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ARROZ/CEPEA: Com demanda aquecida e produtor recuado, preços seguem elevados

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Cepea, 05/08/2020 – A demanda pelo arroz sul-rio-grandense de compradores paulistas e catarinenses está aquecida. No entanto, orizicultores consultados pelo Cepea seguem retraídos, com interesse apenas em efetivar negócios pontuais e com volumes não expressivos, esperando preços ainda mais elevados nos próximos meses. Neste cenário, a “queda de braço” entre produtores e compradores se acirrou, especialmente com aqueles demandantes que têm a pretensão de expandir seus estoques para, pelo menos, até o final deste ano ou início de 2021. De 28 de julho a 4 de agosto, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros (média ponderada), registrou expressiva alta de 3,82%, encerrando com média de R$ 68,98/sc de 50 kg na terça, 4, renovando o recorde nominal e se aproximando ainda mais do recorde real (considerando os efeitos da inflação), de R$ 69,95, observado em maio de 2008. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br.

 

Fonte: CEPEA

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Duas chapas registram candidatura para diretoria da Aprosoja

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Fortalecimento Institucional

Duas chapas registram candidatura para diretoria da Aprosoja

As chapas 01 e 02 apresentaram documentação nesta terça-feira (29.09)

29/09/2020

A Comissão Eleitoral, responsável pelas eleições 2020 da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), recebeu registro de candidaturas de duas chapas que irão concorrer a nova diretoria da entidade para o triênio 2021-2023. As chapas 01 e 02 apresentaram documentação nesta terça-feira (29.09) na sede administrativa da associação, em Cuiabá.

 

A Chapa 01, denominada “Aprosoja Decidida Produtor Mais Forte”, traz o produtor rural de Primavera do Leste, Fernando Cadore ao cargo de presidente e Lucas Costa Beber, de Nova Mutum, como vice-presidente. Também compõe o grupo Nathan Belusso do município de Sorriso, que concorre a diretor administrativo e o produtor Antonio Cavalaro, de Lucas do Rio Verde, pretenso diretor financeiro.

Já a Chapa 02, com nome “Aprosoja para Todos”, é encabeçada pelo produtor rural de Canarana, Marcos da Rosa, como presidente e Ricardo Arioli, de Tangará da Serra, ao cargo de vice-presidente. Para vaga de diretor administrativo, a chapa traz o produtor de Diamantino, Altemar Kroling e para diretor financeiro, Otávio Palmeira, de Primavera do Leste.

Produtores rurais associados que desejam concorrer a uma vaga de delegado para um dos 25 núcleos ou compor chapa para nova diretoria da Aprosoja tem até 09 de outubro para entregar a documentação de registro de candidatura.

Os documentos originais devem ser entregues na sede administrativa entidade, localizada na Rua Engenheiro Edgard Prado Arze, n°1.777 – Edifício Cloves Vettorato, Centro Político e Administrativo (CPA).  Porém, os candidatos a delegados podem encaminhar a documentação via e-mail para Comissão Eleitoral, pelo endereço [email protected]

Eleição – A eleição será realizada no dia 09 de novembro de 2020 (segunda-feira), das 7h às 17h (horário de Mato Grosso). Os 25 núcleos da Aprosoja se tornarão local de votação, bem como a sede da entidade, em Cuiabá.

Produtor, atualize seu cadastro e evite transtornos no momento da votação. Encaminhe sua solicitação de atualização cadastral para [email protected] .

 

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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LEITE/CEPEA: Preço ao produtor chega a R$ 2,13/litro e renova recorde histórico

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Clique aqui e baixe o release completo em word.

 

Cepea, 29/09/2020 – O preço do leite captado em agosto e pago ao produtor em setembro aumentou 9,7% frente ao mês anterior (ou 18 centavos) e chegou a R$ 2,1319/litro na “Média Brasil” líquida, renovando, portanto, o recorde real da série histórica do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Assim, o preço médio deste mês está 51,4% superior ao registrado em setembro do ano passado, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de agosto/20).

 

De acordo com pesquisas do Cepea, o preço do leite no campo registra alta acumulada de 56,4% desde o início deste ano. Essa expressiva valorização é explicada pela maior concorrência das indústrias de laticínios pela compra de matéria-prima, já que a produção de leite segue limitada.  Mesmo com os preços do leite elevados, a produção tem crescido pouco em relação à demanda e o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L) registrou avanço de 3,9% de julho para agosto.

 

O aumento das cotações ao produtor entre março e agosto é um fator sazonal, já que a captação de leite é prejudicada pela baixa disponibilidade de pastagens, em decorrência da diminuição das chuvas no Sudeste e no Centro-Oeste. Mas, neste ano, a situação foi agravada.

 

Do lado da produção, deve-se destacar que as condições climáticas estiveram mais severas em 2020, com destaque para a estiagem no Sul do País, que impactou negativamente sobre a atividade leiteira. Também é preciso dizer que o aumento nos custos de produção em relação ao ano anterior tem dificultado os investimentos na produção. Somado a isso, a atípica queda de preços ao produtor em maio (diante das incertezas no mercado início da pandemia) deixou os pecuaristas mais cautelosos – muitos secaram as vacas ou diminuíram os investimentos. Essas ações no passado dificultaram a retomada do crescimento da produção, já que a atividade leiteira é diária e seu planejamento tem efeitos tanto imediatos quanto nos meses posteriores.

 

Outro motivo é a redução considerável dos estoques de derivados lácteos. Isso está atrelado à recuperação do consumo, ancorado nos programas de auxílio emergencial. Há, também, que se destacar que, no primeiro semestre, o volume de importações de lácteos foi enxuto, devido à desvalorização do Real frente a moedas estrangerias – o que contribuiu para a demanda superar a oferta e para a concorrência acirrada das indústrias de laticínios na compra de matéria-prima.

 

EXPECTATIVA – De acordo com agentes de mercado, o movimento de alta no campo deve perder força nos próximos meses. Isso porque o final da entressafra se aproxima com o início da primavera e com condições climáticas mais favoráveis para a produção leiteira. Além disso, a indústria tem aumentado as importações de lácteos, visando diminuir a disputa pela compra de matéria-prima. Como consequência dessa expectativa de maior disponibilidade de leite e derivados, pesquisas do Cepea mostram que o preço médio do leite spot em Minas Gerais se elevou apenas 0,2% na primeira quinzena de setembro e recuou 5,5% na segunda quinzena do mês, chegando a R$ 2,61/litro.

 

O acompanhamento diário das negociações de derivados durante a primeira quinzena de setembro também indicou desaceleração dos preços, devido à pressão dos canais de distribuição e ao endurecimento das negociações. Na parcial de setembro (considerando-se preços até o dia 29), as quedas nos valores médios da muçarela e do leite UHT negociados no estado de São Paulo foram de respectivos 1,5% e de 3,3%. Assim, existe uma tendência de estabilidade-queda para o preço do leite captado em setembro e a ser pago em outubro.

 

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: [email protected]

Fonte: CEPEA

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