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Asteróide que dizimou dinossauros tinha poder de 10 bilhões de bombas nucleares

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Divulgação/Nasa

Efeitos pós-colisão foram mais devastadores para a vida terrestre do que a explosão em si

Cientistas descobriram novas evidências sobre o real tamanho do impacto causado pelo asteroide que dizimou os dinossauros no planeta Terra. Estudos de maciços pedaços de rocha do período apontam que o corpo celeste tinha a força de 10 bilhões das bombas atômicas utilizadas durante a Segunda Guerra Mundial.

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O impacto do asteroide no solo gerou um ‘inferno’ na Terra, dando início a diversos focos de incêndio, tsunamis e jogando na atmosfera uma quantidade de detritos suficiente para encobrir o brilho do sol, o que fez com que a temperatura no planeta fosse reduzida drásticamente após o aumento causado pelo fogo.

“Ele fritou e depois congelou toda a vida existente na Terra . Nem todos os dinossauros morreram exatamente no momento do impacto, mas acabaram não resistindo aos efeitos dessa explosão “, revela Sean Gulick, professor do Instituto de Geofísica da Universidade do Texas, em entrevista à rede norte-americana ABC.

As novas revelações foram divulgadas na última segunda-feira (9) em um estudo publicado no PNAS (Proceedings os the National Academy of Sciences), importante jornal do meio científico. O trabalho, escrito por cerca de 24 renomados cientistas da área, analisou diversos tipos de rochas da cratera causada pelo impacto do asteroide no Golfo do México .

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Reprodução/Nasa

Novos dados apontam que asteroide tinha força suficiente para destruir vida no planeta em um raio considerável

“Foi uma sequência de eventos que conseguimos recuperar desde o ponto zero. Isso nos mostrou os processos do impacto e as consequências dele da perspectiva de uma testemunha”, acrescentou Gulick.

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Um dos grandes achados da pesquisa foi a confirmação de que não havia ácido sulfúrico no local de impacto do asteroide, mas que as rochas ao redor eram ricas deste tipo de material químico. Este ponto comprova a teoria de que a colisão fez com que este ácido se desprendesse e fosse lançado na atmosfera, causando o congelamento do planeta.

“Apesar da explosão causada pelo asteroide ter sido massiva e responsável por boa parte das mortes, o que realmente causou a grande dizimação da vida na Terra foi a atmosfera do planeta, que ficou completamente modificada após a colisão. Só uma grande alteração como essa poderia causar uma extinção planetária como a vivenciada por aqui”, finalizou Gulick.

Fonte: IG Nacional
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Mais dois acusados pela tragédia na Boate Kiss vão a júri popular

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Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil

Incêndio na Boate Kiss, no dia 27 de janeiro de 2013, deixou 242 mortos

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul concedeu o pedido de desaforamento (transferência do processo de um local para o outro) para mais dois réus do incêndio na Boate Kiss , em Santa Maria , que deixou 242 mortos. Marcelo de Jesus dos Santos e Mauro Londero Hoffmann , apontados como dois dos quatro responsáveis pela tragédia que completou 7 anos no último dia 27 janeiro, serão levados a júri popular com data ainda não definida, em Porto Alegre.

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Marcelo e Mauro serão julgados com Elissandro Callegaro Spohr – um dos sócios da casa noturna junto com Mauro – que já tivera seu pedido de desaforamento aceito.

O quarto réu, Luciano Bonilha, que integrava a banda com Marcelo e são apontados como responsáveis pelo início do incêndio após show pirotécnico, é o único a ser julgado em Santa Maria no próximo dia 16 de março.

Os réus foram indiciados e responderão pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe e emprego de meio cruel, consumado 242 vezes e tentado 636 vezes, que prevê pena de 12 a 30 anos de prisão.

Julgamento único

A Associação dos Familiares das Vítimas da Tragédia (AVTSM) , por meio do presidente Flávio Silva, planeja, assim como já fez na aceitação do pedido de desaforamento da defesa de Elissandro, entrar com um recurso juntamente com Ministério Público no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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“O julgamento de Luciano está confirmado para o próximo de 16 (março) , mas o nosso interesse é promover um julgamento único na cidade em que ocorreu a tragédia. Até lá, acreditamos que muita coisa pode mudar.”, concluiu.

Fonte: IG Nacional
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Doria defende policial que atirou em bloco de carnaval e elogia segurança

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Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

João Doria fez elogios à ação de segurança durante festejos pré-carnavalescos

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), defendeu o policial civil que reagiu a um assalto e atirou em meio a um desfile de blocos de carnaval no Brooklin, Zona Sul da capital, na tarde do domingo. Cinco pessoas foram baleadas e ficaram feridas. A declaração foi feita durante entrevista à Globo News na tarde desta segunda-feira.

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“Todo policial em São Paulo é policial 24 horas por dia, não só quando está fardado e em cumprimento do seu dever. São Paulo teve um carnaval seguro. Dois milhões e meio de pessoas estavam nas ruas. Tivemos um único acontecimento envolvendo tiros e nenhuma vítima. Isso não apaga nem inibe a segurança de São Paulo nem a diversão nas ruas. Os tiros não determinaram a morte de ninguém”, declarou o tucano.

Doria aproveitou para recomendar aos foliões que não levem objetos de valor aos blocos de carnaval e que, não sendo possível deixar o telefone celular em casa, que as pessoas os utilizassem somente em locais seguros.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a Polícia Militar (PM) prendeu 413 pessoas no pré-carnaval de São Paulo, realizado no último fim de semana — Doria fala em 440. As detenções foram realizadas no âmbito da Operação Carnaval Mais Seguro, em coordenação com a Polícia Civil, feita para reforçar a segurança dos foliões durante o período de festa.

Questionado se o número de detenções seria suficiente para que o governo aumentasse o efetivo no período do carnaval, Doria respondeu que os mais de 400 presos “provam que o esquema foi eficiente”.

Segundo a secretaria, os policiais prenderam quatro pessoas e recuperaram 48 celulares furtados num dos blocos que desfilavam pela cidade, no Itaim Bibi, Zona Sul. O caso foi registrado no 14º DP, em Pinheiros . Sete das vítimas foram identificadas e receberam os aparelhos de volta.

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O grupo era composto por três mulheres e um homem, entre 22 e 30 anos. Eles foram localizados pela polícia ao serem flagrados carregando uma bolsa em meio à festa, que era passada entre os membros da quadrilha.

Fonte: IG Nacional
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