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Assim como futebol americano, EUA quer criar liga de Fortnite nas escolas

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Divulgação/Epic Games

Fortnite se torna esporte em escolas norte-americanas


A startup PlayVS fez um contrato de parceria com a Epic Games para promover torneios competitivos oficiais de Fortnite em escolas e universidades dos Estados Unidos . A ideia é formar uma liga semelhante a esportes tradicionais como basquete ou futebol americano.

Além da produtora do jogo, a startup também fechou parceria com a NFHS – Federação Nacional das Associações de Escolas de Segundo Grau, o órgão que define as regras de competição para a maioria dos esportes do ensino médio nos EUA .

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Escolas, pais ou os próprios alunos poderão pagar US$ 64 por jogador para competir na liga contra escolas vizinhas, como qualquer outro esporte. A PlayVS é a primeira empresa a fechar uma parceria oficial com a Epic Games , e isso permite que escolas e organizações não precisem de muito trabalho para participar dos torneios. Atletas acessam a partida diretamente pela plataforma da startup e a PlayVS fornece estatísticas e insights diretamente do jogo para treinadores, fãs e até recrutadores.

Desde o lançamento, mais de 13 mil escolas já aderiram à lista de espera para obter uma equipe de esports através da PlayVS, que representa 68% da rede de ensino dos EUA . Para efeitos comparativos, 14 mil escolas têm um programa de futebol americano, o esporte tradicional mais popular do país.

Fonte: IG Tecnologia
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Carnaval em SP: empresas orientam mesclar aplicativos e transporte público

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Transporte público é a forma recomendada de chegar até os blocos de Carnaval



O Carnaval já está acontecendo e, para chegar até os blocos de rua e as festas, muitos foliões optam pelos aplicativos de transporte particular, como Uber , Cabify , 99 e Lady Driver

Mas, segundo as próprias empresas, o melhor a se fazer durante o Carnaval é mesclar o uso de app com o uso de transporte público , planejando os trajetos antes. De acordo com a Cabify , “se deslocar com diversos modais pela cidade pode ser a escolha mais inteligente para que todos tenham tranquilidade em seu ir e vir”. 

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A 99 também concorda que essa seja a melhor opção. Por isso, a empresa criou um mapa da cidade de São Paulo para o Carnaval . Nele, os usuários conseguem ver a lista de bloquinhos, bem como sua localização na malha de transporte público da cidade. 

O mapa é bastante completo e mostra qual estação está mais próxima de cada um dos principais blocos de rua  do Carnaval  da capital paulista. A ideia da 99 é que os foliões usem o transporte público como modal principal, e recorram ao transporte por aplicativo apenas para chegar até as estações. 

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“A melhor maneira para chegar à maioria dos blocos é usar o transporte sobre trilhos. Nós criamos esta ação pensando em quem não mora no Centro Expandido da capital paulista ou próximo às estações, como forma de estimular a integração de modos de transporte. Nosso compromisso é contribuir para que as pessoas consigam e ir e vir com maior facilidade e economia”, afirma Stefano Manzolli, Gerente Regional de Marketing da 99 em São Paulo.

A ação mencionada por Manzolli se trata de descontos oferecidos pela empresa para viagens com origem ou destinos em estações de trem e metrô selecionadas. Durante o Carnaval , cada folião tem direito a 25% de desconto em até dez corridas do tipo. As estações contempladas estão descritas no mapa criado pela empresa .

Fonte: IG Tecnologia
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Etiqueta inteligente de baixo custo conecta roupas

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Olhar Digital

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Reprodução/Youtube

Etiqueta inteligente de baixo custo é capaz de restrear objetos


Uma startup que está desenvolvendo um novo tipo de etiqueta inteligente , baseada no protocolo Bluetooth , acaba de receber um aporte de US$ 20 milhões da PepsiCo e do braço de investimentos da Verizon, uma operadora de telefonia norte-americana. No ano passado, outras gigantes como a Samsung e Amazon também investiram na empresa, chamada Wiliot .

Seu produto é uma etiqueta eletrônica extremamente barata, que pode ser afixada a roupas, carteiras ou encomendas e transformar estes objetos comuns em objetos conectados , cientes de seus arredores e capazes de comunicar informação a um leitor próximo, como um smartphone .

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A etiqueta, do tamanho de um selo, é barata o suficiente para ser tratada como algo descartável e tem um processador ARM, antenas e sensores de pressão, temperatura e localização. Não há baterias: o processador é alimentado pela energia “grátis” vinda de sinais de rádio de redes Wi-Fi , Bluetooth e de telefonia celular nas proximidades.


A Wiliot afirma que está trabalhando em programas-piloto com 20 empresas de “porte mundial” e que já tem pedidos para centenas de milhares de etiquetas. Há inúmeros usos para a tecnologia, do rastreamento de encomendas e inventario à autenticação de produtos para combater falsificações.

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Uma das parceiras da Wiliot estuda adicionar as etiquetas a roupas, para que possa saber quando as peças são escolhidas e realmente usadas pelos clientes. Assim, poderá saber em tempo real quais os itens mais populares no dia-a-dia.

Ciente de preocupações com a privacidade , a Wiliot afirma que todas as conexões entre os chips e um leitor são criptografadas , e que a coleta de dados só é feita após permissão do usuário.

“Nosso negócio depende de que as pessoas aceitem os benefícios reais de ter uma identidade digital associada a nossos produtos”, disse Steve Statler, vice-presidente sênior de marketing e desenvolvimento de negócios da Wiliot.

Fonte: IG Tecnologia
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