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Arma furtada de empresa de segurança é recuperada e homem é preso em flagrante por porte ilegal

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (Derf) de Várzea Grande prendeu em flagrante nesta segunda-feira (22) um homem de 36 anos suspeito por receptação qualificada e porte ilegal de arma de fogo.

A equipe de investigação estava apurando roubos ocorridos na região de Várzea Grande, entre eles um que teve como vítima uma empresa de terraplanagem, quando recebeu informação de que o fornecedor do armamento seria um morador do bairro Capela do Piçarrão.

Em diligências, os policiais civis avistaram quando o suspeito saiu de sua residência com um volume na cintura e encontrou com outra pessoa que chegou ao local em uma motocicleta Honda/CG, cor preta, cuja placa estava dobrada. Ao levantar a camiseta, os investigadores observaram o cabo de uma arma de fogo. Em seguida, foi acionado o apoio de outra equipe e em buscas na casa foi localizada a arma escondida dentro de uma meia, embaixo de uma pilha de roupas.

O revólver calibre 38 estava com sete munições intactas e foi furtado em maio do ano passado de uma empresa de segurança no bairro Cidade Alta, em Cuiabá.

Durante a ação, a esposa dele, 26 anos de idade, a todo momento relatava que a arma seria dela, como forma de retirar a responsabilidade do marido e contrariando o que foi apurado pela equipe policial.

O suspeito detido já responde por outro crime e foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e receptação qualificada. Ele foi encaminhado para a unidade prisional do Capão Grande.

Já a mulher dele foi autuada e assumiu compromisso de comparecimento ao Juizado Especial Criminal pelo crime de autoacusação falsa.

 

Fonte: PJC MT

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Policial

Operação da Polícia Federal contra fraudes de R$ 170 mil no Auxílio Emergencial cumpre mandados em MT

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Além de MT, são cumpridos mandados em outros sete estados

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (4) em Mato Grosso, Bahia, Amazonas, Goiás, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo, a “Operação Quarta Parcela”, no combate a fraudes aos benefícios emergenciais, disponibilizados pelo Governo Federal à população carente em função da pandemia de coronavírus.

De acordo com a PF, participam da operação 97 policiais federais, que cumprem 28 mandados de busca e apreensão e sete mandados de sequestro de bens, em um total de mais de R$ 170 mil bloqueados por determinação judicial.

A ação é fruto do trabalho conjunto da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União, instituições que participam da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE).

Ainda segundo a PF, para a deflagração da operação foram instaurados inquéritos independentes em cada estado, com expedição de mandados pela Justiça de cada ente federativo. Apenas a ação de cumprimento desses mandados é que foi coordenada entre as equipes de PF de cada estado.

A operação tem como objetivo identificar fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos ao programas assistenciais e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde, a Polícia Federal prossegue com a realização de ações em prol da sociedade.

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Policial

Polícia Civil cumpre 24 ordens judiciais contra organização criminosa atuante no interior de MT

Publicado


Camila Molina/Polícia Civil-MT

Vinte e quatro mandados judiciais com alvo em uma organização criminosa atuante na região leste do estado são cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (04.03), na operação “Number One”, deflagrada pela Delegacia Regional de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá) com base em investigações da Delegacia de Canarana (823 km a leste).

Dentre as ordens judiciais, 16 mandados são de prisão e oito de busca e apreensão domiciliar (cinco expedidos pela 7ª Vara Criminal de Água Boa e três expedidos pelo Judiciário de Canarana). Parte dos mandados são cumpridos em unidades prisionais de Água Boa, Barra do Garças e Cuiabá. 

Segundo o delegado regional de Água Boa e coordenador dos trabalhos, Valmon Pereira da Silva, a operação possui objetos prioritários como coibir a ramificação e permanência da facção na região, responsabilizar os criminosos por atos de violência perpetrados principalmente nas modalidades de tráfico de drogas, roubo e extorsão, prevenção e repressão a investidas contra membros das Forças de Segurança. 

“Além de desarticular a atuação da facção, a operação tem o objetivo de apreender armas, munições, drogas e produtos oriundos de furtos, que são objetos das buscas, devolvendo a tranquilidade à sociedade já que, os integrantes do grupo criminoso tem agido de forma intimidatória para marcar território”, disse Valmon. 

Investigação

O trabalho investigativo conduzido pelo delegado de Canarana, Deuel Santana, iniciou em 2019, reunindo provas que resultaram na identificação de uma complexa rede criminosa atuante dentro e fora de unidades prisionais do estado de Mato Grosso. De acordo com as investigações, os integrantes do grupo criminoso, mesmo detidos do em unidades prisionais, ordenam crimes e participam diretamente de suas execuções.

“Durante as investigaões, ficou demonstrado que apesar dos esforços empreendidos pelo aparelho estatal, celulares continuam chegando aos reeducandos que, usam a tecnologia em favor do crime. Mesmos presos, os criminosos transmitem ordens aos comparsas que estão fora em funções designadas pelos líderes. A forma violenta de agir contra aqueles que contrariam os propósitos do grupo foi outro fator característico constatado durante o trabalho investigativo”, disse o delegado. 

No volumoso caderno investigativo há provas testemunhais, vídeos de crimes sendo praticados, diálogos com conteúdos que demonstram uma escala piramidal com funções específicas e uma clara demonstração do grupo em monopolizar o comércio de drogas no estado de Mato Grosso. 

Ficou demonstrado ainda o propósito de crescer numericamente do grupo criminoso com admissão (batismo) inclusive de adolescentes. O grupo busca firmar-se como poder paralelo tentando instituir “proteção” a comerciantes mediante cobrança de taxas – fato denunciado por um empresário e confirmado pelas investigações. 

Efetivo empregado

Cerca de 50 Policiais Civis atuam no cumprimento dos mandados em diferentes cidades do estado de forma articulada. Além do efetivo da Regional, que contou com policiais de Água Boa, Nova Xavantina, Querência, Ribeirão Cascalheira e Canarana, houve a participação efetiva das Delegacias de Barra do Garças, Primavera do Leste e Cuiabá. 

Nome da operação

O nome da operação “Number One” foi escolhido pelo fato do inquérito instaurado na Delegacia de Canarana ser o primeiro procedimento da unidade no ano de 2019, quando iniciaram as investigações que desencadearam a referida operação. 

Além disso, o trabalho investigativo chegou ao integrante do grupo tido na facção como número 01 na hierarquia do crime na região. O suspeito encontra-se preso em Cuiabá e é um dos alvos com mandado de prisão cumprido nesta quinta-feira.

Fonte: PJC MT

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