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Política MT

Aprovado projeto que prevê a utilização de veículos apreendidos sem identificação para repressão penal

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O Projeto de Lei 1151/2019 que propõem a utilização de veículos apreendidos e não identificados quanto à procedência e à propriedade, exclusivamente no trabalho de repressão penal pelas polícias militar e civil de Mato Grosso de autoria do deputado estadual Ulysses Moraes, foi aprovado em primeira votação em sessão ordinária na quarta-feira (12), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Além da economia de recursos para a aquisição de novos veículos, o governo deixará de desperdiçar capital com aluguel de pátio para abrigar os automóveis apreendidos que se deterioram sem qualquer utilidade.

“É uma forma de economizar, já que o Estado gasta com aquisições e aluguéis de automóveis para uso das polícias militar e civil. São veículos que ficam inutilizados e que são apreendidos em ótimo estado, podendo assim ser aproveitados pela administração pública”, afirmou o parlamentar.

O uso indevido e a identificação quanto à propriedade, após a aquisição pelos órgãos militar e civil, também estão previstas no projeto de lei que foi ao expediente e aguarda segunda votação e posterior sanção governamental para passar a vigorar em Mato Grosso.

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Política MT

Internado em SP, secretário de Saúde testa positivo para Covid, mas reinfecção não é confirmada pelos médicos

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No momento é realizada uma série de exames que visam radiografar os detalhes da situação clínica de Figueiredo

O Governo de Mato Grosso esclarece que o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, está sendo avaliado por uma equipe médica especializada e que, até o momento, não é atestada a reinfecção pela Covid-19. Houve um segundo exame que apontou a detecção do coronavírus, mas os médicos ainda avaliam o quadro clínico do secretário.

No momento, é realizada uma série de exames que visam radiografar os detalhes da situação clínica de Figueiredo. O secretário trata de sintomas do coronavírus e passa pelo monitoramento do quadro da Doença de Crohn. Figueiredo permanece estável e recebe assistência clínica por meio de medicamentos e auxílio fisioterápico.

Gilberto Figueiredo apresentou um quadro de pneumonia e processo de otite – inflamação no ouvido – e foi encaminhado para a UTI de um hospital particular de Cuiabá na noite de segunda-feira (30). Na tarde de terça-feira (1) ele foi encaminhado para o Albert Einstein.

 

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Política MT

Faissal critica o aumento da conta de energia elétrica

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV), criticou na terça-feira (01), no plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de cobrar a bandeira vermelha de patamar 2, que resultará em um aumento de R$ 6,24 (seis reais e vinte e quatro centavos) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Para o parlamentar, faltou sensibilidade a agência e a Energisa, concessionária que distribui energia elétrica no estado.

De acordo com Faissal, existem diversas formas de operacionalizar o sistema sem onerar ainda mais o consumidor, principalmente em tempos de economia em crise, por conta da pandemia da Covid-19. Para o deputado, a concessionária de enregia poderia, juntamente com a agência, fomentar a implantação de empresas geradoras de energia mais baratas, utilizando energia solar, por exemplo.

“Não é prudente, em um período como o que estamos vivendo, um aumento dessa magnitude em um item de nossa economia tão fundamental, como a energia elétrica. A população, que precisa se preocupar com a manutenção de seus empregos, com a queda no faturamento de seus negócios e com a possibilidade desta crise permanecer até meados do ano que vem, agora precisa se preocupar ainda com um reajuste na conta de luz”, apontou.

Para o deputado, Mato Grosso permite que empresas produzam e forneçam energia elétrica de forma limpa e renovável, como a solar e a eólica. Segundo o parlamentar, a Energisa deve incentivar empresas e criar parcerias que impactem positivamente no preço final da energia para o consumidor.

“O aumento na energia elétrica impacta em toda a economia. Buscando fontes mais baratas, a Energisa atuaria positivamente em toda a cadeia produtiva de Mato Grosso. Nosso estado, por exemplo, é conhecido por conta de seu calor. Temos sol o ano inteiro. Porque não incentivar, por exemplo, a construção de pequenas usinas de energia solar? Acredito que isso seria positivo para investidores, para a própria concessionária, que compraria energia mais barata e, finalmente, para o consumidor, que pagaria um preço menor na conta de luz.”, concluiu Faissal.

Fonte: ALMT

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