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Saúde

Anvisa: sugestões para rótulos de alimentos podem feitas até dezembro

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou até 9 de dezembro o prazo para o envio de comentários e sugestões a duas consultas públicas abrangendo a rotulagem nutricional de alimentos (CPs 707 e 708).

Por meio dessas consultas, a Anvisa pretende facilitar a compreensão das informações nutricionais deixando “mais visíveis e legíveis” os dados nutricionais nos rótulos. E, dessa forma, dar ao consumidor melhores condições para comparar produtos; reduzir situações que geram engano; bem como ampliar a abrangência de informações nutricionais e aprimorar a precisão dos valores declarados pela indústria.

Segundo a Anvisa, “a CP [consulta pública] 707 trata da proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) que contém uma série de novidades para ajudar os consumidores na hora da escolha de alimentos embalados. Já a CP 708 traz o texto da Instrução Normativa (IN) com os requisitos técnicos para declaração da rotulagem nutricional nesses alimentos pelas indústrias”.

Para participar das consultas públicas é importante, antes, conhecer as propostas de RDC e de instrução normativa já disponibilizadas na área de consulta pública do site da Anvisa, assim como as CPs 707 e 708.

O envio das sugestões é feito por meio eletrônico, após o preenchimento de um formulário quando será disponibilizado o número de protocolo do registro de participação. A Anvisa informa que as contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado, por meio de ferramentas contidas no menu “resultado” do formulário eletrônico, inclusive, durante o processo de consulta.

Quem quer contribuir, mas não tem acesso à internet também podem participar, enviando sugestões e comentários por escrito, para o endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência Geral de Alimentos – GGALI – SIA, Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

Edição: Kleber Sampaio

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Saúde

Rio tem 5.686 mortes e 56.732 casos de covid-19

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O estado do Rio de Janeiro registrou 5.686 mortes e 56.732 casos confirmados de covid-19. Os números foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta terça-feira (2). São mais 224 óbitos e 2.202 casos nas últimas 24 horas. Há mais 1.204 mortes em investigação e 41.838 pacientes se recuperaram da doença.

A capital lidera o número de mortos, com 3.828 casos, ou 67,3% do total no estado. Os demais municípios com maior número de óbitos são Duque de Caxias (254), Nova Iguaçu (191), São Gonçalo (166), Niterói (113), Belford Roxo (107), São João de Meriti (94), Magé (89), Itaboraí (81), Mesquita (64), Itaguaí (49), Petrópolis (44), Nilópolis (40), Angra dos Reis (38), Maricá (36), Volta Redonda (36), Campos dos Goytacazes (32), Macaé (32) e Teresópolis (30).

Entre o número de infectados, a liderança também é da capital, com 31.204 casos confirmados, ou 55% do total no estado. Entre os demais municípios com maior número de casos estão Niterói (3.252), Nova Iguaçu (1.827), São Gonçalo (1.734), Duque de Caxias (1.584), Itaboraí (1.253), Queimados (1.056), Angra dos Reis (1.054), Macaé (902), Belford Roxo (784), Campos dos Goytacazes (779), Volta Redonda (778), São João de Meriti (769), Magé (652), Teresópolis (548), Mesquita (512), Maricá (507), Petrópolis (433), Itaguaí (424) e Cabo Frio (382).

O estado do Rio aparece na segunda posição em número de casos e de óbitos de covid-19 no país, atrás de São Paulo. Por conta disso, o governador Wilson Witzel prorrogou as medidas de isolamento até o próximo dia 5 de junho. Já o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, iniciou nesta terça-feira o processo de retomada das atividades, que serão escalonadas até o mês de agosto.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Brasil registra mais de 31 mil mortes por covid-19

Publicado


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O balanço diário divulgado hoje (2) pelo Ministério da Saúde trouxe 28.936 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 555.383. O resultado marcou um acréscimo de 5,4% em relação a ontem (27), quando o número de pessoas infectadas estava em 526.447.

A atualização do Ministério da Saúde revelou 1.262 novas mortes, chegando a 31.199, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia. O resultado representou um aumento de 4,2% em relação a ontem, quando foram contabilizados 29.937 falecimentos por covid-19.

Em geral, aos domingos e segundas os números são menores em razão das limitações de alimentação do banco de dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana e são maiores ás terças-feiras pelo acúmulo de registros dos dias anteriores.

Do total de casos confirmados, 300.546 estão em acompanhamento e 223.638 foram recuperados. Há ainda 4.312 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (7.994). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.686), Ceará (3.421), Pará (3.040) e Pernambuco (2.933).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.102), Maranhão (997), Bahia (736), Espírito Santo (664), Alagoas (482), Paraíba (379), Rio Grande do Norte (341), Minas Gerais (289), Rio Grande do Sul (245), Amapá (237), Paraná (199), Distrito Federal (177), Piauí (180), Rondônia (172), Sergipe (172), Santa Catarina (148), Acre (165), Goiás (151), Roraima (120), Tocantins (79), Mato Grosso (70) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (118.7556), Rio de Janeiro (47.953), Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (36.625), Pernambuco (35.508), Bahia (21.430), Espírito Santo (15.151) e Paraíba (14.859).

De acordo com o mapa global da universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2o colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,82 milhão). O país é o 4o no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Itália (33.530), Reino Unido (39.451) e Estados Unidos (106.046). A posição do país desce quando os números são comparados à população.

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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