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Antes de ir à CPI, Queiroga quer fechar novo contrato com Pfizer

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Ministro da Saúde quer fechar novo contrato com a Pfizer antes de ir à CPI
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ministro da Saúde quer fechar novo contrato com a Pfizer antes de ir à CPI

Equipes do Ministério da Saúde se apressam em acertar os ajustes finais do novo contrato para compra de vacinas da farmacêutica Pfizer antes da ida do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Covid no Senado , prevista para quinta-feira. A ideia de Queiroga é ter realizações do governo para mostrar, na tentativa de reduzir as pressões dos senadores na comissão, que tem maioria de oposição.

Segundo relatos feitos ao GLOBO, apenas questões burocráticas estão pendentes para a aquisição de novas 100 milhões de doses da Pfizer, mas técnicos do governo consideram difícil oficializar a contratação antes de Queiroga se sentar em frente aos senadores.

Pelos termos negociados até agora, o novo contrato com a Pfizer irá prever entregas de outubro a dezembro. O cronograma adicional de 100 milhões de doses ainda em 2021 seria um trunfo para Queiroga perante a CPI. O país teria no total 200 milhões de doses do laboratório farmacêutico neste ano, já que um primeiro contrato, com 100 milhões de doses, foi fechado em março.

O valor da dose, nesta segunda compra, deve ficar em US$ 12 — 20% mais caro que na primeira aquisição, em que custou US$ 10. Com pequenas alterações em relação a preços e prazos, o contrato em negociação não difere muito do primeiro, de acordo com pessoas com acesso às negociações . Por isso há uma expectativa de que seja fechado em breve, no máximo até semana que vem.

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Subordinados do ministro apontam como algumas poucas pendências as medidas burocráticas ligadas ao orçamento, como encaminhamento para empenho de recursos a fim de honrar o contrato. O dinheiro estaria garantido, afirmam integrantes da equipe de Queiroga.

Desde que assumiu a pasta, o ministro tem centrado seus discursos em obtenção de vacinas para o Brasil. Ele assumiu o posto prometendo atingir meta de um milhão de vacinados por dia no país, alcançada há cerca de um mês. Além disso, Queiroga vem afirmando que o país tenta outras negociações de vacinas, mas diz não poder dar detalhes por enquanto.

Na última segunda-feira, ele afirmou que o novo contrato com a Pfizer está na “iminência” de ser fechado, mas não quis cravar uma data. A assessoria da pasta informou ao GLOBO que a intenção seria finalizar em no máximo 15 dias, mas com esforços para concretizar o negócio ainda nesta semana.

A proximidade do depoimento de Queiroga na CPI, no entanto, fez a equipe se apressar nos últimos dias. O ministro, antes mesmo de ser nomeado, já costumava circular no meio político em Brasília, com participações inclusive em eventos e debates no Congresso como médico.

Com essa experiência nas rodas políticas, a previsão é de que o ministro consiga responder adequadamente aos questionamentos mais provocativos, sobretudo porque está no cargo há pouco tempo, o que levaria a cobranças menos duras. Apesar de não contrariar o presidente Jair Bolsonaro frontalmente no que diz respeito a tratamento precoce e isolamento social, Queiroga é defensor de uso de máscara, de vacinação e medidas com base em “evidências científicas”.

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Mãe e padrasto de Lázaro trabalhavam na chácara do sogro do delegado-geral da PC

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Lazaro Barbosa de Sousa, está fugindo da polícia há oito dias em Goiás
Reprodução/TV Anhanguera

Lazaro Barbosa de Sousa, está fugindo da polícia há oito dias em Goiás

A captura do  serial killer Lázaro Barbosa Souza, de 33 anos, acusado de matar quatro pessoas da mesma família, tem muitas particularidades, segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Robson Cândido. Também conhecido como “mateiro”, termo atribuído a quem conhece as matas, Lázaro passou a vida toda trabalhando em fazendas de Goiás e permanece escondido num ambiente inóspito, mas que conhece como ninguém .

Segundo o portal Metrópoles, a dificuldade da polícia para efetuar a captura do serial killer pode ser reflexo direto do perfil do criminoso. O delegado-geral Robson tem autoridade para falar sobre o assunto já que a mãe de Lázaro, Eva e o padrasto, Léin (apelido), trabalharam na chácara do sogro de Robson até o dia em que o foragido fez as primeiras vítimas, na última semana. Eva fazia queijos a partir do leite tirado das vacas criadas na propriedade e Léin era o caseiro da chácara.

