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Assembleia Social leva serviços de saúde e jurídicos a comunidade ribeirinha de Barão de Melgaço

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Mulheres com suspeita de câncer de mama receberam encaminhamento para mamografia em Cuiabá

Foto: LUIZ GERALDO MARCHETTI

Atendimento ocorreu por meio de senhas previamente entregues

Foto: LUIZ GERALDO MARCHETTI

A Assembleia Social deu início a uma nova modalidade de atendimento: a prestação de serviços comunitários por agendamento, uma adaptação dos mutirões – suspensos em função da pandemia – atendendo aos protocolos de biossegurança. A primeira edição da ‘Ação Assembleia Social’ foi realizada na última sexta-feira (18), na Colônia Z5 dos Pescadores, em Barão de Melgaço.

Na ‘Ação’, foram prestados serviços de ‘atendimento de saúde da mulher e da família’, ‘acolhimento psicológico’ e ‘orientações jurídicas’. A iniciativa foi promovida por solicitação dos representantes da Colônia Z5 dos Pescadores, que ficaram responsáveis por fazer os agendamentos prévios dos atendimentos e distribuir senhas.

“Essas ações são para levar às comunidades alguns serviços que oferecíamos nos mutirões, mas a pandemia chegou e precisamos restringir. Neste formato, pretendemos levar para vários municípios de nosso Estado, objetivando acolher cada dia mais a população”, contextualizou a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

O médico Miguel Angel Claros prestou atendimentos de saúde da mulher, como prevenção ao câncer de mama, e de saúde da família, como controle de hipertensão. As mulheres em que foi identificado risco de câncer de mama receberam agendamento para mamografia em Cuiabá. 

“A importância deste programa está em atender as necessidades dos munícipes do ponto de vista de saúde. Nós sabemos que a prevenção das doenças é o alicerce do bem estar de todo cidadão”, pontuou Dr. Miguel.

O pedido da comunidade ribeirinha de Barão de Melgaço foi atendido prontamente, em função do pouco acesso de serviços. Uma das usuárias da ‘Ação Assembleia Social’, Sueli Dias, levou os exames médicos da mãe idosa, para avaliação, destacando a dificuldade de deslocamento para atendimento na capital.

“Trazer esses trabalhos aqui para nós é muito bom, porque a gente tem uma comunidade muito carente e não é todo mundo que tem recursos para se deslocar a Cuiabá”, comenta Sueli. “A Colônia [de pescadores] está de parabéns pela parceria com a Assembleia [Legislativa de Mato Grosso] e espero que continue tendo [ações como esta], porque a nossa comunidade precisa desse apoio, precisa ser lembrada”, requereu.

Fonte: ALMT

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Política MT

Com máscaras, manifestantes pedem impeachmet de Bolsonaro e avanço da vacinação em Cuiabá

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De forma pacífica, manifestantes pediram o afastamento do presidente Bolsonaro neste sábado (24), em Cuiabá Foto: Assessoria Adufmat

(*) Os protestos contra o presidente Jair Bolsonaro e em defesa no avanço da vacinação contra a Covid-19 ocorrem na tarde deste sábado (24), na Praça Alencastro, em Cuiabá. Da mesma forma como os atos mais recentes, as manifestações de hoje se deram de maneira pacífica, com a maioria usando máscaras como mediadas de proteção ao vírus causado pela pandemia.

Os manifestantes se concentraram na Praça Alencastro e saíram em passeata pelas avenidas Getúlio Vargas, Joaquim Murtinho, Isaac Póvoas, Prainha e retornaram à avenida Getúlio Vargas.

Na maior parte do trajeto, os manifestantes pediam o afastamento do presidente, Jair Bolsonaro (sem partido). Durante a carreata, populares acenavam positivamente, endossando a revolta contra o comandante do Palácio do Planalto.

“Só as ruas podem derrubar Bolsonaro. Não tirem as máscaras, tirem o Bolsonaro”, bradou Milton Dantas (PSTU), ex-candidato a prefeito de Várzea Grande e ferrenho crítico do atual mandatário do Governo Federal.

A mestra em matemática e física, graduada pela Universidade Pública de Campinas (Unicamp), Aline Vilela Leite de Oliveira, participou ativamente das manifestações deste sábado, em Cuiabá.

“A pauta principal foi o fora Bolsonaro, mas também apresentaram umas pautas secundárias contra a privatização dos Correios, contra a Reforma Trabalhista e a favor do aumento do auxílio emergencial para R$ 600, voltado aos mais vulneráveis”, asseverou Aline.

Além da participação do público em geral, entidades como Adufmat (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso), Sintep, UP (Unidade Popular) e partido históricos como o PC do B, PCB, PCO, PSTU e PT (Juventude Revolução) engrossaram os protestos contra Jair Bolsonaro.

A vereadora de Cuiabá, Edna Sampaio (PT), participou do ato e fez uso da palavra. Ele cobrou celeridade da vacinação contra Covid-19 na Capital.

(*) Com a colaboração de Aline Vilela Leite de Oliveira.

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Lei Federal obriga mudanças no regime de previdência e Estado acusa deputado de promover fake news

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Conforme o Governo de MT, José Medeiros distorce lei aprovada por ele mesmo

O deputado federal José Medeiros, apontado como um dos maiores propagadores de fake News, mais uma vez demonstra seu total desconhecimento de leis federais, inclusive de lei que ele próprio votou a favor.

No caso da emenda constitucional 103/2019, que trata da reforma previdenciária, o deputado fala, em suas redes sociais, que o governador teria a “opção” de estabelecer alíquota de previdência para aposentados e pensionistas. Uma fake News.

No entanto, Emenda 103 determinou que Estados e municípios, que possuíssem déficit financeiro com a previdência, adotassem as medidas necessárias para reestabelecer o equilíbrio financeiro e atuarial. As medidas são condições obrigatórias para que Estados e municípios não fiquem irregulares e inadimplentes com a União, o que impede de receber transferências de recursos, por exemplo.

A alíquota de 14% para os servidores ativos e a tributação de aposentados e pensionistas foram estabelecidas na própria emenda constitucional 103, como uma das medidas a serem adotadas. A legislação também possibilitou a isenção dos inativos até o teto do regime geral de previdência, sendo estabelecida alíquota progressiva dos ativos, em até 22%, porém essa medida foi descartada pelos Poderes e entidades que fazem parte do Conselho de Previdência do Estado.

Do contrário, outra medida seria criar um novo imposto estadual para cobrir o déficit, o que foi rechaçado de imediato pelo governo, uma vez que toda a sociedade teria de arcar com os custos.

Dessa forma, o deputado federal distorce as informações contidas na própria legislação federal para atacar o Governo de Mato Grosso, que busca regularizar e reequilibrar as contas do Estado e da previdência de seus servidores.

 

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