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Assembleia Legislativa concede honraria ao presidente da Aprosoja-MT

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Fortalecimento Institucional

Assembleia Legislativa concede honraria ao presidente da Aprosoja-MT

Fernando Cadore, recebeu o Título de Cidadão Mato-grossense do deputado estadual, Ulysses Moraes, na noite desta quinta-feira (26), em Primavera do Leste, durante o Circuito Aprosoja

27/05/2022

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, recebeu na noite de quinta-feira (26), em Primavera do Leste, o Título de Cidadão Mato-grossense. A honraria foi concedida pelo deputado estadual, Ulysses Moraes, durante o 16º Circuito Aprosoja no município, que recebeu cerca de 600 participantes.

Durante a solenidade, o parlamentar salientou a capacidade profissional de Cadore e os relevantes serviços prestados à sociedade mato-grossense. “Quero agradecer o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore, nesses longos anos de trabalho e dedicação ao Estado de Mato Grosso, principalmente na região de Primavera do Leste. Sei que aqui constituiu sua família, planta e contribui para o desenvolvimento de nosso Estado”, concluiu Ulysses.

Para Cadore receber o Título de Cidadão Mato-grossense é uma grande honra e alegria.” Cheguei aos quatro anos de idade aqui em Mato Grosso com meus pais. Aqui me casei, tive meus filhos e hoje sou um produtor rural. Esse lugar me dedico incansavelmente na construção de uma vida digna e plena. Agradeço ao deputado Ulysses pelo Título e compartilho com todos os agricultores que aqui chegaram para desbravar as terras Mato-grossenses.

Presente no evento, o deputado estadual, Xuxu Dal Molin, também parabenizou Cadore e reafirmou o compromisso do presidente da Aprosoja-MT em prol da sociedade mato-grossense. “Quero agradecer os serviços prestados por Fernando Cadore ao Estado de Mato Grosso, principalmente frente aos trabalhos dessa grande entidade que é a Aproja”, enfatizou Xuxu. 

Currículo – Fernando Cadore deixou o Rio Grande do Sul com a sua família aos quatro anos de idade, o destino: Mato Grosso. Assim como muitos produtores rurais que chegaram ao Estado naquela década, os Cadore também vieram em busca de oportunidade de uma vida no campo. A família chegou em Campo Verde, mas se estabeleceu em Primavera do Leste, no ano de 1988.

Em 2010, Fernando se associou a Aprosoja-MT e começou a se engajar com a entidade. Foi delegado coordenador por Primavera do Leste de 2011 até 2013, depois assumiu o cargo de segundo vice-presidente Sul por dois anos (2016-2017). No último triênio (2018-2020) atuou como vice-presidente da instituição. Agora chegou ao cargo mais alto da entidade, foi eleito presidente com 1.900 votos pela chapa 01 “Aprosoja Decidida, Produtor mais Forte” para o triênio (2021-2023).

E aos 41 anos foi empossado como novo presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), no dia 18 de dezembro de 2020. O produtor rural conduz os trabalhos da entidade pelos próximos três anos. Na sua gestão, Fernando destaca os trabalhos voltados para a logística e o armazenamento. Cadore conduz uma das maiores entidades de classe do país.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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