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Assembleia Social inicia curso de decoração com balões

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Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT

A Assembleia Social (antiga Sala da Mulher) fez a abertura do curso de decoração com balões no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Planalto nessa quinta-feira (19). Cerca de 20 mulheres aprenderam a encher colunas de balões e a fazer arcos e cachos para festas e eventos.

A coordenadora do Cras, Vanda da Silva Franco, destacou que é a primeira vez que o local recebe uma oficina da Assembleia Social. “Achei importantíssimo. Tem muitas mulheres nesse bairro que precisam de um curso assim. O curso de balões traz dinheiro imediato. As vagas preencheram rapidinho”, conta.

A possibilidade de complementar a renda foi o que atraiu a jovem de 23 anos Ana Clara Alves de Souza a participar da capacitação. “A gente, criando coragem vai até o fim, enfeita mesa, festas, eventos”, planeja. Algumas alunas também enxergaram o curso como uma oportunidade de economizar ao fazer festas e eventos em família. É o caso da dona de casa Maura Dias Fernandes. “Às vezes você quer fazer o aniversário de um neto e de um filho, você já sabe a decoração e não precisa pagar. Já ajuda muito”, afirma Maura.

O curso é comandado pela professora Elizabeth Ferreira, parceira da Assembleia Social há quatro meses, e dura uma tarde. Segunda ela, o tempo é suficiente para aprender o básico. “Você sabendo o tamanho do balão, como você vai amarrar e como você vai colocar, é a prática que vai trazer perfeição”, garante. Mesmo depois da oficina Elizabeth Ferreira também se disponibiliza para ajudar as alunas a colocar em prática os conhecimentos. “Elas pedem dicas de como cobrar, entram em contato quando têm alguma dúvida de amarração”, conta.

A diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira, lembra que o braço social do Legislativo realiza diversas ações desse tipo. “A gente dá desde cursos de decoração de balão até constelação familiar, passando por design de sobrancelhas e por tantas outras coisas. Nós já capacitamos desde o início da nossa gestão cerca de mil pessoas”, ressalta. “Isso constitui renda, fortalece essas mulheres, a gente trabalha com autoestima também”, completa Daniella Paula Oliveira.

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Pivetta mantém pré-candidatura ao Senado, critica postura de Carlos Fávaro e dispara: “Nesse país, tudo é possível”

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Vice-governador criticou as ações de Carlos Fávaro para assumir a vaga da ex-juiza Selma Arruda [F-Mayke Toscano]

O vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), questionado pela imprensa durante a solenidade de assinatura de uma cooperação técnica entre governo e prefeituras, que vai garantir a construção de três mil novas habitações (casas populares) em 25 municípios do Estado, no Palácio Paiaguás, afirmou que mantém sua vontade de disputar a eleição do Senado em Mato Grosso. Pivetta também analisou a posse do senador Carlos Fávaro na vaga da senadora cassada Selma Arruda.

“Não mantenho candidatura porque não tem. Houve a convenção, mas foi tudo anulado. Vamos aguardar a justiça eleitoral divulgar as novas decisões. Eu mantenho sim, minha vontade de disputar. Vamos aguardar, tudo no seu tempo”, disse o vice-governador.

Sobre a posse de Carlos Fávaro no Senado, Pivetta foi direto: “Ele assumiu o Senado com uma liminar, uma decisão monocrática do presidente do Supremo Tribunal Federal. Quem elege senador é o povo, não é o presidente do STF. Daqui uns dias vai ter eleição, vamos lá”.

Pivetta fez questão de argumentar que não avalia de forma positiva e nem negativa a posse de Fávaro. “Não é avaliar negativo nem positivo. Entendo que cargo eletivo tem que ser assumido por pessoas que são eleitas. Esse negócio de tapetão, de buscar recurso e mais recurso na justiça, primeiro para derrubar, depois para assumir, é coisa anormal, não é nada convencional, portanto eu não me encanto com isso e nem me desencanto, nesse País tudo é possível”, argumentou.

Questionado sobre o fato de o governador Mauro Mendes (DEM) ter feito o pedido na justiça para empossar Carlos Fávaro, Pivetta disse que “ele (Mendes) é o governador e eu o vice. Ele entendeu que era interesse do Estado, agiu da forma que entendeu que era viável naquele momento. Eu não critiquei, estou falando do fato em si, não me encanto nem me desencanto com isso, o governador fez o que ele achava que era melhor”.

Pivetta argumentou ainda que não vê vantagem para Fávaro que, certamente, vai disputar a eleição suplementar do Senado. “Não vejo vantagem por ele estar no cargo e disputar a eleição. A população é soberana e saberá escolher o melhor para Mato Grosso”, completou.

No que diz respeito à pandemia do novo coronavírus, o vice-governador disse que “Mato Grosso, com as medidas que foram tomadas pelo governo, nós estamos conseguindo avançar com o mínimo de impacto possível da pandemia. Eu acredito que o governo fez sua parte, os municípios estão ajudando, todos conscientes, sem ninguém querendo fazer show e Mato Grosso está perdendo menos com isso. Estamos perdendo menos. A pandemia em Mato Grosso está muito bem administrada no que é de dever e o que está na decisão de governo”.

 

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Estado denuncia prefeitura de Cuiabá por receber R$ 41 milhões e desabilitar UTIs para pacientes com Covid

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Representação foi protocolada na Procuradoria-Geral da República

A Procuradoria Geral do Estado protocolou uma denúncia na Procuradoria-Geral da República, em Mato Grosso, contra a Prefeitura de Cuiabá para que se apure atos ilícitos realizados com os R$ 41 milhões recebidos pelo município para o combate ao coronavírus. A denúncia foi encaminhada nesta sexta-feira (29) ao órgão investigativo.

As irregularidades vão desde a habilitação de leitos junto ao Ministério da Saúde sem nenhuma comprovação de que realmente estão disponíveis e equipados, até a falta de transparência na destinação das quantias vultosas recebidas do Governo Federal, uma vez que há constantes notícias de falta de EPIs, atrasos de pagamento de médicos e outros materiais básicos nas unidades de saúde de Cuiabá, além da inexistência de registros de compras dos equipamentos necessários para equipar as UTIS.

Na representação, a PGE relatou que até o dia 25 de maio deste ano, a Prefeitura de Cuiabá já recebeu R$  41,4 milhões do Governo Federal para o combate ao coronavírus. Porém, não há nenhuma informação sobre a destinação que tem sido dada a estes valores.

Conforme a Procuradoria, mesmo tendo recebido todo esse montante, a Prefeitura não fez qualquer esforço para assegurar aos profissionais da Saúde a estrutura e os materiais adequados (luva, máscaras, etc) para o enfrentamento da pandemia.

“A despeito da vultosa quantia, não se tem notado qualquer esforço da Administração Municipal no sentido de municiar os estabelecimento e profissionais de saúde com estrutura e materiais adequados para o enfrentamento da pandemia. Pelo contrário, a percepção generalizada dos médicos, enfermeiros e população em geral é no sentido de que as unidades de saúde carecem de itens fundamentais de proteção, o que inviabiliza o tratamento e, em certa medida, até colabora para a propagação de vírus”, conforme trecho extraído da petição.

A PGE citou que a Justiça do Trabalho chegou a conceder decisão judicial na qual obrigava a Prefeitura de Cuiabá a disponibilizar os materiais básicos aos profissionais de Saúde.

“Portanto, é evidente que os recursos extraordinários oriundos da União não estão tendo destinação adequada, pois, do contrário, não subsistiriam tantos problemas básicos para o enfrentamento da pandemia”.

Irregularidades nos leitos

Conforme a PGE demonstrou, até o momento a Prefeitura de Cuiabá não criou nenhum leito novo para atender aos pacientes com covid-19, fato que pode ser facilmente comprovado no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde no Ministério da Saúde.

“Não bastassem os registros lançados no CNES pelo próprio ente, os quais, por si só, refutam a criação de novas vagas, é interessante notar que o Portal de Transparência do Município não relaciona a aquisição de aparelhos/equipamentos indispensáveis à montagem de UTI, tais como respiradores, monitores etc”, reforçou.

Outro fato levantado pela PGE é que, no caso de Cuiabá, houve a habilitação indiscriminada de leitos para uso exclusivo de covid-19, conforme comprovado por este mesmo cadastro. “Todos os hospitais sob gestão municipal experimentaram tal manobra”.

Exemplo disso é que a Prefeitura lançou o Hospital São Benedito e o Hospital Municipal de Cuiabá como se fossem centros de referência no tratamento ao coronavírus. Todavia, a unidade de saúde escolhida como referência foi o Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (Antigo PSM), onde existem apenas 10 UTIs pediátricas dedicadas à pandemia e nenhuma UTI adulta.

“Ora, se apenas o antigo Pronto Socorro está recebendo pacientes infectados, qual a razão para habilitar outras unidades com leitos exclusivos e, consequentemente, mais custosos à União? Se a própria Administração Municipal definiu o antigo Pronto Socorro como hospital de referência, é possível que os leitos existentes nas demais unidades de saúde estejam sendo usadas para o tratamento de outras comorbidades, mas remuneradas como se COVID-19 fossem?”, questionou

Na representação, a PGE pede que ações imediatas sejam tomadas pelo Ministério Público Federal para que a Prefeitura comprove efetivamente a existência dos leitos. Além disso, pede que o município apresente os argumentos técnicos que justifiquem a extinção de 40 leitos de UTI.

Por fim, também foi requerida a devolução dos recursos recebidos, caso seja comprovado que foram indevidos.

 

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