conecte-se conosco


Saúde

Anvisa: sugestões para rótulos de alimentos podem feitas até dezembro

Publicado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou até 9 de dezembro o prazo para o envio de comentários e sugestões a duas consultas públicas abrangendo a rotulagem nutricional de alimentos (CPs 707 e 708).

Por meio dessas consultas, a Anvisa pretende facilitar a compreensão das informações nutricionais deixando “mais visíveis e legíveis” os dados nutricionais nos rótulos. E, dessa forma, dar ao consumidor melhores condições para comparar produtos; reduzir situações que geram engano; bem como ampliar a abrangência de informações nutricionais e aprimorar a precisão dos valores declarados pela indústria.

Segundo a Anvisa, “a CP [consulta pública] 707 trata da proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) que contém uma série de novidades para ajudar os consumidores na hora da escolha de alimentos embalados. Já a CP 708 traz o texto da Instrução Normativa (IN) com os requisitos técnicos para declaração da rotulagem nutricional nesses alimentos pelas indústrias”.

Para participar das consultas públicas é importante, antes, conhecer as propostas de RDC e de instrução normativa já disponibilizadas na área de consulta pública do site da Anvisa, assim como as CPs 707 e 708.

Leia Também:  Três em cada cinco substitutos de cubanos trocaram Mais Médicos por residência

O envio das sugestões é feito por meio eletrônico, após o preenchimento de um formulário quando será disponibilizado o número de protocolo do registro de participação. A Anvisa informa que as contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado, por meio de ferramentas contidas no menu “resultado” do formulário eletrônico, inclusive, durante o processo de consulta.

Quem quer contribuir, mas não tem acesso à internet também podem participar, enviando sugestões e comentários por escrito, para o endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência Geral de Alimentos – GGALI – SIA, Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Saúde

10 hábitos para você colocar em prática e evitar os principais tipos de câncer

Publicado

Uma análise feita pela American Society of Clinical Oncology indica que seguir uma alimentação  balanceada e praticar atividades físicas com regularidade são medidas que ajudam a prevenir 40% dos casos de câncer. Por isso, mudar o estilo de vida, principalmente se você não está acostumado a levar uma vida saudável, é tão importante.

Leia também: Tabagismo mata 200 mil brasileiros por ano; veja riscos e como parar de fumar

parar de fumar arrow-options
shutterstock

O tabagismo é o principal fator de risco para o surgimento de câncer e, por conta disso, é importante parar de fumar

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o câncer é a segunda principal causa de morte em todo mundo. Somente em 2018, foram 9,6 milhões de mortes. Isso se deve, principalmente, à maior exposição aos fatores de risco, como o cigarro, alimentação inadequada, o abuso do álcool e a falta de exercício físico. 

Hoje em dia, os tipos mais comuns de câncer são: pulmão, mama, colorretal, próstata, de pele não-melanoma e estômago. Para ajudar na prevenção desses e outros, Auro Del Giglio,  oncologista do HCor, lista 10 hábitos que são fundamentais e que devem ser seguidos pela população. Confira!

1. Não fumar

Segundo a OPAS, o tabagismo é o principal fator de risco para o surgimento de câncer, além de causar 22% das mortes em decorrência da doença.  “Para se ter uma ideia, 90% dos casos de câncer de pulmão tem o cigarro como responsável”, esclarece Giglio. 

“Os outros 10% são decorrentes do fumo passivo. O tabagismo também é o grande culpado por 30% da ocorrência de outros tipos de câncer, como boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia”, aponta o profissional.

2. Controlar a ingestão de bebidas alcoólicas

O álcool, por sua vez, também aumenta a chance de desenvolvimento de alguns tumores. Mas o que mais se nota é que ele potencializa os efeitos do tabaco. “Além disso, estudos científicos têm relacionado o abuso do álcool com outros tipos de câncer [além dos principais]”, diz o oncologista.

Leia Também:  Três em cada cinco substitutos de cubanos trocaram Mais Médicos por residência

3. Usar camisinha durante o sexo

O papiloma vírus humano (HPV) – transmitido sexualmente – é o principal responsável por alguns tipos de câncer, como o câncer do colo do útero, vulva, pênis e orofaringe (garganta). “Por isso, a importância de praticar sexo seguro e sempre com o uso da camisinha – até mesmo para o sexo oral”, orienta Giglio. A vacinação contra o HPV também é importante.

4. Ter cuidado com a hepatite

Vale ressaltar que o sexo seguro também evita o vírus da hepatite B (que conta com vacina) e da hepatite C (que não possui vacinação). Ambas podem levar ao surgimento do câncer de fígado. “O uso da camisinha, além de reduzir as chances de cânceres no sistema reprodutor e orofaringe, também pode proteger seu fígado”, diz o profissional.

Leia também: Silenciosa, hepatite C requer atenção; saiba quais cuidados ter no dia a dia

5. Controlar o excesso de açúcares e gorduras

Apesar do açúcar não ter relação direto com os tipos de câncer, quando consumido em excesso, faz o organismo liberar muita insulina para metabolizá-lo. “A insulina muito alta aumenta a produção de uma substância chamada citocina pró-inflamatória. E quanto maior a quantidade, maiores as chances de câncer. Em relação às frutas, legumes e verduras, elas são ricas em fibras e protegem o intestino contra o câncer”, alerta Giglio.

