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Após Assembleia aprovar contas, Taques diz que parecer de deputada foi motivado por “ódio”

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Contas do último da gestão do tucano receberam 18 votos favoráveis à aprovação

O ex-governador Pedro Taques (PSDB), tão logo teve suas contas referentes ao exercício de 2018 aprovadas pela Assembleia Legislativa, por 18 votos a cinco, voltou a disparar que a deputada Janaína Riva (MDB), agiu com ódio quando deu parecer pela reprovação das contas enquanto relatora em comissão parlamentar.

“Todos sabem que a deputada Riva me odeia desde criança. Sobre ódios, mágoas e ressentimentos, não sou especialista. Não gasto meu tempo odiando quem me odeia, utilizo meu tempo amando quem me ama”, disse o ex-governador após a aprovação em plenário das contas do seu governo.

O Parlamento Estadual acompanhou decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que já havia opinado favoravelmente à aprovação das contas do ex-governador, que por 7 a 0, referendou o balancete do tucano com ressalvas.

“Quero agradecer aos 18 deputados, que compreenderam o momento histórico que o Brasil e Mato Grosso viveram durante o nosso mandato, votando, tecnicamente, sem ódios ou rancores”, afirmou Taques.

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A deputada Janaina Riva (MDB), que não participou da sessão por licença médica, diz que o ataque do ex-governador a ela “evidencia a postura arrogante que sempre teve, mesmo após ter sido derrotado nas urnas e levado mais da metade da legislatura passada da Assembleia Legislativa de Mato Grosso que compunha a base dele à morte política, para o cemitério político”.

Conforme a deputada, “ao afirmar que eu o odeio, Pedro Taques só comprova que continua com essa mania de se superestimar, bem típico dos arrogantes que creem veementemente que são mais importantes para os outros do que realmente são”, rebateu a deputada, que lamentou a decisão dos seus 18 pares.

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Estado aguarda resultado das medidas fiscais para definir pagamento da RGA; números serão apresentados em abril

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Presidente do Sisma, Oscarlino Alves, que se reuniu durante a semana com membros do Governo de MT[F-Sisma/MT]

O Governo do Estado deverá se reunir em abril com representantes do Fórum Sindical, entidade que congrega os sindicatos que representam os servidores públicos do Estado, para mais uma rodada de negociações sobre o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA),dos anos de 2018, 2019 e chegando a data base maio/2020.

Afirmação partiu do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sisma-MT) e membro do Fórum Sindical, Oscarlino Alves, logo após reunião no Palácio Paiaguás com os secretários de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, e da Casa Civil, Mauro Carvalho na terça-feira (21).

“O secretário Mauro [Carvalho] disse que o governo está trabalhando para pagar a RGA e irá analisar os impactos sobre a receita do Estado em função das medidas fiscais já tomadas frente as leis aprovadas em janeiro/2019 que criaram condicionantes para o pagamento da RGA”, disse

“Já ficou pré-agendado uma nova reunião para o início do mês de abril, onde o Governo deverá apresentar os números das finanças estaduais”, completou.

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Na reunião de terça-feira, o Governo do Estado sinalizou positivamente para o pagamento da RGA e também melhorar o andamento dos processos administrativos de progressão de carreira dos servidores. “Estamos trabalhando arduamente para pagar a RGA e as leis de carreira aprovadas em governos anteriores”, destacou o chefe da Casa Civil.

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Em MT, 500 mil eleitores podem não conseguir votar na suplementar ao Senado; TRE prorroga prazo para biometria

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O número representa 20% do eleitorado mato-grossense; prazo é estendido para 21 de fevereiro

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Gilberto Giraldelli, revelou na última quarta-feira (22), que 500 mil eleitores mato-grossenses correm o risco de não poderem votar na eleição suplementar ao Senado que acontece no próximo dia 26 de abril, porque não realizaram o cadastro biométrico.

Por esse motivo, o prazo para que os eleitores possam fazer a biometria vai até o dia 21 de fevereiro. “Temos um número de 500 mil eleitores com títulos cassados. Talvez por estarem desacreditados, muitos não fizeram ainda o cadastramento eleitoral. Nós temos feito várias e várias campanhas aqui para chamar a atenção da população para a necessidade de vir fazer a sua regularização eleitoral”, afirmou.

Para regularizar o título, o eleitor deve acessar o site do TRE-MT e verificar os locais disponíveis na Justiça Eleitoral.

A realização da eleição em 26 de abril foi estabelecida após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar que eleições suplementares ocorram no prazo de até 90 dias. A vaga foi aberta após a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos) pelo TSE por abuso de poder econômico e uso de caixa 2 nas eleições de 2018.

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