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Após reclamações, Xiaomi atualiza novamente a privacidade do seu navegador

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Olhar Digital

Xiaomi
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mi 10


A Xiaomi está atualizando seus navegadores para smartphones Android (Mi Browser e Mint Browser) para evitar confusão quanto a um ajuste relacionado à coleta de dados enquanto o modo de navegação anônima (chamado Incognito) está ativado.

Tudo começou no início do mês, quando o pesquisador de segurança Gabi Cirlig descobriu que os navegadores estavam coletando informações, como lista de sites visitados e mecanismos e termos de busca usados, mesmo quando o usuário ativava a navegação anônima.

Os dados estavam sendo enviados a domínios registrados na China e hospedados em servidores em Singapura e na Rússia. Segundo a Xiaomi , os dados são criptografados e transmitidos de forma a não identificar o usuário de onde se originaram, e usados para “melhorar a experiência de navegação”.

Leia também: Xiaomi descobre fábrica que falsificava seus fones de ouvido

Com a repercussão negativa da descoberta, há alguns dias a Xiaomi lançou uma atualização para seus navegadores que permite ao usuário escolher se quer ou não permitir a coleta de dados durante a navegação anônima.

Mas a emenda foi pior que o soneto, e a terminologia usada pela empresa ao descrever o “Modo Incognito Aprimorado” causou confusão entre os usuários, já que a chave para ativar o modo funcionava de forma oposta ao descrito na tela.

Quando desativada, ela diz (em inglês): “Modo Incognito Aprimorado / Estatísticas agregadas de dados não serão enviadas quando o modo Incognito estiver ativado”. Dando a entender que ativar o modo aprimorado fará com que dados não sejam enviados. Mas o que acontece é o contrário.

Após reclamações, a Xiaomi decidiu mudar o nome e descrição da opção, para que seu funcionamento fique mais claro. Agora o texto diz: “Nos ajude a melhorar o Mi Browser / Ative para compartilhar conosco estatísticas de uso quando o modo Incognito estiver ativado”.

A mudança já foi implementada nas versões 12.2.4 do Mi Browser e 3.4.6 do Mint Browser . Segundo a Xiaomi, as atualizações dos navegadores já foram enviadas para aprovação no Google Play , e devem estar disponíveis aos usuários em breve.

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Tecnologia

iPhones “à prova d’água” rendem multa superior a R$ 63 milhões à Apple

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Tecnoblog

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Emerson Alecrim

iPhones “à prova d’água” rendem multa de € 10 milhões à Apple

Talvez você se lembre que, em setembro, o Procon-SP notificou a Apple por não cobrir danos que iPhones sofreram após contato com água — os aparelhos são promovidos como tendo esse tipo de proteção. No Brasil, o assunto não avançou até agora. Na Itália, a situação é diferente: a AGCM, órgão antitruste do país, multou a Apple em € 10 milhões (cerca de R$ 63,6 milhões, em valores desta segunda, 30) por causa do problema.


Basicamente, a AGCM afirma (PDF) que a Apple pratica propaganda enganosa ao não ser clara o suficiente sobre quais condições a resistência à água dos iPhones é válida. Sendo mais específico, a entidade argumenta que a Apple não deixa implícito que a resistência a profundidades de até 4 m por até 30 minutos só ocorre sob determinadas circunstâncias.

Um exemplo: os materiais promocionais da Apple não informam com clareza que esses limites só foram alcançados em testes laboratoriais feitos com água parada e pura, não em condições cotidianas de uso.

Problemas desde o iPhone 7

O problema não é recente. Os tais limites podem variar de acordo com a geração do iPhone, mas há afirmações sobre o assunto em materiais promocionais de praticamente todos os modelos lançados pelo menos desde o iPhone 7.

A AGCM também considera inadequado a Apple não incluir danos causados por água na garantia do iPhone, mesmo com os materiais promocionais ressaltando a característica de resistência a líquidos da linha.

Até o momento, a Apple não se pronunciou sobre o assunto. Vale lembrar que essa não é a primeira multa que a companhia recebe na Itália. Em 2018, Apple e Samsung foram multadas em € 5 milhões cada uma sob acusação de prática de obsolescência programada.

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Receita Federal ganha seção para regularizar CPF pela internet

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Tecnoblog

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Victor Hugo Silva

Receita Federal ganha seção para regularizar CPF pela internet

A Receita Federal liberou em seu site uma área para quem busca serviços relacionados ao CPF (Cadastro de Pessoas Físicas). A seção, batizada de Meu CPF, permite o cadastro, a atualização e a consulta da situação do documento, além da emissão do cartão de CPF em formato digital ou em papel.


Segundo a Receita Federal , a seção foi criado devido à alta significativa na demanda por atendimentos relacionados ao documento. Além de destacar os serviços disponíveis, a página oferece orientações rápidas sobre o que fazer caso a situação do documento esteja pendente de regularização, suspenso, com titular falecido ou cancelado.

É possível regularizar a situação pela internet na maioria dos casos. Naqueles em que é preciso apresentar documento de identificação, a Receita Federal oferece a opção de enviá-los por e-mail. Nessas situações, para garantir a legitimidade, o órgão também solicita uma selfie do titular.

Receita Federal orienta serviços de CPF no Telegram

Além do Meu CPF, a Receita Federal oferece um chatbot no Telegram com orientações para quem quer regularizar o documento. Para começar a usar a ferramenta, basta pesquisar por ReceitaFederalOficial ( @ReceitaFederalOficialbot ) no aplicativo. Ao abrir a conversa, ela oferecerá opções para quem atualizar ou emitir segunda via.

O chatbot faz algumas perguntas e, de acordo com o caso, envia links para as páginas em que a situação pode ser resolvida. Segundo o órgão, o objetivo do chatbot é oferecer um atendimento rápido aos cidadãos sem a necessidade de atendimento de um funcionário para evitar aglomerações em suas unidades.

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