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Mato Grosso

Arena Pantanal passa por higienização antes do primeiro jogo da Série B do Campeonato Brasileiro 2020

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O estádio da Arena Pantanal foi todo desinfetado para receber o time do Cuiabá Esporte Clube que enfrenta o Brasil de Pelotas/RS na primeira partida da Série B do Campeonato Brasileiro 2020. O jogo está marcado para começar logo mais, às 8h15.

Para eliminar qualquer tipo de risco de contaminação nos ambientes do complexo esportivo, que possui parte de sua estrutura reservada para o Centro de Tratamento da Coivid-19, o local passou por um processo rigoroso desinfeção.

Para realizar toda essa ação de limpeza, uma força-tarefa conta com a dedicação de dez profissionais que iniciaram os trabalhos por volta do meio-dia, logo após o encerramento dos atendimentos no Centro de Triagem da Covid-19 desta sexta-feira (07.08), exclusivamente dedicados aos profissionais da imprensa.

De acordo com Aldejanison Tavares, responsável técnico da equipe, foi usado uma poderosa solução liquida que é recomendada pela Organização Mundial de Saúde na limpeza dos ambientes hospitalares.

“O produto que usamos é quaternários de amônio, quinta geração, um dos produtos mais eficientes que o mercado oferece e também recomendado pela OMS para realizar esse tipo sanitização. Além disso, esse produto possui biguanida, uma solução com abrangência para eliminar micro-organismos como vírus, fungos e bactérias”, disse o técnico.

Com a finalização do processo de limpeza, o local cumpre o seu rígido protocolo de higienização para eliminar e reduzir os riscos de contágio do novo coronavírus.

Vale ressaltar que essa partida de futebol ocorre sem presença de torcida nas arquibancadas para evitar os riscos e contágio do novo coronavírus. 

Serviço

A Arena Pantanal está localizada na Av. Agrícola Paes de Barros, s/n, no bairro Verdão, em Cuiabá.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Forças de segurança e reeducandos somam esforços no combate ao fogo e resgate de animais

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As forças de segurança pública de Mato Grosso somam esforços à força-tarefa de combate a incêndios florestais no Pantanal. Além do apoio operacional da Polícia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), 11 reeducandos estão atuando na construção de recintos para abrigar os animais resgatados.

Eles também fizeram a cerca do Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal), montado na entrada da Transpantaneira, em Poconé (100 km de Cuiabá), e construirão outras unidades de suporte de trabalho para médicos veterinários e biólogos que prestam atendimentos aos animais. A estrutura do local foi apresentada pelo coordenador da força-tarefa, coronel BM Paulo André Barroso, a um grupo de diligência do Congresso Nacional que esteve na Transpantaneira no sábado (19.09).

Atualmente, o PAEAS Pantanal possui três recintos para abrigar os animais que são encontrados feridos pelo fogo. Os reeducandos ainda fizeram grandes caixas de madeira, próprias para o resgate e transporte de onças feridas. Um deles, D.K., de 29 anos de idade, é operador de máquinas e, por enquanto, está operando o caminhão-tanque do CBM-MT nas ações de combate ao fogo. Ele irá operar ainda uma máquina especializada na realização de aceiros que deve chegar nos próximos dias.

Segundo o recuperando, é motivo de satisfação auxiliar na conservação do meio ambiente. “É uma oportunidade boa para nós, e ver os animais sendo trazidos para cá, tendo um local para receber tratamento e depois podendo voltar para a natureza é uma alegria”. Junto aos demais, eles receberam treinamento dos bombeiros para fazerem aceiros e atuarem em incêndios urbanos e de pequena proporção que não comprometam a segurança deles. Para cada três dias trabalhados, é garantido um dia a menos de pena, em cumprimento à Lei de Execução Penal n° 12.433/11.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, ressaltou a importância da integração entre as instituições e também o apoio de Organizações Não Governamentais (ONGs), Prefeitura de Poconé, entidades de turismo e outros integrantes da sociedade civil.

“O trabalho que está sendo feito é resultado da soma de esforços de várias pessoas, e empregar a mão de obra de reeducandos é uma das iniciativas da Sesp (Secretaria de Estado de Segurança Pública) que, além de contribuir com a causa, promove a ressocialização”.

As madeiras utilizadas nas construções, assim como alguns maquinários, são frutos de apreensões pela fiscalização. A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, frisou que o PAEAS foi viabilizado graças a um trabalho conjunto.

“É uma ação que tem o emprenho do Governo do Estado, por meio de várias Secretarias, investimentos do Programa REM-MT (da sigla em inglês, REDD+ para Pioneiros), apoio das Ongs, Prefeitura, Sindicato dos Produtores Rurais, voluntários, e o trabalho dos reeducandos, que tem sido primordial neste momento”.

Na avaliação do coordenador da força-tarefa, coronel BM Paulo André Barroso, a mobilização dos parlamentares e de toda a sociedade em torno das ações de combate ao fogo no Pantanal “é motivo para acreditar que é possível mudar as coisas e fazer melhor”.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Escola indígena de General Carneiro passa por manutenção e readequação

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A Escola Estadual Indígena São José do Sangradouro, localizada no município de General Carneiro (a 442 quilômetros a Leste da Capital) recebe manutenção preventiva e corretiva por parte da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A unidade escolar terá readequação de piso, forro, portas, instalações elétricas, pintura e banheiros, uma vez que as instalações hidrossanitárias eram precárias.

“Temos agora banheiros decentes, tanto para nossos profissionais da educação como para nossos alunos, que agora estão com essa necessidade básica suprida”, comemora a assessora pedagógica Vanessa Alice Busanello.

Vanessa salienta que a comunidade está satisfeita com os trabalhos, porque há muito tempo não havia nenhum tipo de manutenção na escola. Além disso, aumentou a autoestima da comunidade que se sentiu valorizada.

“A manutenção e adequação veio num momento que a comunidade estava fragilizada também pela pandemia, pois perderam bastante pessoas importantes para a comunidade. A manutenção preventiva deu uma espécie de alento, pois a comunidade se sentiu incluída”, assinala.

Mais animado ainda está o diretor Bartolomeu Patira Pronhopa, pois as obras estão em ritmo acelerado e, com isso, o conforto para os alunos, assim que houver as aulas presenciais será imensurável. O diretor acredita que, com a reforma, a qualidade do ensino na unidade escolar vai dar um salto.    

“A cultura dos não indígenas é diferente. Precisamos continuar a questão do ensino básico. Nossas crianças xavantes precisam ter uma educação com respeito e ética dentro de nossa sociedade. Essa reforma está melhorando a escola em todos os aspectos”, ressalta.

A Escola indígena da comunidade Xavante atende a 475 alunos do 1º ano ao 9º ano do ensino fundamental e ensino médio. A unidade escolar tem 17 salas e é a maior de General Carneiro, tanto em número de alunos como de profissionais da educação.

Fonte: GOV MT

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