6. Evitar alimentos processados

Presunto, mortadela, salame, bacon, salsicha e bacon são alimentos processados e ricos em uma substância chamada nitrosamina, apontada pelo médico como cancerígena. Diante disso, é importante evitar consumir esses alimentos ao máximo, assim como os que são vendidos em fast food.

Leia Também:  Cidades que perderam profissionais do Mais Médicos terão financiamento

7. Proteger-se do sol

Os raios UVA e UVB, emitidos pelo sol, são os responsáveis pelas alterações celulares que podem levam ao câncer de pele. Dessa forma, é importante usar protetor solar e evitar exposição das 10h às 16h.

“Além do protetor solar, que deve ter o mínimo de fator 20, é preferível tomar sol apenas antes das 10h e depois das 16h e não abrir mão de barreiras físicas, como chapéus, guarda-sol, bonés e óculos escuros. Além da importância de passar com um dermatologista anualmente para a inspeção de lesões cutâneas suspeitas”, orienta Giglio.

8. Praticar atividade física

Praticar atividade física ajuda na prevenção de diversas doenças, inclusive do câncer. Isto se deve graças a capacidade, em especial de exercícios aeróbicos, de diminuir a circulação das citocinas pró-inflamatórias em nosso organismo.

9. Ter atenção com a saúde

Quando há algo de errado com o nosso corpo, ele pode indicar alguns sinais. Isso também vale para casos de câncer. Dessa forma, é importante que se preste atenção no corpo. Afinal, somente dessa forma é possível notar a presença de algum caroço estranho, uma íngua, mancha na pele ou qualquer outro sinal.

Leia também: Notou um possível erro no resultado de algum exame? Saiba o que você deve fazer

10. Fazer um check-up anual

Giglio orienta que é importante realizar todos os exames de diagnóstico precoce que são indicados pelo médico. “Existe uma série de exames que são fundamentais na hora de detectar os diversos tipos de cânceres. Entre eles a mamografia, por exemplo, que deve ser feita a partir dos 40 anos para detectar o câncer de mama”, finaliza.

Fonte: IG Saúde
Continue lendo

Saúde

9 milhões de jovens devem se vacinar contra o sarampo em todo o Brasil

Publicado

Mais de 9 milhões de jovens com idade entre 20 e 29 anos são o público-alvo da segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo. De acordo com o Ministério da Saúde, estes adultos não foram vacinados contra a doença ou apresentam o esquema vacinal incompleto, que deve ser com duas doses da vacina.

Leia também: Não é só doença de criança: sarampo em adultos também traz riscos à saúde 

Sarampo arrow-options
shutterstock

Sarampo

O estado que mais tem jovens que necessitam da tríplice viral é São Paulo — com grupo estimado de 2.766.968 —, seguido por Minas Gerais — com 1.412.123 — e pelo Rio de Janeiro — 1.173.708.

A campanha do sarampo faz parte das ações do Movimento Vacina Brasil e o dia D acontecerá no dia 30 de novembro, mesmo dia que a campanha se encerra. A faixa etária é a que acumula o maior número de casos confirmados de sarampo, de acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado no dia 12 de novembro.

“Nesta etapa, precisamos atingir uma faixa etária que dificilmente adoece e, consequentemente, não costuma visitar os postos de saúde. Então, a estratégia de vacinação também é diferente porque precisamos ir até essa população”, destaca o ministro interino da Saúde, João Gabbardo.

Leia Também:  Defensores dos direitos de soropositivos pedem mais ações na saúde

“Solicitamos aos gestores que se articulem com escolas, universidades, comerciantes e promovam vacinação volante. Essa faixa etária é a maior responsável pela transmissão da doença e, para interromper a cadeia de transmissão de sarampo, precisamos atingir esse público”, completa o ministro.

O Ministério da Saúde enviou 5,2 milhões de doses extras da vacina tríplice viral aos estados em outubro. Além disso, há 2,3 milhões de doses, enviadas durante a primeira etapa da campanha, em estoque dos estados. Para novembro, está prevista a entrega de mais de 4 milhões de doses pelos fornecedores, que serão enviadas aos estados de acordo com a necessidade, totalizando 11,3 milhões de doses extras.

Leia também: Fake news: 9 mitos sobre o sarampo nos quais você não deve acreditar

Para o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, ainda é preciso esclarecer que há recomendações importantes às gestantes, que não podem tomar a vacina durante a gestação, mas que precisam se proteger antes de engravidarem.

“Caso a mulher esteja grávida ao tomar a vacina, a recomendação é que seja feito acompanhamento. O público de 20 a 29 anos comporta um grande número de mulheres em idade fértil e é importante que se vacinem, caso não estejam grávidas”, afirma.

Leia Também:  Vacina previne complicações da gripe em grupos de risco

De janeiro deste ano a 26 de outubro, 10.429 casos de sarampo foram confirmados em todo o Brasil. Até o momento, 14 mortes em decorrência da doença foram confirmadas.

A primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo aconteceu no período de 7 a 25 de outubro O objetivo era proteger as crianças de 6 meses a 5 anos, grupo mais vulnerável às complicações, sequelas e mortes.

Leia também: Pesquisa indica que sarampo é mais letal do que podemos imaginar

O Brasil atingiu a meta de vacinação de sarampo de 2019 com 97% de cobertura vacinal em crianças de até 1 ano, melhor cobertura vacinal dos últimos cinco anos, segundo o Ministério da Saúde. Dezesseis estados superaram o índice de 95% das crianças vacinadas. Outros 10 estados e o Distrito Federal ainda precisam buscar a meta para evitar a doença.

Fonte: IG Saúde
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana