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Atores brancos não dublarão personagens de outras etnias em ‘Os Simpsons’

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apu simpsons
Reprodução/Fox

Apu Nahasapeemapetilon, personagem com ascendência indiana de ‘Os Simpsons’

Os produtores da tradicional e longeva série ‘Os Simpsons’, que está no ar há 30 anos e é transmitida pela Fox, anunciou reformulação do elenco de dubladores da animação. A partir de agora, atores brancos não poderão mais fazer as vozes de personagens de outras etnias.

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A iniciativa, apoiada pela Fox, é uma resposta da produção de ‘ Os Simpsons ‘ às manifestações antirracistas Black Lives Matter – Vidas Negras Importam, na tradução para o português – que tomaram conta dos Estados Unidos após o assassinato de George Floyd , negro norte-americano, por um policial branco.

O anúncio segue a tendência de adotar práticas mais inclusivas e que ampliem a diversidade de séries, como já divulgado por outras como “Brooklyn 99”, “South Park” e “Central Park”. Em toda a indústria do entretenimento, a inclusão passou a ser mais tratada. A HBO, por exemplo, retirou o clássico filme “… E o Vento Levou” de seu catálogo, mas incluiu a produção novamente dias depois, dessa vez com contextualização histórica.

Os produtores dizem ainda não saber quem serão os novos dubladores dos personagens impactados pela alteração na equipe de som de ‘Os Simpsons’, e as mudanças devem ser sentidas no curto prazo, já que está previsto para o fim deste ano o lançamento da 32ª temporada da série na televisão norte-americana.

Fonte: IG GENTE

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Vilã de “A Pequena Sereia” da Disney é inspirada em drag queen

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Por eu gostar de personagens excêntricos, minha vilã Disney favorita sempre foi Cruella Devil, ainda mais na versão da atriz Glenn Close. Até que descobri como Úrsula, vilã de “A Pequena Sereia”, foi desenvolvida. Seu filme, de 1989, pode ter sido baseado no conto dinamarquês de Hans Christian Andersen, mas a construção da bruxa do mar veio de uma figura LGBTQI+ underground.    

personagem da Disney
Disney/Divulgação

Úrsula, personagem da Disney inspirada na drag queen Divine


Feiticeira queer e “divina”

Na história infantil, Úrsula é um ser mitológico marinho que tem, da cintura para cima, aparência feminina e o restante do corpo como o de um polvo. É a principal inimiga de Tritão, o rei dos mares, e para atingi-lo e tomar seu poder atrai e faz de refém sua filha, a pequena sereia Ariel, que pede a ela uma transformação visual que deixa sua família inteira em choque. 


Em paralelo, a bruxa também resolve virar humana, rouba a voz cantante de Ariel e adota o nome “Vanessa” para seduzir o príncipe humano por quem a sereinha é apaixonada. A concepção dessa trama, que não é “A Gaiola das Loucas”, em grande parte é resultado do talento de um produtor cinematográfico gay e de um animador inspirado por uma drag queen.

Seus nomes? O produtor é Howard Ashman, contratado pela Disney para repaginar suas animações. Ele vinha da Broadway e era responsável por escalar elenco, criar diálogos, canções e desenvolver personagens. Já o animador é Rob Minkoff, que desenhou uma vampira com excesso de peso que todos bateram o olho e concordaram: era a cara da drag Divine, que era conhecida como atriz e anti-heroína de filmes B que misturavam sexo, violência e sadismo.

No caminho do sucesso

Nos esboços iniciais, Úrsula tinha os olhos maquiados, usava joias, movimentava seu corpo com luxúria e glamour, mas em vez de tentáculos, Minkoff desenhou para ela uma cauda de tubarão e um moicano rosa. “Ela parece uma matrona de Miami Beach. Consigo até imaginá-la em uma piscina”, gargalhou Ashman quando viu os protótipos da vilã pela primeira vez.

