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Apple lança linha iPhone 13 com melhorias e mesmo preço do iPhone 12

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iPhone 13
Reprodução/YouTube/Apple

iPhone 13

A Apple lançou nesta terça-feira (14) a linha iPhone 13. Em evento online, a marca apresentou quatro modelos de smartphones: iPhone 13, iPhone 13 Mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. No mesmo evento,  novos iPads e o  Apple Watch Series 7 também foram anunciados.

Nos Estados Unidos, os preços dos iPhones 13 são os mesmos praticados no lançamento da linha iPhone 12. As características mais inovadoras dos smartphones atuais são melhorias nas câmeras e na bateria, além de armazenamento de até 1 TB.

iPhone 13 e iPhone 13 Mini

iPhone 13 e iPhone 13 Mini possuem as mesmas especificações, mudando apenas no tamanho (6,1 e 5,4 polegadas, respectivamente). No que diz respeito ao design, a Apple diminuiu o tamanho do notch na parte frontal do iPhone 13, dando mais espaço para a tela. A redução, porém, não foi tão grande, fazendo com que o design do smartphone seja bastante parecido com o do iPhone 12.

Já no que diz respeito ao processamento, a Apple trouxe novidades expressivas. O iPhone 13 vem equipado com o chip A15 Bionic, que tem algumas melhorias em relação ao chip adotado no iPhone 12.

iPhone 13 e iPhone 13 Mini
Reprodução/YouTube/Apple

iPhone 13 e iPhone 13 Mini

Com 5 nanômetros, o processador é construído com CPU de 6-core e GPU de 4-core. A empresa promete que a CPU do A15 Bionic é 50% mais rápida que a do principal concorrente (sem informar qual), enquanto a GPU é 30% mais rápida.

Outra melhoria está no conjunto de câmeras duplas do iPhone 12. Ambas as lentes têm 12 MP, sendo uma ultra-wide e uma wide. A segunda tem o maior sensor já utilizado pela Apple em um iPhone, permitindo bastante iluminação até em fotos em ambientes escuros.

Outra novidade no que diz respeito às câmeras é o Cinematic Mode, um recurso de vídeo que segura o foco no objeto ou pessoa principal da imagem. Isso permite a produção de vídeos profissionais, como nos cinemas.

Cores do iPhone 13
Reprodução/YouTube/Apple

Cores do iPhone 13

Com 5G mais rápido, os iPhones 13 e 13 Mini vêm equipados com iOS 15, que promete trazer mais privacidade aos usuários. No que diz respeito à bateria, o iPhone 13 Mini promete durar 1,5 hora a mais que o iPhone 12 Mini, enquanto o iPhone 13 deve ficar 2,5 horas a mais longe da tomada em comparação com o iPhone 12. De acordo com a Apple, a melhoria da bateria é uma junção de software e hardware.

A respeito do armazenamento interno, a empresa eliminou a opção de 64 GB. Agora, iPhone 13 e iPhone 13 Mini têm opções com 128 GB, 256 GB e 512 GB de memória.

iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max

Nova cor do iPhone 13 Pro
Reprodução/YouTube/Apple

Nova cor do iPhone 13 Pro

Além dos modelos padrão, a Apple também apresentou o iPhone 13 Pro e o iPhone 13 Pro Max. Ambos possuem as mesmas configurações, mudando apenas no tamanho – 6,1 e 6,7 polegadas, respectivamente. Neste ano, os modelos ganharam uma nova cor azul.

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Além das inovações trazidas no iPhone 13, as versões Pro possuem o processador A15 Bionic com GPU de 5-core, trazendo ainda mais avanço, sobretudo em streaming de vídeo e games.

Pela primeira vez, a Apple trouxe taxa de atualização de 120 Hz para as telas dos iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. Para economizar bateria, a taxa de atualização se ajusta automaticamente ao uso de cada pessoa.

No que diz respeito às câmeras, a linha Pro traz três lentes: uma telefoto, uma ultra-wide e uma wide. Essa última, assim como no iPhone 13, tem sensor maior para produzir imagens mais claras.

iPhone 13 Pro
Reprodução/YouTube/Apple

iPhone 13 Pro

Além disso, os iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max conseguem fazer fotos macro (próximas, com foco nos detalhes) mesmo sem ter uma lente específica para isso, fazendo uso de bastante tecnologia de software. Além disso, o modo noturno, que permite boas fotos durante a noite, está disponível em todas as lentes.

Outra novidade, que engloba toda a linha iPhone 13, é o recurso chamado Photographic Styles. Com ele, é possível usar filtros e técnicas de edição antes mesmo de fazer uma fotografia. Assim, cada usuário pode definir ajustes próprios para aplicar em todas as suas imagens, criando um estilo pessoal.

Assim como no iPhone 13 padrão, os modelos Pro também tiveram a bateria melhorada. iPhone 13 Pro promete durar 1,5 hora a mais que o iPhone 12 Pro, enquanto o iPhone 13 Pro Max deve ficar 2,5 horas a mais longe da tomada em comparação com o iPhone 12 Pro Max.

No caso da linha Pro, as opções de armazenamento chegam a até 1 TB – também há configurações de 128 GB, 256 GB e 512 GB de memória interna.

