conecte-se conosco


Agro News

Aprosoja agradece justiça por garantir continuidade de pesquisa científica

Publicado


.

Fortalecimento Institucional

Aprosoja agradece justiça por garantir continuidade de pesquisa científica

A decisão foi proferida pelo desembargador Mario Roberto Kono

TJMT

22/05/2020

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) informou que a continuidade e finalização da pesquisa científica, para garantir mais qualidade, melhor fitossanidade e mais sustentabilidade ambiental na semente de soja plantada em fevereiro (comparado ao plantio de dezembro), para uso próprio, está garantida. A decisão foi proferida pelo desembargador Mario Roberto Kono, em resposta a recurso impetrado pela entidade contra a decisão que havia mandado destruir os campos experimentais.

 

“Essa pesquisa científica é extremamente importante para os produtores de soja. Temos aval de mais de 80% dos nossos associados para sua realização e queremos provar, cientificamente, o melhor período para produzir semente para uso próprio, com mais qualidade e sustentabilidade. Tudo, respeitando o período do vazio sanitário, que para nós, é sagrado. A destruição desses campos experimentais seria um enorme prejuízo à ciência”, afirmou o presidente da Associação, Antonio Galvan.

 

Na decisão do dia 23 de abril, o desembargador Mario Roberto Kono de Oliveira destacou que “o plantio experimental foi autorizado pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) através do Acordo Parcial, por meio do Procedimento de Mediação nº 000294/2019, firmado junto a Câmara AMIS pelos representantes da APROSOJA, do Indea, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)”, prosseguindo, ainda, que “o Mapa, por meio da Informação n.º 18/CGPP/DSVIA/SDA/MAPA, manifestou concordância com o cultivo extemporâneo de soja para efeitos de pesquisa científica”.

 

Aprosoja conta que após diversas tratativas com o Governo do Estado, assim como a boa vontade em mediar uma solução por meio do diálogo, não restou outra alternativa à Aprosoja, senão se defender das Ações Civis Públicas movidas pelo Ministério Público estadual para fazer valer a boa-fé dos produtores que acreditaram na chancela oficial do Indea. “Agradecemos ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em especial ao desembargador Mario Kono, que compreendeu a necessidade de darmos continuidade ao experimento. Tão logo os resultados sejam encaminhados pelos pesquisadores, fazemos questão de realizar uma apresentação ao Tribunal”, finalizou Galvan.

 

Plantio de fevereiro – A pesquisa científica é realizada pela Fundação Rio Verde e Instituto Agris, sob coordenação do professor Ph. D. em fitopatologia, Erlei Melo Reis. Principal objetivo do experimento é provar, com dados científicos, que o plantio de fevereiro garante mais qualidade ao grão e mais sustentabilidade ambiental para produção de semente de soja para uso próprio.

 

 

Fonte:

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Agro News

Mais de 700 estabelecimentos já foram habilitados a exportar para 24 países

Publicado


.

Mais de 700 estabelecimentos foram habilitados a exportar produtos agropecuários para 24 países desde janeiro de 2019. No início desta semana, mais quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram credenciadas e irão vender as carnes do Brasil ao Vietnã.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comemora a ampliação das habilitações para mais um país. “Isso mostra que o mundo olha o Brasil como grande fornecedor de alimentos, supridor de alimentos”, destaca.

As novas plantas frigoríficas de aves aptas a exportar para o Vietnã estão localizadas nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Já as suínas, em Minas Gerais.

As exportações de produtos agrícolas para o Vietnã, em 2019, somaram US$ 27,5 bilhões. Em 2018, totalizaram US $ 22,6 bilhões.

Abertura de mercados

Desde janeiro de 2019, o Brasil abriu 65 mercados para produtos agropecuários, sendo 30 aberturas registradas somente este ano.

No último dia 25 de maio, a Tailândia, por exemplo, comunicou que irá importar carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil, mercado com potencial de receita de US$ 100 milhões nos próximos anos. O país também abriu seu mercado para os lácteos brasileiros.

Já no início do mês passado, o governo das Filipinas credenciou estabelecimentos de carnes bovinas (Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais, Tocantins e Pará), de aves (Paraná, Santa Catarina e rio Grande do Sul), de peru (Rio Grande do Sul) e suína (Santa Catarina).