Nessa época, Divine estava em alta e Ashman, que também era seu fã, percebeu que deixar Úrsula alinhada com ela poderia dar certo. Em 1988, a drag estava em cartaz com um dos maiores sucessos de sua carreira, o filme musical “Hairspray”, do diretor John Waters. Ele a acompanhava desde o início da carreira, quando ainda era cantora disco, e também a lançou como atriz a partir de seus filmes “Pink Flamingos”, “Mondo Trasho” e “Problemas Femininos”.


Divine também serviu de base para compor o comportamento de Úrsula, embora de forma sutil e apropriada para um filme infantil. Em cena, ela era desbocada, divertida, carismática e possuía uma natureza maligna que também soava libertadora, como se a usasse para romper padrões e mostrar para a sociedade, inclusive à Atlântida de Tritão, como dar a volta por cima.

O animador Rob Minkoff e o produtor Howard
Disney / Divulgação

O animador Rob Minkoff e o produtor Howard


Imortalizados em gerações

Com “A Pequena Sereia”, a Disney se recuperou de um período de crise e inaugurou a era das animações musicais infantis bem-humoradas e com tom mais adulto. Se antes filmes como “O Caldeirão Mágico”, de 1985, custavam US$ 25 milhões e arrecadavam US$ 21 milhões, os filmes seguintes eram produzidos pela mesma quantia e recebiam de volta dez, vinte vezes mais.

A parte triste dessa história é que nem Divine nem Ashman puderam experimentar esse sucesso todo. Glenn Milstead, que deu vida à drag queen morreu de insuficiência cardíaca em 1988, três semanas após a estreia de “Hairspray”. Se soubesse de Úrsula, teria feito o papel, afirmaram John Waters e Jeffrey Schwarz, que produziu um documentário sobre sua trajetória.

Quanto a Ashman, logo após o lançamento de “A Pequena Sereia” adoeceu. Ele contraiu HIV, mas os colegas não sabiam e ele continuou a trabalhar. Porém, logo após ter terminado de escrever as canções da animação seguinte, “A Bela e a Fera”, e enquanto desenvolvia “Aladdin”, apresentou complicações e precisou ser internado. Morreu em 1991, prestes a ganhar o Oscar. Minkoff, que desenhou Úrsula, virou cineasta e ficou famoso por dirigir a animação “O Rei Leão”.

Fontes: Sites Howardashman.com e IMDB; livros “My Son Divine” (sem tradução), de Frances Milstead, Steve Yeager e Kevin Heffernan e “Still Standing: The Savage Years”, (sem tradução) de Paul O’Grady; e documentário “I Am Divine” (sem tradução), de Jeffrey Schwarz.
Fonte: IG GENTE

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Naldo desabafa após filho mentir e ser detido com drogas: “Estou atordoado”

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Naldo Benny gravava uma entrevista para uma rádio no final da tarde desta quinta-feira (6), quando recebeu a notícia que seu filho,  Pablo Jorge, tinha sido detido após uma abordagem policial durante a gravação de um clipe.

Pablo e Naldo
Reprodução/Instagram

Pablo e Naldo


“O meu filho saiu de casa cedo para gravar um clipe e a informação que eu tive é que ele estava usando drogas com outros moleques e a polícia chegou e levou eles. Não sei nem o que falar. Como pai eu já cobrei, já fui duro em cima disso e ele até disse para mim que não usava mais drogas. Sou contra. Não tenho nada contra quem faz uso, mas por ser meu filho, não curto esse bagulho. Estou atordoado”, revela Naldo.

“Já fui atrás, já briguei, já tomei carro e cobrei duro. Como ele tem 23 anos, eu não tenho como prendê-lo em casa. Eu apoio o trabalho e como ele foi gravar um clipe, eu fiquei tranquilo. Infelizmente, nem todos os filhos seguem os exemplos dos pais. Sempre trabalhei e nunca usei drogas. Com 23 anos, o Pablo é um homem e tem seu livre-arbítrio.”, completa o cantor.

Fonte: IG GENTE

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