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Artista finlandês cria um hot rod da Mercedes-Benz

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Mercedes
Divulgação

Hot Rod de Mercedes-Benz é a união de dois opostos. São carros de dois públicos, duas escolas diferentes e dois estilos diferentes

Os carros Mercedes-Benz nunca foram adequados para se tornarem hot rods apropriados. Os hot rods , que normalmente são baseados em modelos americanos dos anos 30 — quando essa cultura começou a ganhar força — sempre foram símbolo de rebeldia. Enquanto isso, os Mercedes-Benz sempre foram luxuosos e conservadores. Isso até surgir a renderização do artista finlandês Jesse Miettinen, que pensou no impensável: unir esses dois universos opostos.

O hot rod da Mercedes-Benz tem tudo o que caracteriza essa escola de customização americana. Tem um nariz curto e inclinado, abandona os pára-lamas, veste pneus largos em rodas com raios de arame e conta com nada menos que seis grandes saídas de escapamento. Em tempos onde rebeldes colocavam batatas nos escapamentos dos policiais, para que não conseguissem ligar suas viaturas e iniciar perseguições aos seus hot rods , neste Mercedes clássico , seria difícil achar um substituto grande o bastante para elas.

A construção do crossover, por sua vez, leva bastante alumínio na carroceria, algo que moderniza o conceito de hot rod , oferecendo mais leveza e desempenho. Nada foi dito sobre os conjuntos mecânicos, mas pelas imagens, é possível notar que é equipado com um motor V6, pelos dois coletores de escape, um para cada bancada de cilindros, com três saídas cada. Poderia vir com um V8 biturbo da AMG, não?

A dinâmica tampouco deverá ser o seu ponto forte, uma vez que hot rods são duros e desequilibrados. Ainda assim, deve ser um dos projetos mais inusitados do tipo, e uma vez que o artista decidir levar o projeto adiante e tirá-lo do papel, certamente seria o grande destaque de vários encontros de carros exclusivos.

Fonte: IG CARROS

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Cinco versões do Ford Escort que não tivemos no Brasil

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Lançado no Brasil em 1983, o Escort representou um enorme avanço para a filial brasileira da Ford. Correspondendo ao modelo europeu de terceira geração, foi o primeiro carro alinhado com a linha europeia da marca americana e ficou conhecido por versões icônicas como o conversível e o esportivo XR3.

Depois do carro pioneiro, o Escort seria comercializado por aqui em mais três gerações e sairia de cena apenas em 2003, quando a Ford já havia lançado o seu sucessor, o Focus. Inicialmente fabricado no Brasil, teve a sua última geração importada da Argentina.

Fora do Brasil, o modelo fez bastante sucesso no exterior. O nome Escort, aliás, segue em uso em um sedã da Ford feito na China. Confira abaixo algumas variações que não tivemos por aqui.

Escort Turnier

Ford Escort
Divulgação

Ford Escort Turnier


A primeira geração do Escort brasileiro foi oferecida com uma gama de carrocerias que incluía versões de três e cinco portas, além do conversível.

Mas uma opção que não tivemos foi a variação station wagon, que podia ser adquirida no mercado europeu em variações de três ou cinco portas. Por aqui, a perua Escort SW viria apenas em 1996, importada da Argentina.

Escort Turbo

Ford Escort
Divulgação

Ford Escort RS Turbo


O esportivo Escort XR3 de segunda geração (quarta na Europa) teve como opção de motor mais potente no Brasil o AP 1.8S vindo da Volkswagen. Fruto da formação da Autolatina, desenvolvia declarados 99 cv.

No mercado europeu, esta mesma geração tinha como opção mais potente a RS Turbo, que trazia um motor 1.6 turbinado capaz de desenvolver 134 cv. Com este conjunto, o Escort esportivo acelerava de 0-100 km/h em 8,7 segundos e batia os 206 km/h de velocidade máxima.

Escort RS Cosworth

Ford Escort
Divulgação

Ford Escort RS Cosworth


Uma das variações mais interessantes já criadas do Escort, a RS Cosworth foi produzida entre 1992 e 1996 na Alemanha, como uma versão de homologação do carro para o WRC, o Campeonato Mundial de Rali.

A carroceria do Escort original foi adaptada para usar a base do médio-grande Sierra. Já os motores 2.0 turbo, desenvolvidos e fabricados pela britânica Cosworth , eram da família YB e desenvolviam 227 cv em sua versão de rua.

Escort Van

Ford Escort Van
Divulgação

Ford Escort Van


Diferente da perua Escort SW, que chegou na parte final da vida do modelo no Brasil, uma variação que nunca chegou aqui foi o Escort Van. Idêntico ao carro de passeio até a coluna central, tinha na traseira um compartimento para levar até 715 kg de carga.

Popular no Reino Unido, trazia uma gama de motores com opções 1.3 a gasolina Endura-E de 60 cv (o mesmo que chegou a ser oferecido no Fiesta brasileiro) e os 1.8 diesel de 60 ou 70 cv (com ou sem turbo). O Escort Van ficou em linha até 2002.

Escort chinês

Ford Escort (China)
Divulgação

Ford Escort (China)


O nome Escort voltou a ser utilizado em carro da Ford em 2015. Projetado para ser o sedã de entrada da marca na China, o modelo era construído sobre a mesma plataforma do Focus de segunda geração.

Apesar da proposta, o novo Escort tem tamanho de sedã médio (é 11 cm mais longo do que um Chevrolet Onix Plus ) e é oferecido com um motor 1.5 a gasolina de 122 cv, que pode ser combinado a um câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem.

Fonte: IG CARROS

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Projeto de lei quer tornar autoescola opcional para tirar a CNH

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Simulador de direção em Auto Escola
Gabriel Jabur/AgBr

Simulador de direção em Auto Escola


Uma proposta que tramita na Câmara dos Deputados prevê tirar a obrigatoriedade de frequentar uma autoescola para poder tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Este é o ponto central do Projeto de Lei 4.474/2020, do deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP).


O deputado argumenta que a ideia de dispensar a autoescola é para tornar “menos burocrático e custoso” o processo da CNH. Atualmente, o candidato a motorista precisa cursar 45 horas de aulas teóricas em um CFC (Centro de Formação de Condutores) e ser aprovado em uma prova, para então seguir para as 25 aulas de direção em autoescola que precedem o exame prático.

Pela proposta, o candidato a motorista poderá optar por realizar a instrução teórica por conta própria, tendo apenas que ser aprovado no exame teórico — que deverá ser o mesmo dos condutores formados no CFCs — para ser autorizado para as lições práticas.

Já as aulas de direção poderiam ser dadas por quaisquer motoristas, desde que habilitados há pelo menos cinco anos e que não tenham sido penalizados nos últimos cinco anos com suspensão ou cassação da CNH, ou que tenham sido processados ou condenado por crimes de trânsito.

Ainda pelo projeto, esses instrutores independentes teriam que se cadastrar nos órgãos de trânsito e precisariam fornecer a instrução em veículos devidamente identificados para tal. Como acontece atualmente com os carros de autoescola.

Fonte: IG CARROS

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