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Após reclamações, Xiaomi atualiza novamente a privacidade do seu navegador

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Olhar Digital

Xiaomi
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mi 10


A Xiaomi está atualizando seus navegadores para smartphones Android (Mi Browser e Mint Browser) para evitar confusão quanto a um ajuste relacionado à coleta de dados enquanto o modo de navegação anônima (chamado Incognito) está ativado.

Tudo começou no início do mês, quando o pesquisador de segurança Gabi Cirlig descobriu que os navegadores estavam coletando informações, como lista de sites visitados e mecanismos e termos de busca usados, mesmo quando o usuário ativava a navegação anônima.

Os dados estavam sendo enviados a domínios registrados na China e hospedados em servidores em Singapura e na Rússia. Segundo a Xiaomi , os dados são criptografados e transmitidos de forma a não identificar o usuário de onde se originaram, e usados para “melhorar a experiência de navegação”.

Leia também: Xiaomi descobre fábrica que falsificava seus fones de ouvido

Com a repercussão negativa da descoberta, há alguns dias a Xiaomi lançou uma atualização para seus navegadores que permite ao usuário escolher se quer ou não permitir a coleta de dados durante a navegação anônima.

Mas a emenda foi pior que o soneto, e a terminologia usada pela empresa ao descrever o “Modo Incognito Aprimorado” causou confusão entre os usuários, já que a chave para ativar o modo funcionava de forma oposta ao descrito na tela.

Quando desativada, ela diz (em inglês): “Modo Incognito Aprimorado / Estatísticas agregadas de dados não serão enviadas quando o modo Incognito estiver ativado”. Dando a entender que ativar o modo aprimorado fará com que dados não sejam enviados. Mas o que acontece é o contrário.

Após reclamações, a Xiaomi decidiu mudar o nome e descrição da opção, para que seu funcionamento fique mais claro. Agora o texto diz: ” Nos ajude a melhorar o Mi Browser / Ative para compartilhar conosco estatísticas de uso quando o modo Incognito estiver ativado

A mudança já foi implementada nas versões 12.2.4 do Mi Browser e 3.4.6 do Mint Browser . Segundo a Xiaomi, as atualizações dos navegadores já foram enviadas para aprovação no Google Play , e devem estar disponíveis aos usuários em breve. 

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Tecnologia

Google Meet terá reuniões ilimitadas na versão grátis até 2021

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Tecnoblog

Google Meet
Unsplash/Harry Cunningham

Google Meet amplia prazo para limitar tempo das chamadas de vídeo

O Google Meet continuará a oferecer um recurso premium de graça até março de 2021: usuários do Gmail poderão realizar chamadas em vídeo com duração praticamente ilimitada (máximo de 24 horas). Anteriormente, a  empresa planejava restringir as reuniões em até 60 minutos nas contas gratuitas. No entanto, o cancelamento de ruído e a gravação no Google Drive ficarão exclusivos para clientes G Suite.

“Queremos continuar ajudando aqueles que dependem do Meet para manter contato nos próximos meses”, diz o Google em comunicado. “Como um sinal de nosso compromisso, hoje continuamos com chamadas ilimitadas do Meet (até 24 horas) na versão gratuita até 31 de março de 2021 para contas do Gmail.”

Em abril, o Google havia anunciado que iria limitar as videochamadas gratuitas do Meet em 60 minutos a partir de 30 de setembro de 2020. A empresa mudou de ideia dias antes desse prazo.

Além disso, todos os usuários ainda poderão usar o desfoque de fundo , o layout com até 50 pessoas ao mesmo tempo (incluindo você), a transmissão via Chromecast e a integração ao Gmail na web e nos aplicativos de celular.

Recursos premium do Google Meet deixarão de ser grátis

Vale notar, no entanto, que outros recursos premium do Google Meet ficarão indisponíveis em contas gratuitas: ou seja, não será possível realizar gravação de reuniões no Google Drive, nem fazer transmissões ao vivo no domínio para até 100 mil pessoas. Além disso, o limite de participantes por chamada cairá de 250 para 100 (o que deve ser bastante para a maioria dos usuários).

Há outra perda importante: o cancelamento de ruído ficará restrito a clientes do G Suite Enterprise e G Suite Enterprise for Education . O recurso foi liberado esta semana para Android e iPhone; ele já estava disponível na web há alguns meses.

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Tecnologia

Twitter alerta usuários para lerem artigos antes de compartilhar

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Twitter
Unsplash/Sara Kurfeß

Twitter adiciona ferramenta para incentivar usuários a lerem artigos

O Twitter quer incentivar os usuários a lerem artigos antes de os compartilharem, em uma tentativa de evitar a propagação de desinformação. Na última semana, a rede social anunciou que vai começar a avisar quem retuitar um texto sem lê-lo. 

Ao compartilhar um artigo, o Twitter vai mostrar um aviso. “Manchetes não contam a história toda. Você pode ler o artigo no Twitter antes de retuitar”, diz o alerta. A rede social ainda diz que o objetivo é “ajudar a promover uma discussão informada”.

O novo recurso já vinha sendo testado para alguns usuários da rede social no Android . Segundo o Twitter, os testes foram bem sucedidos: 40% dos usuários avisados voltaram e abriram o artigo, número 33% maior do que antes da ferramenta.

“Não deveríamos ter que dizer isso, mas você deve ler um artigo antes de twittar”, diz o Twitter . A promessa é de que a novidade chegue a todos os usuários em breve.

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