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Política MT

Associação do IFMT recorre à ALMT para viabilizar doação de terreno

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Em reunião com o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (DEM), nesta sexta-feira (16), na Presidência, o presidente da Associação dos Servidores do Instituto Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso, Roberto Miranda de Medeiros, solicitou o apoio da ALMT para intervir junto ao governo do estado e consolidar a doação da área onde funciona a atual sede da associação, desde 1989, na avenida Juliano da Costa Marques, em Cuiabá. No local também deverá ser construída a sede administrativa do IFMT, que atualmente funciona em prédio alugado. 

Botelho, que também é ex-aluno do IFMT, ouviu atentamente as reivindicações e orientou a formalização do pedido.

“Viemos aqui para procurar a melhor maneira de resolver esse impasse através de uma doação dessa área para nosso Instituto Federal. Ocorre que uma lei proíbe que o estado doe essa área para instituição privada como a nossa, mesmo tendo sido cedida no passado. Já investimos no local onde estamos há décadas”, esclareceu o presidente Miranda, ao destacar que, ao longo desses anos, a associação fez importantes investimentos, como a construção de campo de futebol society, piscina e salão de festas, para atender seus associados. Mas poderá ter que sair por causa de uma liminar.

A associação tem aproximadamente 120 membros e, além de lazer, oferece serviços de restaurante com desconto de 20% e escolinha de futebol.

O representante do IFMT, pró-reitor de Desenvolvimento Institucional, João Germano, disse que a instituição está presente em 19 campi e precisa do apoio para viabilizar o espaço.

“Em conjunto com a associação, queremos unir esforços junto ao governo do estado para viabilizar a doação dessa aérea, cerca de dois hectares, para a União. Dessa forma, conseguiremos fazer o projeto e buscar recursos para que seja edificada a sede administrativa do IFMT. A associação passa por essa demanda e temos interesse porque a instituição também se preocupa com a qualidade de vida dos nossos servidores. É uma forma de promover a saúde e a integração do servidor. Temos muitos colegas que já se aposentaram e frequentam o espaço, que é um ambiente que a instituição preza pela manutenção. Então, a gente vem de mãos dadas caminhar juntos nessa demanda”, ressaltou Germano. 

Também participaram da reunião o pró-reitor de Extensão, Marcos Taques; os professores e ex-diretores do IFMT Edivá Pereira e Henrique do Carmo Barros e a vice-presidente da Associação dos Servidores do IFMT, Marilza da Silva Taques. 

Fonte: ALMT

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Lei de desvinculação do Corpo de Bombeiros da PM em Mato Grosso completa 26 anos

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Lei Complementar de Romoaldo Júnior, garantiu autonomia administrativa e financeira ao órgão, hoje é subordinado ao Governador do Estado e vinculado a Sejusp

No dia 28 de outubro de 1994, há exatos 26 anos, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, desvinculava-se da Polícia Militar, por meio de Lei Complementar nº 32, de 10 de outubro de 1994 (D.O. 10.10.94), de autoria do deputado estadual Romoaldo Júnior (MDB). A separação garantiu autonomia administrativa e financeira ao órgão que hoje é subordinado hierarquicamente ao Governador do Estado e vinculado à Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).

Em visita ao gabinete do parlamentar, o tenente-coronel, Dércio Santos da Silva, coordenador geral do Comitê Temporário Integrado Multiagências de Coordenação Operacional de Mato Grosso (Ciman) e diretor adjunto operacional do Corpo de Bombeiros – disse que a lei garantiu amparo e legitimidade à corporação, permitindo até mesmo, concurso exclusivo na área.

Aprovado na primeira turma de bombeiros de Mato Grosso, chamada de ‘Turma Pioneira’ do CBMMT, o tenente-coronel disse que o concurso foi uma grande oportunidade que se abriu para vários tenentes temporários do Exército Brasileiro, inclusive para ele.

“O deputado Romoaldo é um político visionário, graças à propositura dele, foi realizado o concurso que ocorreu dois meses após a promulgação da lei“, reconheceu Dércio que está à frente da batalha contra os incêndios florestais em Mato Grosso e, em destaque, na Operação Transpantaneira II de combate ao fogo em todo o Pantanal mato-grossense, considerado um dos maiores da história.

 

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Com investimento de R$ 9,5 bilhões, Mais MT vai gerar 52 mil novos empregos em todo o Estado, diz Mauro Mendes

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Levantamento foi feito pela Secretaria de Estado de Fazenda, com base em metodologia do BNDES [Foto – Marcos Vergueiro]

Programa Mais MT, que prevê recursos de R$ 9,5 bilhões em investimentos nesta gestão (2019-2022), vai gerar mais de 52,4 mil empregos em Mato Grosso.

A afirmação é do governador Mauro Mendes, que lançou o pacote de obras e ações nesta semana. O Mais MT é dividido em 12 grandes eixos estruturantes: Segurança; Saúde; Educação; Social e Habitação; Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda; Infraestrutura; Turismo; Cultura, Esporte e Lazer; Simplifica MT; Eficiência Pública; Meio Ambiente; Agricultura Familiar e Regularização Fundiária.

“O Programa Mais MT vai gerar 52 mil novos empregos em todo o estado de Mato Grosso. Esses dados foram levantados pela Secretaria de Estado da Fazenda, que usou a metodologia do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], que é a metodologia utilizada para calcular o impacto dos investimentos na geração de empregos. São empregos, diretos, indiretos e gerados pelo efeito-renda”, destacou o governador.

Conforme o levantamento, o setor da construção será o maior beneficiado, com a previsão da criação de 40.400 novos postos de trabalho. Em seguida está o ramo de comércio (atacado e varejo), com 4.642.

Também estão previstos milhares de novos empregos relacionados a serviços de arquitetura, engenharia, testes/análises técnicas, pesquisa e desenvolvimento (2.998); na fabricação de máquinas, equipamentos, móveis e produtos de indústrias diversas (2.232); e no desenvolvimento de sistemas e outros serviços de informação (2.132).

“É um número gigantesco de empregos que estão sendo gerados nas obras públicas, na construção de hospitais, rodovias, nos investimentos na área do Turismo e em todos os investimentos que nós faremos. Teremos uma capacidade gigante de gerar empregos”, pontuou o governador.

Mauro Mendes registrou que a maior parte desses investimentos já está com dinheiro garantido em caixa, uma vez que a atual gestão conseguiu consertar o Governo após uma série de ajustes, como a reforma administrativa, corte de gastos, renegociação de dívidas, combate à sonegação, novo Fethab, LRF Estadual e a revisão dos incentivos fiscais.

“O Governo do Estado passou os últimos dez anos no prejuízo, no vermelho, ou seja, gastando mais do que arrecadava. Desde 2009 Mato Grosso gasta mais do que arrecada. Mas em 2019 foi o primeiro ano, depois de dez anos, que Mato Grosso fechou no azul, ou seja, sobrou dinheiro. E é esse dinheiro que sobrou que vamos usar para fazer escola, fazer rodovia, fazer hospitais… Para o cidadão, é isso que importa”, completou.

 

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