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Mato Grosso

Após quatro anos, Governo fecha contas no azul

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O Governo de Mato Grosso conseguiu fechar um ciclo negativo e, pela primeira vez depois de quatro anos, fechou as contas no azul, ou seja, gastou menos do que arrecadou.

De acordo com o balanço, a receita de 2019 foi de R$ 20.745 bilhões e a despesa foi de R$ 19.875 bilhões, tendo um saldo positivo de R$ 870 milhões.

Na avaliação do governador Mauro Mendes, o resultado é reflexo de todas as medidas adotadas no decorrer do ano de 2019, que contribuíram para estancar o crescimento das despesas. 

“Cortamos cargos, diminuímos o número de secretarias de 24 para 15, renegociamos contratos, reduzimos o custo da máquina pública e o crescimento da folha de pagamento, além do trabalho realizado pelos servidores públicos na contenção dos gastos e eficiência na prestação do serviço. O resultado é um Estado mais equilibrado e que está retomando o rumo do crescimento”, afirmou Mauro Mendes.

Conforme os números oficiais, em 2015 o Estado arrecadou R$ 14.055 bilhões e teve uma despesa de R$ 14.353 bilhões, o que correspondeu a uma dívida que ficou sem pagar no valor de R$ 298 milhões. No ano seguinte, o saldo negativo entre despesas e receita ficou maior e alcançou R$ 386 milhões. Já em 2017, o governo arrecadou R$ 16.554 bilhões e gastou R$ 18.187 bilhões, saltando para R$ 1.633 bilhão de despesa contraída e não paga naquele ano.

Os números também comprovam que, em 2018, a relação entre receita e despesa foi mantida no negativo. Naquele ano, foram arrecadados R$ 18.112 bilhões, enquanto a despesa foi de R$ 18.680 bilhões, o que deixou uma dívida sem pagar de R$ 558 milhões.

“Com esse resultado positivo, é possível demonstrar que o trabalho realizado pelas nossas equipes e servidores está no rumo certo. Vamos continuar trabalhando muito nesse ano de 2020 para que seja possível desburocratizar a máquina pública, melhorar ainda mais a prestação de serviço especialmente nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e segurança”, destacou Mendes.

Ainda de acordo com ele, a melhoria da situação financeira já tem reflexos em prol da sociedade, como a reforma de seis hospitais (Regionais de Sorriso, Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis, Metropolitano de Várzea Grande e o hospital Adauto Botelho); obras em 82 escolas, além da manutenção em outras 200 unidades; e a entrega de 64 obras de infraestrutura em dezenas de cidades e outras 119 obras em andamento, entre pontes, recuperação de rodovias e pavimentação asfáltica.

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Mato Grosso

Unemat, IFMT e parceiros iniciam produção de álcool 70%

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Uma parceria entre Unemat, IFMT, Secitec, Pampas Cervejaria, Prefeitura Municipal de Paranaíta e Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) possibilitou iniciar, na última sexta-feira (04/04), a produção de álcool 70% (líquido e gel) para ser disponibilizado aos hospitais públicos, comunidades carentes e sociedade de Alta Floresta e região, para prevenção à Covid-19.

Com investimentos próximos a R$ 175 mil, a meta é produzir 10 mil litros de álcool 70%. Nesse montante, além da aquisição de matéria prima, serão comprados equipamentos necessários para o processamento desse material. O recurso foi obtido por meio de projeto desenvolvido pela equipe técnica do IFMT e apresentado a Setec/MEC.

A parceria vai viabilizar o acesso a uma parcela maior da população a itens de higienização como os recomendados, principalmente, aos hospitais públicos e postos de saúde que necessitam deste produto, conforme Ministério da Saúde.

Nessa cooperação, a Unemat entrega água destilada, alguns equipamentos e contribui com a atuação de profissionais técnicos.

“Além disso, na fase seguinte do projeto, vamos ajudar na entrega do álcool para a sociedade. A cervejaria Pampas emprestou o local, todo o maquinário ficou à nossa disposição. Então, estamos fazendo lá”, explicou a diretora Político-Pedagógico e Financeira, professora Dra. Ivone Vieira da Silva.

A equipe do campus da Unemat em Alta Floresta é composta também por técnicos de laboratório, os químicos Guilherme Ferreira Ferbonink, Lucyan Elam Rosa Santos e Willian Tsuyoshi Kume.

Para a coordenadora do projeto junto ao IFMT, professora Dra. Tais Rosa, “a produção deste material contribuirá para a prevenção dessa doença em Alta Floresta e região. Somos gratos aos parceiros desta empreitada, isso mostra o sentimento de solidariedade e compromisso com a sociedade que estamos inseridos”, frisou.

A realização desta ação foi possível pelo compromisso e responsabilidade social de todas as organizações envolvidas. O Hospital Regional de Alta Floresta também é um parceiro, com a doação de galões para o armazenado do álcool produzido. Também são apoiadores deste projeto, a Amazônia Extintores e Carlinhos Parafusos.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Virologista diz que registro de casos em diferentes faixas etárias é bom indicativo; entenda

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Identificar o número de pessoas com menos de 60 anos, infectadas com a Covid-19, é considerada uma boa estratégia no combate à doença pela professora doutora Ana Cláudia Terças Trettel, da Unemat, campus de Tangará da Serra.

Ela, que é virologista, com doutorado em Medicina Tropical, explica que esses registros de casos em pessoas de diferentes faixas etárias demonstram que a Vigiância em Saúde em Mato Grosso está atenta a todas as pessoas que possam vir a apresentar os sintomas da doença. E não somente em casos graves e em pacientes que por ventura tenham vindo de outros países ou estados, também por transmissão comunitária.

De acordo com a professora, uma das especialistas em virologia em Mato Grosso – que tem ajudado a Universidade, municípios e o comitê gestor estadual para o combate a pandemia -, a postura adotada pelos meios de saúde em ficar atentos a todas as pessoas, tem sido fundamental e é uma postura digna de elogio.

“Quanto temos muitos casos confirmados na faixa etária acima dos 60 anos, quando a doença apresenta um quadro mais grave, isso demonstra que só há o monitoramento de registros graves. Mas aqui em Mato Grosso, o que temos percebido é a confirmação precoce dos casos”, diz Ana Cláudia.

Para ela, essa confirmação precoce pode ser confirmada também na gravidade dos sintomas que apresentam esses pacientes, já que a maioria está internada em enfermarias  ou em tratamento domiciliar, sendo um número mais reduzido de pacientes em estado grave nas U.T.I.s dos hospitais.

A pesquisadora da Unemat tem sido consultada por diferentes canais da imprensa para compreender o comportamento da doença no Estado. No último final de semana ela concedeu entrevista ao Jornal A Gazeta, de grande circulação estadual, sobre a faixa etária de pacientes confirmados com o coronavírus.

Fonte: GOV MT

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