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Aprenda a levar o cachorro para passear sem que ele puxe a coleira

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Para os cachorros que gostam de passear o momento que o dono pega a coleira é de pura euforia. O problema é quando essa animação não é controlada e o animal puxa a coleira ou não obece o dono durante o passeio. Esse tipo de comportamento pode até causar acidentes, como o dono machucar a mão de tanto fazer força para segurar o pet . Por isso, é importante educar o pet. 


cachorro passeando
shutterstock

Adestrador ensina levar cachorro para passear sem que ele puxe a coleira


Para condicionar o cachorro a não “guiar” o dono, e sim ser guiado, André Almeida, do Adestramento Comportamental, explica que é preciso começar o treinamento já em casa. “Quando ele estiver com a guia, e eu abrir a porta, se ele acelerar para passar na minha frente, a porta fecha”, explica. Isso deve ser feito até que o cão entenda que o tutor passa primeiro, e ele depois.

A mesma coisa acontece se o dono morar em um prédio e precisar utilizar o elevador. “O ideal é que o  tutor entre antes e o  pet fique num canto, para que as outras pessoas tenham espaço para se moverem”, conta André. Quando chega no térreo, é que o verdadeiro treinamento começa.

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Uma dica de André é deixar a guia mais frouxa, fazendo com que ela toque nas suas pernas. Na medida em que o cachorro andar e a guia não encostar nas suas pernas, é porque o animal está “puxando” a coleira. “Toda vez que isso acontecer mude de direção. Assim ele entende que não vai chegar nunca na rua até que ande junto.”

A bonificação também é necessária, mas sem petiscos. “Eu faço carinho quando ele anda sem puxar a coleira. Tem gente que começa o condicionamento dando petisco, biscoito, mas como o cão está agitado ele não vai entender que recebeu o prêmio porque fez certo, e sim que recebeu de graça”, explica.

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Mas se tivermos que mudar de direção toda hora que o cão ultrapassar o dono, no começo nunca vamos chegar no destino do passeio, certo? Para André, no início, o mais importante é cronometrar o tempo. “Mesmo mudando de direção o animal vai fazer exercício. Nessa etapa o tempo é mais importante do que o tamanho do percurso.” Com o passar do tempo não é mais preciso mudar a direção. “A única coisa que vai mudar de lado é o cão.” 

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Fonte: Canal do Pet
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Reação de cadela a bicho de pelúcia feito com seu pelo é hilária

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O irmão de Jennifer Calabro Pecora mora em um apartamento que proíbe animais. Ele se sente muito sozinho, e por isso sua irmã decidiu presenteá-lo com algo que ele pudesse manter no imóvel: um bicho de pelúcia.

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Só que o presente é mais do que especial, já que foi feito com os pelos da cadela de Jennifer, Bat. A técnica já foi utilizada por outros tutores, principalmente de gatos, já que felinos soltam muito pelo. A intenção de Jennifer foi boa, apesar de o bichinho não ter saído exatamente muito bonito.

Bicho de pelúcia feito com pelo de cadela arrow-options
Facebook/ Jennifer Calabro Pecora

Bicho de pelúcia feito com pelo de cadela


O que mais surpreendeu a todos no grupo do Facebook em que ela postou o projeto foi a cara de sua cadela Bat. “Ou ela não ficou muito impressionada com as minhas habilidades manuais, ou está com medo de ser trocada pelo bichinho de pelúcia”, escreveu na legenda das fotos.


Fonte: Canal do Pet
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Yorkshire, poodle e outras raças são predispostas a problemas hepáticos

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Assim como acontece com os humanos, o fígado dos cães cumpre várias funções: é essencial para a digestão, absorção, metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas, e armazenamento da maioria dos nutrientes no organismo. Assim, o mau funcionamento desse órgão pode causar desordens metabólicas sérias, resultando na alteração da utilização dos nutrientes. 

cachorro deitado ao lado do pote de comida arrow-options
Shuttersock

Perda de apetite está entre os sintomas dos problemas hepáticos

A boa notícia para donos de cachorros com problemas hepáticos é que o fígado dispõe de uma capacidade de regeneração extraordinária e a nutrição pode auxiliar no tratamento dos pets debilitados. 

