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Saúde

Ao vivo: governo detalha informações sobre aquisição de vacinas

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, concede entrevista coletiva nesta quinta-feira (7), no Palácio do Planalto, para falar sobre as novas medidas de enfrentamento à pandemia de covid-19 e o uso de vacinas contra o novo coronavírus no Brasil.

Também será detalhada a Medida Provisória (MP) 1.026/21, que flexibiliza regras para facilitar a aquisição de vacinas e insumos. A MP, editada ontem (6) pelo presidente Jair Bolsonaro, trata ainda do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a doença.

Acompanhe ao vivo:

Ontem à noite, em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o Brasil tem asseguradas, para este ano, 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Do total, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a AstraZeneca, e 100 milhões pelo Butantan, em parceria com a empresa Sinovac.

Na manhã de hoje, foi publicada, no Diário Oficial da União, a resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que zera a alíquota do Imposto de Importação de seringas e agulhas temporariamente.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Por que a Rússia, país da Sputnik V, tem tão poucos vacinados? Entenda

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BBC News Brasil

Rússia ultrapassa mil mortes por covid em um dia: por que país da Sputnik V tem tão poucos vacinados
Redação – BBC News Mundo

Rússia ultrapassa mil mortes por covid em um dia: por que país da Sputnik V tem tão poucos vacinados

Mais de um ano e meio depois do início da pandemia de covid-19, a  Rússia vive seu pior momento na luta contra o coronavírus.

Atingiu neste sábado (16/10) pela primeira vez a marca de mil mortes pela doença em um único dia e é o quarto com maior número de contágios acumulados nas últimas quatro semanas, 663 mil.

O governo tem evitado tomar medidas de restrição à circulação de pessoas e atribui a nova onda de infecções à resistência dos russos à vacinação. No último dia 5 de outubro, Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, afirmou que o nível atual de imunização no país não é suficiente para fazer frente à agressividade das novas variantes de coronavírus.

Resistência à vacina

A Rússia foi um dos primeiros países a lançar um imunizante contra o coronavírus. Batizado de Sputnik V, foi desenvolvido pelo Instituto Gamaleya em parceria com o Ministério da Defesa e lançado ainda em dezembro de 2020.

Até o momento, contudo, pouco menos de um terço da população russa (31%) foi vacinada, conforme os dados do portal Our World in Data, da Universidade de Oxford.

O número de imunizados com a primeira e segunda doses é bem próximo, o que sugere que há um volume elevado de pessoas que não pretendem se vacinar. Em um levantamento realizado em agosto pelo Centro Levada, especializado em pesquisas de opinião pública, esse percentual era de 54%.

Vacinação na Argentina

Getty Images
Sputnik V foi exportadas para diversos países

Ainda assim, o Kremlin até o momento descarta impor sanções àqueles que se recusarem a se vacinar. Segundo Peskov, esse tipo de medida vai contra a “natureza social” do Estado russo e, assim, não seria realista cogitá-las.

Em pronunciamento no último dia 11, o porta-voz disse que o que resta nesta situação é apelar à consciência dos cidadãos para que entendam que “não há outra forma de proteger suas vidas a não ser se vacinando”.

Desconfiança generalizada

“Muitos não se vacinaram não porque sejam antivacinas, mas porque decidiram esperar”, avalia a antropóloga Alexandra Arkhipova, pesquisadora do Instituto de Ciências Sociais da Academia Presidencial Russa de Economia Nacional e Administração Pública.

Em entrevista ao serviço russo da BBC, Arkhipova afirma que a decisão teria como pano de fundo uma desconfiança em relação à Medicina e à elite política do país, além de conselhos vindos dos médicos “de família”.

“No período soviético, os pais eram obrigados a vacinar os filhos. A recusa acabava sendo uma forma de protesto e, por isso, em algumas famílias de intelectuais, por exemplo, esse tipo de comportamento era inclusive estimulado”, acrescenta.