Preço e disponibilidade

Ainda não há data nem preço oficiais para a chegada da linha iPhone 13 ao Brasil. Nos Estados Unidos, os smartphones já podem ser encomendados a partir de sexta-feira (17) e ficarão disponíveis no dia 24 de setembro. Confira os preços praticados por lá:

  • iPhone 13 Mini – A partir de US$ 699 (R$ 3,6 mil em conversão direta)
  • iPhone 13 – A partir de US$ 799 (R$ 4,2 mil em conversão direta)
  • iPhone 13 Pro – A partir de US$ 999 (R$ 5,2 mil em conversão direta)
  • iPhone 13 Pro Max – A partir de US$ 1.099 (R$ 5,7 mil em conversão direta)

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Chip voador menor que um grão de areia pode monitorar doenças e poluição

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Chip voador
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Chip voador

Pesquisadores americanos criaram uma tecnologia tão inusitada que poderia ter saído de um filme de ficção-científica: um microchip voador do tamanho de um grão de areia e possivelmente o menor dispositivo aéreo já feito. Projetados para serem carregados pelo vento, eles podem ter uma infinidade de aplicações, com destaque para o monitoramento de doenças e níveis de poluição do ar.

O artigo, publicado originalmente na revista científica Nature, documenta a pesquisa realizada por uma equipe da Northwest University, de Washington nos Estados Unidos. Os pesquisadores afirmam que se inspiraram no design de sementes de algodão e de outras plantas para desenvolver o curioso microchip.

Cientistas “venceram a biologia”

Na natureza, esse tipo de semente cai lentamente, girando igual a um helicóptero, para poder ser pega pelo vento e se espalhar para longe da árvore que a gerou, aumentando assim a diversidade genética da espécie. Inspirados por esse mecanismo biológico, os cientistas criaram “estruturas que caem em uma trajetória mais estável e em velocidades terminais mais lentas do que sementes equivalentes”, como disse o professor John A. Rogers à Vice.

Para ele, a equipe “venceu a biologia” ao conseguir replicar o mecanismo natural em um microchip consideravelmente menor do que uma semente de algodão e mais eficiente em termos de física aerodinâmica.

Eles são projetados para serem carregados pelo vento e podem, por exemplo, rastrear doenças transmitidas por vias aéreas e monitorar a poluição do ar. Além disso, os cientistas sugeriram que eles podem ser produzidos com materiais biodegradáveis para evitar ao máximo qualquer impacto ambiental.

Vídeo explica funcionamento do microchip voador:

Rogers explicou que o design de “helicóptero” não dribla as leis da aerodinâmica. A partir de determinado tamanho, os benefícios dessa estrutura desaparecem. Ou seja, o microchip poderia ser ainda menor, mas ele “cairia como uma pedra”. Por isso, sua atual escala seria o máximo “que a física permite”.

Microchips podem carregar uma variedade de tecnologias

Mas isso também traz algumas vantagens. Os microchips voadores conseguem ser grandes o suficiente para transportar eletrônicos, sensores e fontes de energia. A equipe testou várias versões que podiam carregar tecnologias úteis, como antenas para permitir a comunicação sem fio com um smartphone ou entre os chips. Outros sensores podem monitorar acidez do ar, qualidade da água e radiação solar, por exemplo.

“Não pensamos nesses dispositivos como um componente de monitoramento permanente, mas sim como componentes temporários que atendem a uma necessidade específica de duração finita. É assim que estamos imaginando as coisas atualmente: você monitora por um mês e então os dispositivos morrem, se dissolvem e desaparecem, e então você tem que reimplantá-los”, disse o pesquisador.

O projeto ainda está na fase conceitual e passa longe de estar pronto para ser solto pela atmosfera, mas a equipe segue trabalhando em protótipos e quer expandir ainda mais as opções de aplicação com designs diferentes. Assim, o potencial dessa inusitada tecnologia se torna ainda maior.

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Facebook rebate relatório que diz que Instagram é ‘tóxico’ para adolescentes

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Relatório aponta que rede social pode prejudicar adolescentes
Unsplash/Laura Chouette

Relatório aponta que rede social pode prejudicar adolescentes

Quase duas semanas depois do The Wall Street Journal  vazar um relatório no qual o Facebook admite que o Instagram prejudica a saúde mental de adolescentes, a rede social decidiu responder sobre o caso.

Em uma publicação no blog do Facebook neste domingo (26), Pratiti Raychoudhury, vice-presidente e líder de pesquisa da empresa disse que o Instagram não é tóxico para adolescentes.

No texto, Raychoudhury descreve o relatório citado pelo jornal e afirma que ele foi tirado de contexto. Novos dados que não estavam presentes na reportagem foram mostrados, alegando que o Instagram, na verdade, faz bem para os mais jovens.

A vice-presidente afirma que faltou “contextualizar descobertas específicas” e “deixar clara a natureza” da pesquisa citada pelo WSJ. “Algumas das pesquisas contaram com a opinião de apenas 40 adolescentes e foram projetada para informar conversas internas sobre as percepções mais negativas dos adolescentes sobre o Instagram. Não mediram relações causais entre o Instagram e problemas do mundo real”, escreveu Raychoudhury.

Na reportagem, o WSJ divulgou o conteúdo presente em slides que circularam em apresentações dentro do Facebook. A empresa tinha informações como “nós pioramos os problemas de imagem corporal de uma em cada três garotas adolescentes”.

Raychoudhury rebate dizendo que “esses documentos foram criados e usados ​​por pessoas que entendiam as limitações da pesquisa, razão pela qual ocasionalmente usavam linguagem abreviada e não explicam as ressalvas em todos os slides”.

A executiva ainda afirma que algumas pesquisas foram feitas para procurar justamente os piores resultados possíveis, a fim de melhorar as ferramentas presentes no Instagram. “Nossa pesquisa interna é parte de nosso esforço para minimizar o que há de ruim em nossas plataformas e maximizar o que há de bom. Investimos nessa pesquisa para identificar proativamente onde podemos melhorar – por isso os piores resultados possíveis são destacados nos slides internos”, escreveu.

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