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Aprosoja cobra ampla discussão sobre impactos do uso de Dicamba

Publicado

Defesa Agrícola

Aprosoja cobra ampla discussão sobre impactos do uso de Dicamba

Para a entidade, há questões técnicas que ainda precisam ser sanadas


25/03/2019

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e vice-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, e diretores da entidade participaram do Workshop Técnico sobre o Uso, Regulamentação e Riscos do Dicamba, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Para a entidade, há questões técnicas que ainda precisam ser sanadas e, por isso, defende que a discussão seja ampliada.
 
O produtor rural e diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber, relatou a percepção dos produtores rurais com relação ao herbicida, durante o Workshop. “Não somos contra novas tecnologias, mas é necessário que sejam feitas mais pesquisas para assegurar o uso desse produto. Outro grande problema é a associação de biotecnologias resistente a ervas e pragas em várias culturas, o que, a longo prazo, pode aumentar ainda mais os custos de produção, ocasionado resistência das pragas dificultando ainda mais o controle no longo prazo!”, disse.
 
Outra preocupação da entidade é que o debate tem sido acelerado, muito em função da liberação de uma nova biotecnologia para soja, milho e algodão. Essa nova geração de OGM é tolerante ao Dicamba e Glifosato. O presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, afirma que os produtores têm hoje um alto comprometimento com a sustentabilidade e essa responsabilidade os obriga a debater mais o assunto antes de apoiar a liberação do produto. Galvan assevera que o planejamento de lançamento da biotecnologia pela multinacional não deve pautar às discussões técnicas e por isso defende a ampliação do debate.
 
O consultor técnico da Aprosoja, Wanderlei Dias Guerra, lembra que nos Estados Unidos há milhares de processos tramitando contra a biotecnologia e que as questões técnicas que ensejaram lá esse alto volume de demandas judiciais devem ser melhor elucidadas para que no Brasil o lançamento da biotecnologia não traga os mesmos problemas.
 
Galvan reforça que a Aprosoja, bem como, seus associados são apoiadores de novas tecnologias que aumentem a eficiência no campo, observando sempre a mitigação de impactos ambientais e que seu posicionamento diante dessa questão não reflete uma restrição à aprovação de novas moléculas, mas tão somente um comportamento responsável diante de uma questão complexa.
 
Além da Aprosoja-MT e da Aprosoja Brasil, estiveram presentes também representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), da Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho) e da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

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ALGODÃO/CEPEA: Valor externo cai e pressiona cotações no BR

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Cepea, 29/6/2022 – Os preços do algodão em pluma estão em queda nos mercados externo e interno. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, são alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas, operam atualmente nos patamares observados no início deste ano. Parte dos vendedores segue mais flexível em suas pedidas, mas, ainda assim, alguns compradores ofertam valores ainda menores, limitando a liquidez. A demanda, por sua vez, está enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, muitos compradores estão atentos aos avanços da colheita e do beneficiamento, que têm elevado o número de lotes da safra nova disponibilizados no spot, e, com isso, têm expectativa de conseguirem negócios a preços inferiores. Entre 21 e 28 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, caiu 12,7%, fechando a R$ 6,4822/lp nessa terça-feira, 28, o menor valor desde o dia 5 de janeiro de 2022 (R$ 6,4446/lp). Na parcial de junho, a baixa é de expressivos 20,3%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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CAFÉ/CEPEA: Colheita avança, mas volume disponível e liquidez seguem baixos

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Cepea, 29/6/2022 – A colheita da safra 2022/23 de arábica está ganhando ritmo, porém, a quantidade de café novo a chegar no mercado nacional segue limitada, com o volume de negócios sendo fechados no spot está abaixo do esperado para a época. Os fechamentos para entregas futuras também estão lentos, uma vez que a maior parte dos cafeicultores está cautelosa, devido às incertezas em relação ao clima no Brasil e à oferta do grão. Colaboradores do Cepea seguem reportando dificuldades na contratação de mão de obra e aumento dos gastos com colhedores. Além disso, têm crescido as reclamações de quebra de rendimento na secagem dos grãos. Esse cenário reforça as preocupações em relação aos custos de produção desta temporada, que já vinham sendo impulsionados pela elevação dos preços dos insumos e combustível. Para o robusta, a colheita avança gradualmente. Cafeicultores também continuam relatando problemas na contratação de mão de obra. Colaboradores do Cepea alegam que, nos locais onde a colheita é predominantemente manual, cafés estão secando nos pés, em decorrência da falta de trabalhadores, fator que pode influenciar no volume final da produção. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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