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Aspectos processuais da LGPD serão debatidos em último módulo de capacitação

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O curso “LGPD – Aplicabilidade, Teoria e Prática”, realizado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), chega ao seu terceiro e último módulo na próxima semana, durante os dias 3, 4 e 5 de novembro. Nesta etapa, a capacitação tem como foco os aspectos processuais quanto à aplicação da LGPD.

A capacitação é fruto de parceria entre a Escola Superior de Contas TCE-MT, Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), do Tribunal de Justiça de mato Grosso (TJMT), e a Academia Brasileira de Formação e Pesquisa (ABFP).

Na quarta-feira (3), o evento é voltado exclusivamente para o público interno do Poder Judiciário e será transmitido no formato virtual para os interessados que já estão inscritos. Na ocasião, o tema será abordado pelos professores Alexandre Libonati de Abreu e Fábio Ribeiro Porto, das 8h30 às 10h30.

Já nos dias 4 e 5 de novembro, respectivamente, os professores André Castro Carvalho e Alexandre Zavaglia Pereira Coelho serão os responsáveis pelas palestras. Nesses dias, as aulas poderão ser assistidas presencialmente, no auditório da Escola Superior de Contas, e online, sempre a partir das 8h30 (horário de Mato Grosso).

Neste terceiro módulo serão analisadas as Resoluções 363 e 396 do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), com foco em temas como Direito Eletrônico, aspectos constitucionais do Direito Digital brasileiro, direito fundamental a proteção de dados, exigência humana da intimidade, privacidade, honra e imagem e o mundo digital, dentre outros.

O objetivo é aperfeiçoar a atuação dos servidores quanto ao tratamento de dados sensíveis, seus impactos e repercussões no tratamento dos dados pessoais pelo Setor Público, franqueando as devidas cautelas a serem adotadas quanto às informações prestadas, de modo a evitar sancionamento e posteriores responsabilizações.

A programação completa do encontro pode ser conferida aqui.

Conheça os professores:

Alexandre Libonati de Abreu – Graduado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Master in Comparative Law pela Samford University, nos Estados Unidos, pós-graduado em Direito Privado na Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Exerceu os cargos de procurador do Estado de São Paulo, procurador da Fazenda Nacional e procurador da República antes de ingressar na magistratura da Justiça Federal. Jurisdiciona a Segunda Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro, especializada em crimes financeiros e de lavagem de capitais desde 1999. Atualmente está convocado em auxílio à Presidência do Conselho Nacional de Justiça.

Fábio Ribeiro Porto – pós-graduado em Direito Privado na Universidade Federal Fluminense (UFF), mestre em Direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Juiz de Direito e professor palestrante da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), professor da Escola de Administração Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, professor do Curso de pós-graduação em Direito Privado da Universidade Federal Fluminense (UFF). Está convocado para auxiliar a Presidência do Conselho Nacional de Justiça.

André Castro Carvalho – Livre-Docente e Doutor em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Foi visiting fellow do Lauterpacht Centre for International Law (Cambridge). É professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP – Largo São Francisco), professor titular do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu – Mestrado e Doutorado – da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp). Procurador Regional da República. É autor de obras em Direito Internacional Público, Direito Internacional Privado e Direitos Humanos.

Alexandre Zavaglia Pereira Coelho – Mestre em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2003), doutorando na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp – Departamento de Farmacologia. Advogado especializado em ciência de dados aplicada ao Direito, atua nas áreas de Direito e Tecnologia, Empresarial, Educacional (Regulação e Supervisão no Ensino Superior) e Responsabilidade Civil na área da saúde. Criador do primeiro curso de Ciência de Dados aplicada ao Direito do Brasil, assim como dos primeiros cursos no país de Direito da Inteligência Artificial e de Visual Law. Co-fundador da Future Law e de empresas de tecnologia voltadas para o mercado jurídico, como a Legal Score e a Villa – Visual Law Studio. Um dos coordenadores da série de livros denominada Direito, Inovação e Tecnologia da Editora Saraiva, e da Revista Direito e Novas Tecnologias – RDtec da Revista dos Tribunais – RT.

