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Política Nacional

Após receber críticas, governadora de Santa Catarina diz que é contra o nazismo

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Daniela Reinehr, durante coletiva de imprensa na última terça (27), evitou responder se concorda com ideais neonazistas.
Ricardo Wolffenbuttel/Secom

Daniela Reinehr, durante coletiva de imprensa na última terça (27), evitou responder se concorda com ideais neonazistas.

Na manhã desta quinta-feira (29), a governadora interina de Santa Catarina, Daniela Reinehr (sem partido) , divulgou uma nota declarando que é contra o nazismo . As informações foram dadas pelo UOL .

A declaração foi feita após as críticas que Reinehr recebeu por não se posicionar anteriormente.

Na última terça-feira (27), a governadora interina foi questionada sobre o nazismo e evitou responder se concorda com ideais neonazistas e negacionistas sobre o holocausto judeu.

“Antes de mais nada é preciso declarar que sou contrária ao nazismo , assim como sou contrária a qualquer regime, sistema, conduta ou posicionamento que vá contra os direitos individuais, garantias de segurança ou contra a vida das pessoas”, diz Daniela Reinehr em nota.

Ela afirma, ainda, que “independente das palavras usadas”, acreditava ter deixado claro o seu posicionamento na última terça-feira. 

“Consigo entender a reação das pessoas ante o posicionamento que me imputaram, e principalmente porque isso aconteceu de forma injusta, a partir de uma atitude antiética, que apresentou um vídeo editado, com uma pergunta alterada. Sou amiga de Israel e dos Judeus, e qualquer ilação contrária não corresponde com a verdade”, concluiu  Daniela Reinehr .

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Política Nacional

Cúpula do Aliança pelo Brasil diz que precisa de mais prazo para criar partido

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Após o presidente  Jair Bolsonaro ter estipulado nesta semana o mês de março de 2021 como prazo para a criação do Aliança pelo Brasil, a cúpula da legenda em formação tenta estender essa data, acreditando não ser possível recolher, registrar e ter a validação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de todas as 492 mil assinaturas necessárias nos próximos quatro meses.

Até o momento, o Aliança só conseguiu validar 42 mil apoiamentos, 8% do que precisa. Sem a legenda criada até março, Bolsonaro já cogita uma “nova opção” para se filiar e também para levar os pelo menos 20 deputados que pretendem acompanhá-lo nessa mudança.

A opção que vem sendo trabalhada há três meses pela ala ideológica do governo é a volta ao PSL, do deputado federal Luciano Bivar (PE). Auxiliares de Bolsonaro e deputados ligado à ala ideológica avaliam a antiga legenda como a melhor estratégia uma vez que os parlamentares já possuem estruturas estaduais definidas, com diretórios distribuídos e recursos disponíveis. Outra opção, porém, está em se filiar a partidos ligados ao Centrão. São opções o PP, do senador Ciro Nogueira (PI), o Republicanos e o PTB, de Roberto Jefferson.

A ala ideológica do governo e os deputados mais radicais resistem à estratégia de se associarem a legendas que não darão ao presidente o controle do partido.

“Só discordaria se ele (Bolsonaro) fosse para qualquer partido que não desse a chave. Qualquer partido que ele vá, tem de ter a chave. É ele que tem de escolher quem entra, quem sai, quem disputa as eleições”, afirmou a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que integra a ala ideológica e pretende migrar com o presidente para o partido que ele for.

“Não é uma preocupação comigo. Eu vou para onde ele estiver, mas acho que é um zelo a mais, ele deveria ir para um partido onde pudesse filtrar as pessoas”, completou.

O segundo vice-presidente nacional do Aliança pelo Brasil , Luís Felipe Belmonte, um dos mais engajados no processo, quer tentar concluir a legenda até abril do ano que vem. Para isso, corre para inserir as 80 mil assinaturas que diz ter em mãos no sistema do TSE. Ele diz já ter incluído no sistema cerca de 140 mil, que aguardam validação. Ainda assim, terá que conseguir mais 300 mil apoiamentos válidos e torcer para que a corte eleitoral consiga validar tudo em um curto espaço de tempo.

