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Após demissões em massa, chefão da Globosat deixa a Globo com 25 anos de casa

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Na última semana, os funcionários da Globo foram surpreendidos com algumas demissões na emissora. Desta vez, o diretor-geral da Globosat , Alberto Pecegueiro, é quem deixará seu cargo a partir de janeiro após 25 anos de trabalho.

Leia também: Tensão na Globo! Demissões teriam gerado choro e caos nos corredores da emissora

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Divulgação

Globo


Esse corte é mais um resultado do projeto “Uma Só Globo”, que deve unir todas as empresas do Grupo Globo em uma só.

A notícia da saída de Alberto Pecegueiro foi anunciada por meio de uma nota pelo presidente do Conselho de Administração da emissora , Roberto Irineu Marinho e o presidente-executivo, Jorge Nóbrega.

Leia também: Salário alto e um acordo sigiloso podem impedir o retorno de Xuxa para Globo

“Após 25 anos à frente da Globosat, construindo a maior programadora de TV por assinatura da América Latina, o diretor-geral Alberto Pecegueiro decidiu encerrar suas atividades executivas na empresa, em janeiro de 2020. A vida profissional de Alberto se confunde com a história da TV paga no Brasil. Todos os movimentos relevantes da indústria, desde o seu nascedouro, contaram com a sua participação e liderança. Pecegueiro implementou o nosso modelo de programação baseado em parcerias nacionais e internacionais.”

Alberto Pecegueiro arrow-options
Divulgação/Globosat

Alberto Pecegueiro


Leia também: Demissão em massa na Globo gera climão no Projac 

De acordo com a nota, Pecegueiro vai continuar ligado ao Grupo Globo como representante do grupo nos conselhos administrativos das “joint ventures” do qual faz parte.

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Cinemas e teatros devem reabrir a partir do dia 27 de julho em São Paulo

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Governo de São Paulo divulga expetativa de reabertura das salas de cinema e teatro

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta sexta-feira (3) os protocolos de reabertura de salas de cinema e teatro . Embora ainda não haja confirmação sobre a data da liberação, a expectativa é de que – na capital do estado – os equipamentos culturais voltem a funcionar a partir do dia 27 de julho. Também já é possível saber quais protocolos de segurança serão necessários.

“O funcionamento está previsto depois que a região tiver estabilidade de quatro semanas na fase amarela, não é um funcionamento imediato”,informou a secretária de Desenvolvimento Econômico do estado, Patrícia Ellen. Inicalmente, o retorno dessas atividades estavam previstos para fase 4 de controle da pandemia. 

A liberação depende o avanço das regioes no Plano São Paulo , esquema que determina os critérios para avanço ou retrocesso das regiões na reabertura econômica. A fase que permite a reabertura de cinemas ocorre na fase amarela, onde atualmente está inserida a capital paulista. Além disso, a decisão final sobre a reabertura de cada serviço depende das prefeituras. 

Nessa fase, serão necessários cuidados específicos com higiene e segurança, como protocolos para público sentado e com distanciamento entre poltronas, capacidade máxima de 40%, funcionamento reduzido de 6 horas, compra antecipada on-line, assentos marcados e suspensão de consumo e venda de alimentos e bebidas.

Além das salas de cinema e teatro, o governo também prevê a liberação de eventos culturais, também sem data definida. “Para os eventos com público em pé, são quatro semanas de estabilidade na fase verde, a previsão seria a partir do dia 12 de outubro”, informou a secretária. 

Fonte: IG GENTE

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Novo concurso de Miss Brasil deve aceitar candidatas trans

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O concurso de Miss Brasil está ganhando uma cara nova. A disputa está passando por mudanças desde que a Polishop rompeu a parceria com a Band e um novo patrocinador, que ainda está sendo mantido em anonimato, entrou em jogo. Segundo o colunista Fábio Luís de Paula, da Folha de S. Paulo, o concurso promete novidades e as mulheres trans poderão entrar na disputa. 

Júlia Horta
Reprodução/Instagram

Júlia Horta foi eleita Miss Brasil em 2019

A inclusão de mulheres trans não é uma novidade para os concursos de beleza, outros países já fazem isso em disputas de Miss e o Brasil só está aderindo ao movimento mundial. Quem está à frente do projeto editorial do concurso e comandando essas mudanças é o jornalista Roberto Macêdo. 

Macêdo já mostrou nas redes sociais que a faixa de Miss Brasil mudou, ela voltou a ter as cores verde e amarela, abandonando o dourado anterior. Além disso, no novo perfil no Instagram do concurso foi anunciado que pretendem fazer uma competição de olho no futuro, mas que também reverencie o passado.

Sobre a próxima edição do concurso, a situação ainda é incerta por conta das medidas de isolamento social. Júlia Horta, que foi eleita Miss Brasil em 2019, conta que ainda não sabe muitas informações de como irá passar a faixa para a nova garota. “A única coisa que sei é que vão revelar a empresa por trás do evento até o fim da semana que vem. Mas ainda não foi confirmado comigo se vai ser indicação ou se haverá concurso, pois a situação de pandemia no Brasil está muito tensa. Provavelmente por conta disso será uma indicação, também porque não há muito tempo para a seleção. Independente de como será o anúncio, eu sei que vou passar a coroa, em um estúdio”, ela contou.



Fonte: IG GENTE

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