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Anvisa suspende venda de lenços umedecidos por contaminação: veja marcas

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Lote da marca Huggies Max Clean está entre as suspensas pela Anvisa

Dois lotes das marcas  Huggies Max Clean (219/2019) e  Baby Wipes  (024/2019) de lenços umedecidos, tiveram a comercialização, distribuição e uso  suspensos pela resolução   2.544/2019  da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O recolhimento dos lotes foi voluntário e realizado pela fabricante dos produtos e detentora das duas marcas, a empresa Kimberly Clark Brasil Indústria e Comércio de Produtos de Higiene Ltda.

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O problema foi identificado pelo controle de qualidade da própria empresa, que o comunicou à Anvisa. Comunicada, a agência publicou a resolução na última sexta-feira (13).

A ação foi motivada por contaminação dos lotes referidos pela bactéria  Enterobacter gergoviae . A Resolução 481/99 da Anvisa estabelece parâmetros de controle microbiológico para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.

Empresa se recusa a fazer convite de casamento gay e vence causa na Justiça

Conforme os limites estabelecidos por essa norma, produtos para uso infantil devem ter ausência de coliformes totais ou fecais.

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Segundo a empresa, a bactéria identificada não oferece riscos para pessoas saudáveis, mas pode causar infecções mais graves em pessoas que estejam com o sistema imunológico debilitado, como recém-nascidos.

Fonte: IG Economia
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Economia

Setor de serviços cresce 1,2% em setembro, aponta IBGE

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O setor de serviços cresceu 1,2% no mês de setembro, frente a agosto, divulgou hoje (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o setor acumula alta de 0,6% em 2019 e 0,7% no período de 12 meses encerrado em setembro.

O terceiro trimestre teve alta de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2018, um desempenho mais dinâmico que o do segundo trimestre, que teve apenas 0,1% de variação positiva.

O IBGE constatou aumento em quatro de cinco grupos de atividades pesquisados. O único que teve queda foi o dos serviços de informação e comunicação, com retração de 1% na comparação com agosto.

O grupo de atividades que engloba os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio cresceu 1,6%, enquanto os serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram alta de 1,8%. Os serviços prestados às famílias tiveram expansão de 0,8% e os outros serviços, de 0,5%.

As comparações com setembro de 2018 apontam um crescimento de 1,4% no setor de serviços como um todo e expansão em três dos cinco grupos de atividades pesquisados.

Nessa base de comparação, os serviços de informação e comunicação cresceram 2,2%, os outros serviços, 11%, e os serviços profissionais, administrativos e complementares, 2,9%. Já o grupo dos serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio caiu 1,7%, e os serviços prestados às famílias, 0,3%.

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A pesquisa também permite visualizar que 14 das 27 unidades da federação tiveram alta em setembro, em relação a agosto. São Paulo (1,6%), Rio de Janeiro (1,5%), Paraná (1,0%) e Distrito Federal (1,3%) se destacam.

Na comparação com o ano passado, o número de estados que registram crescimento cai para 11, mas São Paulo e Rio de Janeiro continuam com os principais impactos positivos, puxados pelo segmento de tecnologia da informação. Já Bahia e Rio Grande do Sul influenciam o resultado negativamente, com o desempenho do transporte rodoviário de cargas.

Turismo

O índice que acompanha as atividades ligadas ao turismo teve alta de 4,8% em setembro, na comparação com agosto. A alta recupera a retração de 4,5% registrada em agosto e é composta por um resultado positivo em nove de 12 unidades da federação pesquisadas.

O estado de São Paulo teve o maior crescimento, de 10,5%, e outros destaques foram a alta do Distrito Federal, de 4,8%, e do Rio de Janeiro, de 2,1%. A Bahia teve o principal resultado negativo, de 3,7%.

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Ao comparar os resultados de 2019 e 2018, é possível verificar um crescimento de 1% em setembro, que tem como principal causa a expansão da receita das empresas de locação de automóveis. Outros serviços importantes como o transporte aéreo e rodoviário e os restaurantes pesaram negativamente sobre o resultado.