Outros novos mercados são castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Pará) para Arábia Saudita, material genético avícola para diversos países e milho de pipoca para Colômbia.

As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões.

PIB agropecuário

A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%.

Informações à imprensa
Inez De Podestà
[email protected]

Continue lendo

Agro News

Estão disponíveis as agromensais de Maio/2020

Publicado


.

Cepea, 04/06/2020 – Neste mês, confira:

AÇÚCAR: O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou alta de 1,12% em maio, fechando a R$ 76,79/saca de 50 kg no dia 29. A média mensal foi de R$ 74,79/saca de 50 kg, 3,36% inferior à de abril (R$ 77,38/saca de 50 kg), mas 8,23% acima da média de maio/19 (R$ 69,10/saca de 50 kg), em termos nominais. Leia mais.

ALGODÃO: As negociações envolvendo o algodão em pluma estiveram lentas e limitadas a poucos volumes ao longo de maio, mas, ainda assim, mostraram certa reação frente à fraca movimentação de abril. Quanto aos preços, depois de registrarem forte baixa de 6,3% em abril, se firmaram e fecharam maio com pequena recuperação. Leia mais.

ARROZ: O mercado de arroz em casca em maio foi marcado por movimentos distintos. Na primeira quinzena do mês, indústrias e beneficiadoras estiveram mais ativas nas negociações, devido à concorrência com a exportação (com dólar elevado) e à demanda interna aquecida para o arroz beneficiado. Leia mais.

BOI: O mercado externo aquecido e a oferta restrita de animais prontos para o abate neste período de entressafra nacional sustentaram os preços da arroba do boi gordo em praticamente todo o mês de maio. Leia mais.

CAFÉ: As cotações domésticas do café arábica oscilaram fortemente em maio. No começo do mês, os valores foram impulsionados especialmente pela oferta restrita e pela elevação do dólar (que se aproximou dos R$ 6,00). Assim, no dia 8, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, atingiu R$ 597,52/saca de 60 kg, o maior patamar real diário desde 3 de fevereiro de 2017 (IGP-DI de abr/20). Leia mais.

 

ETANOL: Em maio, os preços dos etanóis subiram no estado de São Paulo, recuperando apenas parte das perdas registradas entre março e abril. A sustentação aos valores veio da volta, ainda que gradativa, do consumo em alguns importantes polos consumidores do País. Leia mais.

 
FRANGO:
O mercado de carne de frango registrou movimentos distintos entre as negociações domésticas e as exportações em maio. Enquanto as vendas nacionais foram marcadas pela menor liquidez, por aumento nos estoques e por consequente queda nos preços, as exportações estiveram aquecidas, registrando o maior volume de proteína avícola escoado pelo Brasil desde julho de 2018. Leia mais.

MILHO: Os preços de milho apresentaram comportamentos distintos em maio. No início do mês, as cotações foram impulsionadas pelas incertezas quanto ao desenvolvimento das lavouras de segunda safra, em função da irregularidade das chuvas nas principais regiões produtoras. Leia mais.

 

OVINOS: Em maio, tanto as cotações do cordeiro vivo quanto da carcaça estiveram em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. De acordo com colaboradores, as desvalorizações dos produtos de origem ovina foram influenciadas pela retração da demanda – a atual crise por causa da pandemia de covid-19 parece começar a reduzir o poder de compra de parte da população, que, por sua vez, pode estar adquirindo proteínas mais competitivas. Leia mais.

SOJA: Os preços da soja renovaram as máximas nominais em algumas regiões levantadas pelo Cepea, especialmente nos portos. Algumas praças do interior do País também registraram altas intensas nos valores pagos ao produtor (preços de balcão) em maio. Leia mais.

 
TRIGO: As estimativas brasileira e mundial de trigo seguem otimistas, e, no Brasil, os preços atrativos devem resultar em maior área com a cultura. Na última semana do mês de maio, o clima favoreceu, e o cultivo da nova safra de trigo avançou no Sul do País. Leia mais.

Fonte: CEPEA

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana