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Internacional

Argentina e México vão produzir vacina da Oxford

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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, disse que a potencial vacina contra o novo coronavíru, desenvolvida na Universidade de Oxford, será fabricada no país e no México.

Depois de uma reunião com representantes da farmacêutica AstraZeneca, que tem acordo com Oxford, e da empresa de biotecnologia mAbxience, do Grupo Insud, Fernández afirmou que serão produzidos inicialmente 150 milhões de doses da possível vacina contra a covid-19. 

“A produção latino-americana vai estar nas mãos da Argentina e do México, e isso vai permitir o acesso oportuno e eficiente a todos os países da região”, explicou Fernández. 

O laboratório AstraZeneca, que está presente há anos na Argentina, firmou um acordo com a fundação do bilionário Carlos Slim para a produção da vacina. A entrega é prevista a partir da primeira metade de 2021, em função dos resultados dos estudos da Fase 3 de testes e das aprovações regulatórias.

O Brasil também firmou acordo com a AstraZeneca para produção da vacina no país. 

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Internacional

Policial de Nova York é acusado de espionar imigrantes tibetanos para a China

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Baimadajie Angwang é acusado de espionar imigrantes tibetanos


Um policial da cidade de Nova York foi acusado de ser um ativo de inteligência do governo chinês, que concordou em espionar apoiadores norte-americanos do movimento pela independência do Tibete.

Baimadajie Angwang, cidadão norte-americano naturalizado do Tibete, trabalhou desde 2018 como agente da República Popular da China em seu esforço para reprimir o movimento, de acordo com uma denúncia criminal apresentada no tribunal federal do Brooklyn. Acredita-se que ele trabalhou secretamente para pessoas não identificadas do consulado chinês em Nova York.


Não há alegação de que Angwang comprometeu a segurança nacional ou as operações do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD). Ainda assim, ele foi considerado uma ameaça interna , disse William Sweeney, chefe do escritório do FBI em Nova York, em um comunicado.

Angwang, 33, foi detido sem fiança em uma audiência inicial nesta segunda-feira (21). Sua defesa ainda não comentou o caso. 

Além de ser um oficial do NYPD, Angwang é sargento da reserva do exército dos EUA, que recebeu autorização de segurança do Departamento de Defesa, de acordo com documentos judiciais que o acusam de mentir durante uma verificação de antecedentes que lhe deu esse status.

“Conforme alegado nesta queixa federal, Baimadajie Angwang violou todos os juramentos que fez neste país. Um para os Estados Unidos, outro para o Exército e um terceiro para este departamento de polícia”, disse o comissário do NYPD, Dermot Shea.

O trabalho dele como espião era localizar potenciais fontes de inteligência e identificar possíveis ameaças na área metropolitana de Nova York, dizem os documentos do tribunal. Desde 2014, Angwang relatou as atividades de cidadãos chineses e investigou fontes dentro da comunidade tibetana.

Ele também deveria fornecer, aos membros do consulado, acesso a funcionários graduados do NYPD por meio de convites para eventos oficiais da corporação. Angwang disse ao seu assistente que queria ser promovido dentro da força policial para que pudesse trazer “glória à China”.

Os jornais afirmam que as evidências incluem comunicações interceptadas entre Angwang e um funcionário do consulado – que ele chamou de “irmão mais velho” e “chefe” – sobre como identificar dissidentes no movimento de independência.

“Eles não acreditam no budismo tibetano”, declarou Angwang ao seu contato. “Quando o consulado estender a mão para ajudá-los, eles vão sentir o calor da pátria. Isso não seria maravilhoso?”.

A certa altura, Angwang sugeriu que a emissão de vistos de 10 anos para tibetanos nos EUA ajudaria a recrutar outros espiões . Antes de se tornar cidadão americano, ele pediu asilo alegando que havia sido preso e torturado na China em parte por causa de sua etnia tibetana.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Mulher é presa na fronteira EUA-Canadá por enviar veneno a Trump

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Getty Images/Reprodução

A carta foi interceptada por policiais antes de chegar à Casa Branca, disseram as autoridades


Uma mulher foi presa sob suspeita de enviar um pacote contendo veneno de ricina ao presidente dos EUA , Donald Trump, de acordo com autoridades de imigração do país.

A mulher – que não teve a identidade divulgada – foi encontrada em um cruzamento de fronteira em Buffalo, Nova York, enquanto tentava entrar nos EUA, supostamente, portando uma arma .


Acredita-se que a carta contendo o veneno mortal tenha vindo do Canadá, de acordo com investigadores locais. A correspondência foi descoberta na semana passada, antes de chegar à Casa Branca.

A ricina, um veneno encontrado naturalmente na mamona, foi usada em outras tentativas de ataque contra à Casa Branca nos últimos anos. O governo Trump ainda não comentou o incidente.

O Federal Bureau of Investigation (FBI) e o Serviço Secreto estão investigando o pacote, que foi localizado em uma instalação de processamento de correspondência enviada à Casa Branca. “No momento, não há ameaça conhecida à segurança pública”, disse o FBI, em comunicado.

A suspeita também pode ter enviado ricina para endereços no Texas , incluindo uma prisão e um escritório do xerife. Ela deve comparecer ao tribunal na terça-feira (22), em Buffalo.

A ricina é uma substância letal que, se ingerida, inalada ou injetada, pode causar náuseas, vômitos, hemorragia interna e, por fim, falência de órgãos.

Não existe nenhum antídoto conhecido. Se uma pessoa for exposta à ricina, a morte pode ocorrer dentro de 36 a 72 horas, dependendo da dose recebida, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

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Getty Images/Reprodução

Sementes de rícino, que são usadas para fazer o veneno mortal da ricina, que vem da planta mamona


O CDC disse que o veneno – que tem sido usado em planos terroristas – pode ser transformado em uma arma na forma de pó ou granulado.

Fonte: IG Mundo

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