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Política Nacional

Arthur Lira diz que números atuais mostram recuperação do desemprego

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), fez hoje (3) uma análise do cenário do desemprego no país. Durante a Comissão Geral, no plenário da Casa, para debater o diagnóstico, as desigualdades e as perspectivas do mundo do trabalho no Brasil, o deputado destacou que apesar de em 2020 e 2021 o país ter registrado recordes de desempregados, na casa de 15%, os números mais atuais revelam processo de recuperação em curso. “A taxa de desocupação caiu para 11% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, menor resultado para o período desde 2016, sendo que ainda temos 12 milhões de brasileiros à espera de um salário”, disse.

Lira lembrou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março foi o maior para o mês em 20 anos, o que reduziu ainda mais o poder de compra do brasileiro. O indicador é considerado o termômetro oficial da inflação no Brasil. “A cada dez trabalhadores, quatro são informais e não há sinais de que esse índice possa apresentar redução em curto prazo”, avaliou. Segundo ele, os mais prejudicados são aqueles “já vitimados pela exclusão social”.

Compromisso

Ao destacar o cenário econômico atual, Lira reafirmou o compromisso dos deputados com a continuidade da melhoria dos índices de desemprego e o fortalecimento de “políticas econômicas responsáveis”. Nesse sentido, avaliou que o trabalho remoto, adotado por muitos setores produtivos durante a fase mais dura da pandemia de covid-19, prejudicou os que não tinham meios, equipamentos e tecnologias para trabalhar de casa. “É crucial que os embates políticos olhem para esses elementos da realidade trabalhista. O poder público deve proporcionar crescimento da economia e geração de empregos formais, que dependem da melhoria do ambiente de negócios e atração de investidores”, defendeu.

*Com informações da Agência Câmara

Edição: Graça Adjuto

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Política Nacional

Candidatos comentam acusação de assédio do presidente da Caixa

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Ciro Gomes e Simone Tebet - 29.06.2022
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Ciro Gomes e Simone Tebet – 29.06.2022

Os pré-candidatos à Presidência da República criticaram nesta quarta-feira o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que foi acusado por colegas de trabalho de assédio sexual. As denúncias são investigadas pelo Ministério Público Federal. Diante das acusações, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) pediu a “demissão sumária” de Guimarães.

“É inadmissível. A mulher precisa ser respeitada. A cara mais pobre do Brasil é a de uma mulher. Elas não devem sofrer caladas”, disse ela durante a participação em um evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. A parlamentar ainda afirmou que já sofreu “assédio sexual” em ambiente de trabalho e “violência política”. “Agora temos como denunciar”, completou.

Logo depois, foi a vez do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) se pronunciar sobre o assunto durante o evento: “Uma autoridade pública que usa do seu poder para constranger sexualmente uma mulher é um bandido. Tinha que ser demitido e responder pela cadeia”, afirmou ele. Pré-candidato do PT, o ex-presidente Lula ainda não comentou sobre as acusações contra Guimarães.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Lula diz que Moro hoje é ‘figura defenestrada na política brasileira’

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Lula falou sobre o ex-juiz Sergio Moro, responsável pelas condenações do ex-presidente no âmbito da Lava Jato
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Lula falou sobre o ex-juiz Sergio Moro, responsável pelas condenações do ex-presidente no âmbito da Lava Jato

Nesta quarta-feira (29), o  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro tinha um objetivo político ao condená-lo nas ações no âmbito da Operação Lava Jato  e que, hoje, o ex-juiz é uma “figura defenestrada na política brasileira”.

“Quando eu fui prestar depoimento, eu disse para o Moro ‘olha, você está condenado a me condenar, porque a mentira já foi longe demais’. E ele sabia que ele estava mentindo, porque ele tinha informação, ele sabia dos processos e ele sabia que eu não tinha cometido crime”, disse Lula em entrevista à Rádio Educadora , de Piracicaba (SP), no início desta tarde.

“Eu tentei mostrar para ele o erro que ele estava cometendo, mas ele estava com um objetivo político e levou isso até o fim, e acabou no que acabou. Hoje, ele é uma figura defenestrada na política brasileira e para muita gente na sociedade”, continuou.

Moro foi responsável pelas condenações do ex-presidente no âmbito da Operação Lava Jato. Em abril do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou todas as condenações de Lula .

O placar foi de 8 a 3, com os votos de Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso para a anulação. Os votos de Kassio Nunes, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux foram pela manutenção das condenações. A decisão devolveu os direitos políticos de Lula, permitindo que ele seja candidato nas eleições de 2022.

Em junho do ano passado, o STF declarou, por sete votos a quatro, que o ex-juiz atuou com parcialidade ao julgar Lula .

Após se filiar ao União Brasil no início deste ano,  Moro anunciou que não disputaria a vaga ao Planalto nas eleições  e seria candidato a deputado federal por São Paulo.

Lula, por outro lado, aparece liderando todas as pesquisas eleitorais. Segundo  última pesquisa do Datafolha divulgada no último dia 26, o petista derrotaria o presidente Jair Bolsonaro (PL) em eventual segundo turno por 57% a 34%. O petista vence nos cenários contra todos os seus principais adversários na disputa presidencial, conforme os dados.

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Fonte: IG Política

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