“Acredito que vamos ter todas as assinaturas até janeiro e que o tribunal necessite de três meses para conseguir validar todos os apoiamentos. Acho que o presidente poderá ter o Aliança pelo Brasil criado até abril”, disse Belmonte.

O prazo de março estipulado por Bolsonaro não tem relação com o calendário eleitoral, mas sim com sua estratégia de organizar a estrutura partidária para se candidatar à reeleição em 2022.

Auxiliares do presidente avaliam que a maior lição deste pleito municipal foi perceber quão desorganizados estão conservadores e ideológicos e que, sem uma nova estrutura, Bolsonaro pode patinar na corrida à sucessão presidencial daqui a dois anos. Por isso, determinaram um prazo limite para que o presidente defina sua filiação.

O Aliança está em formação desde o ano passado, quando Bolsonaro decidiu se desfiliar do PSL após discussão públicas com Luciano Bivar . Nesses 12 meses, a legenda conseguiu validar 42 mil assinaturas. Brigas internas entre os integrantes da cúpula da legenda têm dificultado o trabalho em equipe e atrasado o procedimento de formação. Belmonte nega que haja intrigas na legenda e aponta a pandemia de Covid-19 como um empecilho que teria atrapalhado o processo de criação do partido.

A legenda é hoje disputada por três advogados: Admar Gonzaga, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Karina Kufa, advogada da campanha de Bolsonaro em 2018 e por Belmonte, empresário e advogado brasiliense. Belmonte assumiu a linha de frente do partido nos últimos meses, gerando ciúmes nos demais.

Ele pediu que Bolsonaro oficializasse aos apoiadores que ele seria o gestor temporário até a legenda sair do papel, mas isso não se concretizou. Na cúpula do Aliança, há a percepção de que Bolsonaro não quer delegar responsabilidades para não repetir o que ocorreu no PSL, partido em que se sentiu traído pelo presidente Luciano Bivar.

Enquanto Bolsonaro não define o futuro do partido, Belmonte vem coletando doações, organizando eventos nos estados e centralizando a entrega de assinaturas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com integrantes do Aliança, porém, o vácuo de poder impede que decisões sejam tomadas de forma célere e inviabiliza a formação do partido.

Ao fogo cruzado entre os três advogados, soma-se a desconfiança da militância que passou a ver os organizadores do partido em Brasília como conspiradores contra o presidente da República. Alguns não confiam em Kufa, Gonzaga e Belmonte, outros disputam entre si as coordenações locais e há ainda quem abandonou a iniciativa de criar o Aliança diante da desorganização e demora em coletar assinaturas.

Em meio a esse cenário de intrigas, o marqueteiro do partido, Sérgio Lima, que cuidava também da comunicação da legenda, se afastou das atividades partidárias para tocar projetos pessoais. A informação foi publicada pela colunista Bela Megale, no GLOBO. Lima disse a aliados que vai se dedicar à sua agência de publicidades e atividades na área privada. Ele é um dos investigados no inquérito que investiga a realização de atos antidemocráticos, mas afirma que todas suas atividades são lícitas e nega irregularidades.

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Política Nacional

Senadores lamentam morte do ex-governador João Alves Filho

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Morreu, na noite desta terça-feira (24), o ex-governador de Sergipe João Alves Filho, aos 79 anos. Ele estava internado em estado grave no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após sofrer uma parada cardíaca em casa, na quarta-feira da semana passada (18). O político era casado com a senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE) e deixa três filhos e quatro netos.

“João seguiu em paz para os braços do Pai, livre de todas as doenças que acometiam seu corpo. Foram 54 anos de amor, amizade e muito companheirismo. Nunca estamos preparados pra sentir tanta saudade. Nosso João da Água, nosso João sempre Coragem, permanecerá eternamente vivo em nossos corações. Agradeço por todas as manifestações de carinho e apreço que recebemos e me uno ao povo sergipano nesse momento de profunda dor”, lamentou Maria do Carmo numa sequência de publicações no Twitter.

João Alves sofria com um quadro avançado do Mal de Alzheimer desde 2017, por isso recebia tratamento intensivo em formato home care. Além da complicação cardiológica, ele foi internado com um quadro de infecção pulmonar e teve o diagnóstico de covid-19 confirmado na sexta-feira (20). Dias depois, a família comunicou que ele estava com as funções renais paralisadas e sedado, respirando com ajuda de aparelhos, com um quadro de saúde “clinicamente irreversível”. A morte foi confirmada às 22h de terça.