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Vacinação de uma camponesa na União Soviética

Getty Images
Vacinação era obrigatória durante período soviético

“Em paralelo, muita gente diz que não está na lista para se vacinar porque não confia na forma como a Sputnik V foi desenvolvida. As pessoas se sentem muito incomodadas com a falta de informações sobre como a vacina foi feita, seus efeitos colaterais, quantas pessoas ficaram doentes, quantas tiveram formas graves, quantas foram hospitalizadas, etc”, completa Arkhipova.

A antropóloga diz que, ainda que muitos russos não confiem na medicina, costumam ouvir os médicos conhecidos, mas isto, paradoxalmente, não contribuiu para impulsionar a campanha de vacinação.

“Muitas pessoas foram dissuadidas pelos chamados ‘médicos de família”’, destaca.

Na Rússia, segundo ela, os protocolos de vacinação para pessoas com diferentes doenças pré-existentes não foram bem desenvolvidos, o que dificulta o trabalho dos profissionais de saúde.

“Acaba sendo intimidador para um médico assumir a responsabilidade de recomendar a vacinação. Muitas vezes eles não sabem exatamente como a imunização pode afetar uma doença pré-existente que o paciente tenha. Assim, acaba sendo mais fácil dizer: ‘não se vacine’.”

A pesquisadora pontua ainda que, nas entrevistas conduzidas em seus estudos, é elevado o número de pessoas que dizem desconfiar de médicos e profissionais com grande visibilidade porque eles podem mentir para a população sem que enfrentem nenhuma consequência por seus atos.

“Mentir não é algo normalmente punido na Rússia. Pela mesma razão, algumas pessoas confiam mais nas vacinas importadas porque acreditam que, caso os fabricantes da Pfizer mintam, por exemplo, vão sofrer as devidas repercussões.”

Uma outra razão seria ainda um desconhecimento de muitos russos sobre a própria biologia.

“Muitas pessoas não entendem o que é um vírus, como ele entra no corpo, o que são anticorpos. Por isso, muita gente tem uma capacidade crítica reduzida para reagir a rumores”, diz a antropóloga.

Na Rússia, assim como em muitos outros países, as notícias falsas e desinformação sobre as vacinas têm sido abundantes.

Até julho deste ano, a pesquisadora tinha reunido em uma base de dados 314 fake news diferentes sobre o coronavírus, das quais 83 estavam relacionadas às vacinas e haviam sido compartilhadas 2,6 milhões de vezes nas redes sociais.

Esse é outro fator que dificulta a tarefa de persuadir os russos sobre a importância de garantir a imunização contra a covid-19.


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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pesquisadores da UFSCar desenvolvem teste de Covid-19 pela saliva e usando luz

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Os estudiosos adotaram uma técnica denominada entre os especialistas de eletroquimioluminescência
divulgação/unesp

Os estudiosos adotaram uma técnica denominada entre os especialistas de eletroquimioluminescência

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma nova tecnologia de teste para avaliar o diagnóstico de covid-19 pela saliva utilizando luz. A formulação foi feita por um grupo do Laboratório de Bioanalítica e Eletroquímica da instituição de ensino. Os estudiosos adotaram uma técnica denominada entre os especialistas de eletroquimioluminescência.

Segundo esta técnica, um sinal elétrico é aplicado na saliva de um paciente. Caso haja o vírus na saliva da pessoa, esse sinal produz uma reação química e mostra o resultado na forma de aparição de luz vermelha, apontando o diagnóstico. Se o aparelho utilizado não ascender, o diagnóstico é negativo.

De acordo com os pesquisadores, é possível obter o resultado do diagnóstico em até uma hora e ele tem precisão semelhante ao do teste laboratorial RT-PCR. O teste indica a presença ou não do vírus e a carga viral. Outra vantagem apontada pelos autores da pesquisa é a análise de 20 amostras ao mesmo tempo.

O dispositivo utilizado para o teste também pode ser conectado a um smartphone. Assim, ele “roda” sem a necessidade de um técnico especializado para comunicar o resultado do exame realizado.

Fonte: IG SAÚDE

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