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Aprosoja alerta o produtor rural para evitar incêndio na colheita do milho

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Sustentabilidade

Aprosoja alerta o produtor rural para evitar incêndio na colheita do milho

A prevenção e algumas táticas são necessárias para não prejudicar a safra neste período de seca

10/06/2021

Altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e a falta de chuvas contribuem para grandes ocorrências de incêndios florestais. Por isso, cuidados devem ser intensificados durante este período, principalmente com a aproximação da colheita do milho. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), em parceria com o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBMMT), orienta o produtor rural na prevenção e alerta para algumas táticas que podem ajudar a salvar a safra neste período de seca que se aproxima.

Para tentar reduzir os riscos de incêndio durante a colheita do milho a Aprosoja disponibiliza cartilha de prevenção e combate a incêndio. A ação conta com a parceria do Corpo de Bombeiros e visa evitar os incêndios em áreas rurais. Algumas dicas de prevenção são necessárias para evitar danos causados pelo fogo.

Está colhendo? Tenha por perto: máquinas disponíveis para a confecção de aceiros emergenciais; caminhão-pipa; materiais para primeiros socorros; instrumentos para orientação (bússola, GPS); equipamentos para iluminação, se for o caso; material para combate (abafador, mochila costal e material de sapa); equipamentos de comunicação; instrumento que determine a direção e a velocidade do vento; máquina fotográfica; disponibilidade de água para hidratação do pessoal em combate.

Para uma colheita segura, a Aprosoja faz algumas recomendações, principalmente no que diz respeito aos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). A equipe de colaboradores que iniciará a colheita, deve estar devidamente equipado (EPIs), colher primeiramente as bordaduras, manter reservatórios de água ou caminhão-pipa próximo da máquina colhedora,  verificar pontos abundantes de captação de água para abastecimento do caminhão-pipa (rios, represas, lagoas etc.), ter um plano de comunicação (celular, rádio etc.), além de informar os proprietários de fazendas vizinhas sobre o período que será realizada cada colheita (início e término) para que fiquem alerta.

Ainda de acordo com as orientações da cartilha, para se ter resultado de uma colheita segura é necessário estabelecer procedimentos e condutas, tais como: evitar acidentes ao colaborador e às pessoas no local, prevenir incêndio florestal, preservando a vida, o meio ambiente e o patrimônio.

Para o 2º vice-presidente Sul da Aprosoja-MT, Fernando Ferri, é muito importante as ações preventivas para evitar acidentes com fogo durante o período de colheita do milho. “O produtor deve estar atento e com uma equipe e máquinas preparadas. É uma grande preocupação que não haja incêndios involuntários e posteriormente venham multas e outros prejuízos. Por isso, a entidade todos os anos realiza campanhas de prevenção”, pontuou Ferri.

Acesse aqui a cartilha completa de prevenção e combate a incêndio da Aprosoja.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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O Boletim do Leite de junho está disponível no site!

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Cepea, 17/06/2021 – Nesta edição, confira:

Baixa oferta e custos em alta elevam as cotações ao produtor 
A oferta de leite segue limitada no campo, devido à seca em importantes bacias leiteiras e ao aumento expressivo dos custos de produção. Como consequência do menor volume disponível, indústrias seguiram competindo pela compra de matéria-prima em maio – o que deve elevar, pelo terceiro mês consecutivo, o valor no campo a ser recebido pelo produtor em junho. E pesquisas em andamento realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, indicam que a elevação no preço do leite pago em junho pode ser de pouco mais de 5% sobre o de maio, que foi de R$ 2,0364/litro (“Média Brasil”). Leia mais.

Cotações dos derivados seguem em alta  
Pesquisas do Cepea realizadas com o apoio financeiro da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) mostram que os preços dos derivados lácteos se mantiveram em alta de abril para maio. Os leites UHT e em pó (400g) se valorizaram 5,2% e 0,6%, respectivamente, com as médias indo para R$ 3,26/litro e R$ 23,95/kg, em maio. Mesmo com a elevação nos preços dos produtos, a demanda se manteve relativamente estável. Já as negociações envolvendo o queijo muçarela continuaram firmes, devido ao baixo estoque, com a média de maio a R$ 24,36/kg, avanço de 11,6% em relação ao mês anterior. Leia mais.

Com baixa oferta interna, importações crescem em maio
Mesmo com os elevados patamares de preços no mercado externo, as importações de lácteos cresceram 14,5% em maio frente ao mês anterior, somando 8,4 mil toneladas. Esse cenário é resultado da baixa disponibilidade de matéria-prima no mercado brasileiro, intensificada pelo período de entressafra da produção leiteira no Sudeste e Centro-Oeste. Além disso, a desvalorização de 5% do dólar frente ao Real em maio também favoreceu as compras externas de lácteos. Leia mais.

Custos sobem 11% em 2021 e pressionam ainda mais as margens da atividade
Os Custos Operacionais Efetivos (COE) da pecuária leiteira subiram 2,71% em maio na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), acumulando avanço expressivo de 10,94% em 2021. Dentre os estados pesquisados, Minas Gerais foi o que registrou o maior aumento no COE em maio, de 3,8%, seguido pelo Paraná (2,15%) e São Paulo (1,73%). Apesar dos recentes aumentos nos preços do leite, o contínuo avanço nos custos de produção neste ano exige muita atenção de produtores. Ressalta-se que muitos já estão com as margens apertadas, e os pecuaristas que não controlarem os números de sua atividade estão ainda mais vulneráveis. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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SUÍNOS/CEPEA: Vendas se aquecem, e alta de preço supera os 20% em algumas praças

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Cepea, 17/06/2021 – Depois de recuarem com certa força entre o fim de maio e o começo de junho, os preços do suíno vivo registram intenso movimento de recuperação nesta semana. Segundo levantamento do Cepea, o animal vivo negociado no mercado independente se valorizou em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, com aumentos em sete dias chegando a superar os 20% em algumas praças. Pesquisadores do Cepea indicam que, além das exportações aquecidas, a competitividade elevada da carne suína no atacado da Grande São Paulo frente às principais substitutas (bovina e frango) aqueceu as vendas domésticas da carne, impulsionando a demanda de frigoríficos por novos lotes de animais.  Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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