A família está cuidando dos trâmites para a liberação do corpo e ainda não há informações sobre o horário de cremação nem do traslado dos restos mortais do ex-governador para Aracaju.

Vida pública

O político nasceu no dia 3 de julho de 1941, em Aracaju (SE). Formou-se em engenharia civil e atuou no ramo de construção civil até ser indicado prefeito biônico de Aracaju (1975-1979). Foi ministro do Interior no governo de José Sarney, governador do estado de Sergipe por três mandatos (1983 a 1986, 1991 a 1994 e 2003 a 2006) e sua última função pública foi novamente como prefeito de Aracaju, de 2013 a 2017. Ele e a senadora Maria do Carmo foram fundadores do Partido da Frente Liberal (PFL) no estado, que posteriormente se transformou no Democratas.

Ele deixou obras como o Porto de Sergipe, a orla da Praia de Atalaia, o Parque da Cidade, o aterro e a urbanização da Coroa do Meio, o Centro de Criatividade, a ponte Godofredo Diniz e outras obras estruturais em Aracaju, além de projetos de irrigação e de construção de cisternas para captação de água para as famílias do interior do estado.

O governo estadual e a prefeitura de Aracaju decretaram luto oficial de três dias.

Repercussão

Os senadores lamentaram a perda do ex-governador, um político que buscou investir no desenvolvimento regional e na valorização das belezas naturais e turísticas do Nordeste e de seu estado natal.

“Faleceu o ex-governador João Alves Filho, nome histórico em Sergipe. O que leva gente de bem para a vida pública é a esperança genuína de causar impactos positivos na sociedade. João fez isso como poucos na nossa história. Desejo força para a família e amigos neste momento triste”, manifestou-se o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) no Twitter.

“Minha solidariedade com a família e amigos do Dr. João Alves, em especial minha colega no Senado, senadora Maria do Carmo. João deixou sua marca em nosso estado e seu legado está eternizado. Obrigado, João, por tudo que você fez pela nossa gente e pelo nosso estado!”, disse Rogério Carvalho (PT-SE), também no microblog.

“Me solidarizo com os familiares e amigos do ex-governador de Sergipe João Alves Filho, em especial, meus sentimentos à senadora Maria do Carmo Alves. Que Deus conforte seus corações neste momento de dor”, disse Fernando Bezerra (MDB-PE) na rede social.

“Com grande pesar, recebemos a notícia do falecimento do ex-governador João Alves Filho. Esposo da senadora Maria do Carmo, João foi governador de Sergipe por três vezes e um dos mais importantes homens públicos da história do estado. Nossos sentimentos aos familiares e amigos neste momento de dor”, publicou o senador Weverton (PDT-MA), numa nota de pesar divulgada na internet.

“Hoje é um dia de tristeza para Sergipe e para o Brasil, com a morte do ex-senador e ex-ministro João Alves Filho, que governou seu estado por três vezes e prefeito de Aracaju. Uma vida repleta de êxito, fruto de muito trabalho e do talento pessoal deste grande brasileiro. Expresso meu pesar a todo o povo de Sergipe e envio meu abraço à família, especialmente à senadora Maria do Carmo Alves, viúva de João Alves, companheira dele de uma vida inteira e que certamente seguirá o grande trabalho deixado por seu marido em carreira pública vitoriosa”, disse no Twitter o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

“O Nordeste, em especial Sergipe, perde um dos maiores homens públicos de sua história. João Alves era carinhosamente chamado de ‘Negão de Sergipe’. Um gestor público que soube levar sua terra rumo ao desenvolvimento. Que Deus conforte os familiares e amigos. Vá em paz, Negão!”, afirmou o senador Angelo Coronel (PSD-BA).

“Meus sentimentos a toda a família do ex-governador de Sergipe, João Alves, falecido nesta madrugada, vítima da covid-19. Em especial, presto aqui minha solidariedade à colega senadora Maria do Carmo. A pandemia, infelizmente, ainda é uma realidade. Cuidem-se todos!”, publicou o senador Jean Paul Prates (PT-RN).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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