bem as mãos com sabonete líquido e/ou utilize álcool em gel. Não toque os olhos, nariz e boca”.

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Uber anuncia novas medidas de higiene para a proteção do usuário e do motorista parceiro

A ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, ressalta que os serviços para a locação de carros continuam ativos, com agendamento online. Paulo Miguel, presidente do órgão, ressalta que novos procedimentos de higiene estão sendo tomados para proteger o cliente e os colaboradores em todas as locadoras.

Pelo Instagram, o Uber também divulga novas diretrizes de higiene, recomendando que os passageiros sentem no banco traseiro. Lavar as mãos antes e depois de utilizar o app, cobrir a boca e nariz com o braço ao tossir e andar com as janelas abertas são ações recomendadas.

A Grin, plataforma de patinetes elétricos compartilhados, não revelou qualquer procedimento de higiene novo, mas orientou que seus usuários fiquem em casa durante a quarentena. “Nós sempre encorajamos nossos usuários a descobrirem seus bairros, suas ruas, para andar de um jeito diferente e divertido”, informa o app pelo Instagram. “Em nosso caminho, temos desafios que nunca imaginamos enfrentar. Hoje, encorajamos você a viver no seu próprio lar. Vamos diminuir a curva”. 

COVID-19: assunto sério

Independentemente da decisão sobre o compartilhamento de veículos e as diretrizes de higiene, é muito importante que a quarentena seja respeitada. “Dizer que a COVID-19 é uma gripezinha que só mata idosos é falácia”, afirma Felipe Bueno, médico linha de frente de Curitiba (PR). “O isolamento social, neste momento, nos prepara para a guerra. Faz com que as perdas sejam menores”.

LEIA MAIS: Saiba como fazer a higienização do seu carro, por dentro e por fora

Acompanhe a cobertura completa sobre a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, no iG Saúde .

Fonte: IG Carros
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