André Garcia Santana
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
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Fonte: TCE MT

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Palestra sobre Prescrição no Âmbito dos Tribunais de Contas totaliza mais de 500 visualizações

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A palestra sobre a Prescrição no Âmbito dos Tribunais de Contas – Decisões Recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), realizada nesta segunda-feira (6) pela Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), contabilizou mais de 500 visualizações no canal do TCE-MT no YouTube. 

Supervisor da Escola, o conselheiro José Carlos Novelli fez questão de evidenciar o palestrante, Elísio de Azevedo, e a relevância do tema.

“Estamos muito honrados por nos atender e compartilhar o seu profundo saber sobre o tema caro e relevante, que está sendo objeto de debate e atualização de entendimentos, que é a prescrição no âmbito dos tribunais de contas. Agradeço imensamente sua colaboração para aprimorar o conhecimento do nosso quadro de membros, servidores do TCE, do Ministério Público de Contas (MPC) e das escolas publicas de formação que atuam em cooperação com o TCE”, destacou o conselheiro

Na oportunidade, o supervisor também ressaltou seu período à frente da Escola de Contas. “Creio que essa será a minha derradeira manifestação enquanto supervisor da Escola Superior de Contas, função que me foi designada pelo presidente, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, e que desempenhei com muita dedicação, trabalho e zelo. Com a missão de presidir o TCE no biênio 2022/2023, serei substituído nessa supervisão pelo conselheiro Waldir Julio Teis, que tenho certeza terá uma gestão plenamente realizadora”.

De acordo com o palestrante, a relevância do tema se deve ao fato de que o Supremo Tribunal Federal (STF) vem firmando entendimento contrário ao defendido em julgados do Tribunal de Contas da União (TCU).

Para o STF, o prazo para a prescrição das pretensões punitiva e indenizatória é o mesmo, de cinco anos. Em julgamento unânime, a Suprema Corte negou provimento ao Recurso Extraordinário 636.886/AL, paradigma do Tema 899 de Repercussão Geral. 

No julgamento, foi fixada tese acerca do reconhecimento da prescritibilidade da pretensão de ressarcimento (indenizatória) ao erário, em se tratando de tribunal de contas, que ocorre em cinco anos.

Sendo assim, ao longo do evento, o palestrante, que é advogado atuante há quase duas décadas em processos de controle externo, abordou os impactos da fixação da presente tese e sua aplicação nas decisões do TCU.

Com especialização e experiência em tribunais de contas, Elísio também foi auditor federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), é procurador lotado na Procuradoria-Geral do DF e consultor de renomados escritórios de advocacia do País.

O encontro virtual reuniu participantes de 12 municípios do estado, além de representantes de 11 instituições.

Clique aqui e confira a palestra na íntegra. 

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Flickr: clique aqui

Fonte: TCE MT

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Pleno responde a consulta sobre despesas do Fundeb

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Tony Ribeiro/TCE-MT

O Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) respondeu a resolução de consulta da Prefeitura de Guarantã do Norte acerca do conceito e definição de profissionais da educação básica para fins de contabilização de despesas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Apreciado durante a sessão extraordinária remota de sexta-feira (6), o processo, sob relatoria do conselheiro Valter Albano, apontou que os entes da federação estão sujeitos às normas gerais da União, em virtude da competência concorrente prevista no artigo 24,inciso 9 da Constituição da República, dentre outras regras, previstas em lei.

“Os entes estão sujeitos às normas gerais da União em virtude da competência de concorrência, assim como as regras estabelecidas nas leis 9394 de de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a Lei 13935 de 2019, em razão da competência privativa da União para legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional”, disse.

O relator esclareceu ainda que, na nova Lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb),  são considerados profissionais da educação básica aqueles definidos no artigo 61 da Lei 9394/2019, bem como os profissionais referidos no artigo 1 da Lei 13935.

A norma considera o efetivo exercício  do servidor nas redes de educação básica, além das regras de custeio de despesas com recursos do Fundo.

“Veio a nova Lei e disse que os recursos do Fundeb, devem custear, naquele percentual previsto, os profissionais da educação de sentido genérico, todos aqueles que exercerem atividade educacional na escola, ou, se fora da escola, direcionada à atividade fim da educação”, concluiu o relator.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento. 

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
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Fonte: TCE MT

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