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Economia

Após suspensão de demissões pelo TRT, Petrobras reitera posição de desligamento

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Divulgação/FUP

Forte protesto dos sindicatos da categoria mantém estado de greve em várias unidades há 19 dias

A Petrobras continua decidida a encerrar as atividades da fábrica de fertilizantes paranaense Araucária Nitrogenados (Ansa), além de demitir os 396 empregados da unidade, apesar do forte protesto dos sindicatos da categoria que mantém estado de greve em várias unidades há 19 dias.

Em nota, a estatal destacou que na audiência de conciliação marcada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná, para o próximo dia 6 de março, será discutido com o Sindiquímica-PR “as condições do pacote de benefícios para os desligamentos dos seus 396 empregados dentro do cronograma de hibernação previsto.”

Confira a linha do tempo da greve dos petroleiros

Nesta terça, durante reunião de conciliação entre as partes, a desembargadora Rosali Batista (TRT-PR), determinou a suspensão temporária das demissões até a reunião prevista para o dia 6 de março.

A Petrobras explicou ainda sobre os benefícios que estão sendo concedidos aos empregados que serão demitidos.

Petrobras pode ter de importar combustível caso greve seja prorrogada

Segundo a estatal, além das verbas rescisórias legais, o pacote já oferecido pela Ansa inclui valores até R$ 210 mil, de acordo com a remuneração e o tempo de trabalho; manutenção de plano médico e odontológico, benefício farmácia e auxílio educacional por 24 meses, além de uma assessoria especializada em recolocação profissional.

A Petrobras lembrou ainda que a fábrica de fertilizantes já está em hibernação, ou seja, com suas operações parada.

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Economia

Faturamento da indústria desacelera em fevereiro, diz CNI

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O faturamento da indústria sofreu uma desaceleração em fevereiro. O aumento de 0,2% em relação a janeiro é baixo na comparação da alta de 2,3% registrada de dezembro para janeiro, informou hoje (8) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Apesar da desaceleração, em relação ao mesmo mês de 2019, o índice de crescimento em fevereiro ficou em 0,9%.

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) registrou alta de 1,2 ponto percentual em relação a fevereiro de 2019. De janeiro para fevereiro, a UCI aumentou 0,5 ponto percentual, alcançando 78,7%, sem considerar os efeitos sazonais. Foi a segunda alta consecutiva nesse dado.

Emprego

Segundo a CNI, apesar do emprego seguir praticamente estável, as horas trabalhadas tiveram queda. Entre janeiro e fevereiro, o emprego industrial não se alterou, considerando a série dessazonalizada.

Na comparação com o mesmo mês do último ano, houve um leve recuo 0,1%. Nesse mesmo período, a queda de horas trabalhadas foi de 1,6%. Da mesma forma, a massa salarial paga aos trabalhadores da indústria também caiu. A redução foi de 0,8% usando como base janeiro e 2,2% na comparação com fevereiro de 2019.

O rendimento médio real foi o indicador com a maior perda acumulada. O recuo de 0,7% é o quarto resultado negativo consecutivo desse índice, que havia registrado recuo de 0,1% em novembro de 2019, redução de 1,5% em dezembro, e novamente recuo de 0,1% em janeiro de 2020. Na comparação com fevereiro de 2019 a queda foi de 2,1%.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Setor de serviços cai 1% de janeiro para fevereiro

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O volume do setor de serviços recuou 1% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa foi a maior queda do setor desde julho de 2018 (-3,1%). Em janeiro deste ano, o setor cresceu 0,4% em relação a dezembro de 2019.

É importante destacar que a PMS divulgada hoje (8) refere-se a dados anteriores às medidas de isolamento social impostas devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), adotadas apenas a partir de meados de março.

Nos outros tipos de comparação temporal, o volume de serviços teve altas: na comparação com fevereiro de 2019 (0,7%), no acumulado do ano (1,2%) e no acumulado de 12 meses (0,7%).

A receita nominal caiu 0,1% em relação a janeiro deste ano, mas subiu 3,8% na comparação com fevereiro de 2019, 4% no acumulado do ano e 4,1% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de janeiro para fevereiro, a queda de 1% do volume foi provocada por recuos nas atividades de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,9%), de informação e comunicação (-0,5%) e serviços prestados às famílias (-0,1%).

Por outro lado, duas atividades tiveram alta: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,4%) e outros serviços (0,2%).

Edição: Valéria Aguiar

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