Também nessa base de comparação, há destaque para os avanços de São Paulo (1,9%) e Rio de Janeiro (4,4%). As atividades turísticas cresceram 4,5% em Minas Gerais na comparação com o ano passado e caíram 7,6% no Paraná, 7,2% em Goiás e 5,9% no Distrito Federal.

De janeiro a setembro, as atividades turísticas acumulam crescimento de 2,2% se os resultados forem comparados com os mesmos meses do ano passado. Mais uma vez, a locação de automóveis se destaca, junto com os hotéis e os serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada. Por outro lado, o transporte aéreo de passageiros acumula perdas.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Economia
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Receita Federal ‘emperra’ adequação e aeroporto Marechal Rondon continua sem voo entre Cuiabá e Bolívia

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Comitiva do Governo do Estado esteve no aeroporto e cobrou celeridade da obra de adequação da Receita Federal [F- JLSiqueira]

A internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, ainda não saiu do papel. Nesta segunda-feira (11), uma comitiva formada pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, o secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, e os deputados estaduais da Câmara Setorial Faixa de Fronteira estiveram no local para verificar quais dificuldades emperram este processo.

De acordo com o superintendente da Infraero, Laelson Augusto do Nascimento, as obras físicas já estão concluídas e têm o aval do Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Polícia Federal. Ainda há impasse em relação à área da Receita Federal, que encaminhou o projeto da obra, que foi construído, e depois voltou atrás. Desta forma, o espaço de 51 metros quadrados construídos já não atende mais e há a solicitação de nova obra de 180 metros quadrados.

Com as adequações feitas atualmente, o aeroporto tem condições de atender 200 passageiros por hora. O início da internacionalização se dará com dois voos semanais da empresa Azul de Cuiabá a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Os membros da comitiva concordaram que não há necessidade de ampliação neste momento.

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“É inconcebível que um Estado com o potencial e a economia de Mato Grosso não tenha voos internacionais porque um órgão federal se coloca como atrapalhador do desenvolvimento do Estado exigindo mudanças não necessárias. Temos exemplos de aeroportos alfandegados que não têm a estrutura que temos aqui”, ressaltou o secretário César Miranda.

Ele lembrou que o governador Mauro Mendes tem cobrado desde o início de seu mandato para que haja uma solução no empecilho junto à Receita Federal. “Termos que resolver esta questão porque o Brasil precisa ser destravado e as coisas precisam ser simplificadas. Precisamos gerar emprego e renda e os governos federal, estaduais e municipais não podem atrapalhar. Temos que ter alternativas para ir e vir. A Assembleia Legislativa está de parabéns por também encampar este desafio”, frisou o secretário.

Para o secretário adjunto Jefferson Moreno, a estrutura existente hoje – proposta pelo próprio órgão federal, dá condições de começar a operar e, com o tempo, deverá ser ampliada porque o Estado é o centro geodésico da América Latina e o maior polo de desenvolvimento do Centro Oeste. “Temos muitos turistas interessados em vir para Mato Grosso, inclusive dos países vizinhos. Voos internacionais são importantes para facilitar o acesso e fomentar o segmento”, afirmou.

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O deputado Carlos Avalone pontuou que o problema é pequeno e deve ser solucionado de uma vez por todas. Segundo ele, a alegação da Receita Federal é de que houve uma remodelação nas normas e o Aeroporto Marechal Rondon passou de pequeno para médio porte.

“Porém, aqui tem condições de receber e de sair os voos necessários. Precisamos agora do empenho de todos, bancadas estadual e federal, poderes executivos, comprometidos e trabalhando para que se forem necessárias mais obras, que sejam feitas, mas com a internacionalização funcionando”, disse.

Também participou do encontro o superintendente da Centro Oeste Airports, concessionária que irá administrar o Marechal Rondon, Marco Antônio Campos Gomes.

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