Leia também: Doenças comuns que são causadas pela má alimentação do animal

Para que o tratamento seja feito da forma correta e o cachorro hepático tenha uma dieta adequada com a sua condição, o dono precisa ficar atento nos sinais. Os sintomas mais comuns são:

  • Náusea e vômito;
  • Perda de apetite e perda de peso;
  • Má-digestão e desnutrição;
  • Diarreia;
  • Fezes pálidas (mais claras que o comum);
  • Ascite (acúmulo de líquido no abdome);
  • Icterícia ;
  • Encefalopatia hepática;
  • Distúrbios de coagulação sanguínea;
  • Hipermetabolismo;
  • Hipoalbuminemia.

Além disso, outro ponto que o tutor precisa ficar atento é a raça do pet . Algumas de cães e gatos apresentam predisposição para doenças hepáticas. São elas:

  • Cães: cocker spaniel, yorkshire terrier, west highland white terrier, doberman, pinscher, maltês, labrador retriever, dálmata e poodle.
  • Gatos: persa, siamês, abissínios e himalaios. 

A importância da nutrição no tratamento de hepatopatias

O suporte nutricional desempenha papel chave no tratamento de animais com doença hepática, a fim de se evitar a desnutrição, consequência muito comum em pacientes com hepatopatias e que pode levar o animal ao óbito. Por isso, é determinante manter o estado nutricional de pacientes que possuam algum tipo de doença hepática.

As principais abrodagens nutricionais para pets hepatopatas são: 

  • Proteínas: não necessariamente se deve reduzir os teores protéicos da dieta de um paciente com doença hepática. O fornecimento de um alimento com proteína de alta qualidade é fundamental para se evitar desnutrição e permitir a regeneração hepática. O correto é tentar manter a quantidade de proteínas o mais próximo possível dos níveis normais. A restrição protéica só deve ser instituída caso o animal apresente sinais de encefalopatia hepática. 
  • Gordura: a dieta deve ser rica em calorias e a restrição da gordura deve ser considerada apenas em casos de colestase severa.
  • Fibras: quantidades moderadas de fibra dietética contribuem com a redução da absorção de amonia pelo intestino grosso.
  • Antioxidantes: o aumento do zinco e outros antioxidantes como o selênio e vitamina E minimizam o estresse oxidativo que ocorre nas hepatopatias, aumentando a proteção das células contra os radicais livres.
  • Balanço eletrolítico: a redução do sódio auxilia na prevenção do extravasamento de líquidos por causa da hipertensão portal e o nível adequado de potássio previne a hipocalemia, que pode contribuir com a anorexia e encefalopatia hepática.
  • Número de refeições diárias: é recomendado pelo menos 5 refeições diárias, pois isso favorece a adequada metabolização de nutrientes pelo fígado e sua recuperação.
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O uso de alimentação natural pode ajudar

O uso de um alimento natural (AN) formulado e balanceado para atender as demandas nutricionais de hepatopatas pode ser muito interessante, já que a desnutrição está intimamente relacionada com a perda de apetite dos animais com problemas no fígado. Isso porque a AN acaba tendo maior sabor e incentivam o consumo.

Além disso, o uso de alimentação natural permite escolher ingredientes de altíssima qualidade, com alto valor biológico e ajustado para as preferencias individuais de cada paciente.

Existem vários tipos de doenças hepáticas e o correto diagnóstico ajuda a direcionar o perfil nutricional adequado para a recuperação de cada paciente. Por isso, a orientação de um médico veterinário nutrólogo deverá ser considerada.

Fonte: Canal do Pet
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