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Internacional

Ataque com faca deixa quatro feridos em Paris

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O premiê francês, Jean Castex, disse nesta sexta-feira (25) que quatro pessoas ficaram feridas em um ataque à faca que ocorreu nas proximidades da antiga sede da revista satírica Charlie Hebdo, em Paris, e a polícia afirmou que um suspeito foi preso.

Uma fonte policial havia dito anteriormente à Reuters que dois dos quatro feridos corriam risco de morte.

“Eu estava no meu escritório. Ouvi gritos na rua. Olhei pela janela e vi uma mulher que estava deitada no chão e havia levado uma pancada no rosto do que possivelmente era um facão”, disse uma testemunha à rádio Europa 1.

“Eu vi um segundo vizinho no chão e fui ajudar.”

A polícia de Paris informou que uma pessoa foi presa perto da Ópera da Bastilha.

Uma fonte policial disse que um facão foi encontrado no local. Outras fontes da afirmaram que um cutelo foi encontrado na região.

As autoridades locais pediram às pessoas que evitassem a área e disseram que uma operação policial estava em andamento em um distrito no nordeste de Paris. O vice-prefeito, Emmanuel Gregoire, twitou que a polícia estava em busca de um indivíduo “potencialmente perigoso”.

O metrô de Paris fechou linhas na área.

Em 2 de setembro 14 pessoas foram a julgamento em Paris, acusadas de serem cúmplices do ataque às instalações da Charlie Hebdo em janeiro de 2015, que matou 12 pessoas.

O tribunal ouviu que o grupo havia tentado vingar o profeta Maomé, quase uma década depois de a revista publicar desenhos que satirizavam o líder religioso.

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Internacional

Papa: homossexuais devem ser protegidos por leis de união civil

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O papa Francisco afirmou, em um filme lançado nessa quarta-feira (21), que os homossexuais devem ser protegidos pelas leis de união civil, em uma das linguagens mais claras já usadas pelo pontífice sobre os direitos dos gays.

“Os homossexuais têm o direito de ter uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deveria ser descartado ou se sentir infeliz por isso”, diz o papa no documentário Francesco, do diretor indicado ao Oscar Evgeny Afineevsky.

“O que temos que criar é uma lei da união civil. Dessa forma, eles são legalmente cobertos. Eu defendi isso”, acrescentou.

O papa pareceu estar se referindo à época em que era arcebispo de Buenos Aires e se opunha à legislação para aprovar casamentos de pessoas do mesmo sexo, mas apoiava algum tipo de proteção legal para os direitos dos casais homossexuais.

O biógrafo papal Austen Ivereigh disse à Reuters que os comentários do papa no filme foram as palavras mais claras que o pontífice usou sobre o assunto desde sua eleição em 2013.

Francisco, que no início de seu papado disse a famosa frase “Quem sou eu para julgar?” quando questionado sobre homossexuais que tentavam viver uma vida cristã, falou em uma parte do filme sobre Andrea Rubera, um gay que adotou três filhos com seu parceiro.

Rubera contou no filme que foi a uma missa matinal, que o papa celebrou no Vaticano, e lhe entregou uma carta explicando sua situação. Ele disse ao papa que ele e seu parceiro queriam criar os filhos como católicos em sua paróquia local, mas não queriam causar nenhum trauma para eles. Não ficou claro em que país eles vivem.

Rubera informou que o papa telefonou para ele vários dias depois, dizendo que tinha achado a carta “linda” e pedindo ao casal que apresentasse seus filhos à paróquia, mas que estivesse pronto para a oposição.

“Sua mensagem e seus conselhos foram muito úteis porque fizemos exatamente o que ele nos disse. É o terceiro ano que as crianças estão no caminho espiritual na paróquia”, afirma Rubera no filme.

“Ele não mencionou qual era sua opinião sobre minha família, então acho que ele está seguindo a doutrina nesse ponto, mas a atitude em relação às pessoas mudou muito”, acrescentou.

A Igreja Católica ensina que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas os atos homossexuais são, e afirma que os homossexuais devem ser tratados com dignidade.

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Internacional

Casos de covid-19 na Itália atingem novo recorde diário

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A Itália registrou 15.199 novas infecções de covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde nessa quarta-feira (21), o maior número diário desde o início do surto no país e acima do recorde anterior, de 11.705 no domingo (18). Na terça-feira, surgiram 10.874 casos novos do vírus altamente contagioso.

O ministério também relatou 127 mortes relacionadas à doença nessa quarta-feira, mais do que as 89 do dia anterior, mas muito menos do que o auge da pandemia na Itália, ocorrido em março e abril, quando se viu um pico diário de mais de 900 mortes.

Depois de diminuírem durante o verão, as infecções aceleraram de forma constante nos últimos meses. Agora elas estão distribuídas mais amplamente pelo país do que durante a primeira onda, mas a região mais duramente afetada voltou a ser a Lombardia, no entorno da capital financeira Milão.

Ontem, a Lombardia respondeu por 4.125 dos casos novos da Itália, e Milão e arredores se aproximaram de duas mil infecções nas últimas 24 horas.

O número de pessoas contaminadas em unidades de tratamento intensivo vem aumentando continuamente: na terça-feira eram 870 e ontem chegaram a 926, muito acima das cerca de 40 da segunda metade de julho.

Mas o número de amostras de exames coletadas nas últimas 24 horas também atingiu um novo recorde, indo de 144.737 na terça-feira para 177.848 ontem.

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