“Não há absolutamente nada que desabone a mãe e o padrasto de Lázaro. Mas o fato de conhecê-los, e também ao filho, me permite ter uma compreensão mais aguçada sobre o caso. Lázaro tem antecedentes e, ao que tudo indica, teve um surto psicótico. Ele nasceu e foi criado em um ambiente de fazenda. Trabalhou e circulou a vida toda no mato. Conhece essa região como poucos. Em função dessa circunstância, ele tem conseguido se camuflar na mata, mas sem percorrer grandes distâncias. Capturá-lo será uma questão de tempo”, disse Robson.

Segundo o delegado-geral, o engajamento na operação para capturar o criminoso é grande e envolve policiais da Divisão de Operações Especiais (DOE), da Divisão de Operações Aéreas (DOA), da Polícia Penal e da Patamo.  A Polícia Civil do Distrito Federal mobilizou um caminhão-combustível; uma aeronave com câmera infravermelho, que permite a visão noturna; além de viaturas e dos próprios policiais.

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Eva, foi ouvida em depoimento pela PCDF assim que o filho se tornou foragido. Depois disso, ela e o padrasto partiram para a Bahia com medo de sofrer represálias por conta da repercussão dos assassinatos em série. 

“A mãe de Lázaro se queixava de o filho ter se enveredado para o caminho do crime. Mas nunca imaginou que ele seria capaz de tamanha barbaridade”, afirmou o delegado-geral da PCDF.

Robson foi pessoalmente até o local onde ocorrem as buscas por Lázaro, em Goiás, na tarde desta quarta-feira (16) e compartilhou com a polícia goiana informações estratégicas na tentativa de acelerar o desfecho do caso.

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Servidora aposentada do TJ do Rio desaparece ao sair de casa, na Zona Norte

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Geórgea Malato Franco, de 55 anos, está desaparecida desde segunda-feira (14)
Foto: Reprodução

Geórgea Malato Franco, de 55 anos, está desaparecida desde segunda-feira (14)

A oficial de Justiça aposentada Geórgea Malato Franco, de 55 anos, servidora do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), está desaparecida desde a última segunda-feira, após sair do prédio em que mora na Praça Varnhagen, na Tijuca, Zona Norte do Rio, por volta das 11h, para ir a uma farmácia da região. Segundo parentes, ela estava vestindo uma blusa cinza com desenho de losango quando deixou o apartamento. Géorgea levava uma bolsa pequena com documentos e celular. Familiares e amigos pedem ajuda para saber o que aconteceu com a servidora.

Segundo parentes, Geórgea iria comprar um remédio e não voltou mais. Familiares lembram que a mulher nunca saia sem avisar a filha, que completou 17 anos nessa terça-feira. Ontem, amigos e familiares distribuíram cartazes por bairros da Zona Norte e descobriram, por populares, que Geórgea foi vista na segunda, dia do desaparecimento, no Centro do Rio.

A estudante do ensino médio Geovana Malato Franco fez um apelo nas redes sociais em busca da mãe.

– Ela não falou nada com a gente (sobre a demora). Ela sempre mandava mensagens quando o celular ia descarregar. Mas não mandou nada. Pedimos que quem tenha visto ela que entre em contato com a Polícia Civil. Por favor, passem para eles qualquer informação (que possa levar a informação sobre o paradeiro). A gente precisa achar ela – pediu Geovana.

O vereador Reimont (PT) pediu, pelo Twitter, ajuda nas buscas. “A Geórgea é uma companheira muito querida e muito próxima do nosso mandato. Peço a ajuda de vocês compartilhando esse post para que mais pessoas possam vê-lo e nos ajudar a encontrá-la”, escreveu.

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O caso foi inicialmente registrado na 19ª DP (Tijuca) e encaminhado para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Para reconstruir os últimos passos de Geórga, iInvestigadores da especializada deverão analisar imagens de câmeras de segurança. O objetivo é de saber se a oficial de justiça aposentada esteve ou não em alguma farmácia da Tijuca, antes de desaparecer.

Geórgia Melato Franco saiu de casa, na segunda feira, dia 14, dizendo que iria a uma drogaria do bairro. As imagens poderã revelar onde a servidora teria sido vista exatamente pela última vez.

Segundo a família, Geórgia não fazia uso de medicamentos controlados, e sempre ao sair de casa, costumava dizer onde iria . Parentes da oficial de justiça disseram que estão fazendo uma corrente de orações pela oficial de justiça.

–-Minha irmã apenas tem oscilação de pressão arterial e, há pouco tempo, iniciou uma diabetes. Ela não faz uso de medicamentos controlados. Não sabemos o que aconteceu,mas temos esperança de encontrá-la a qualquer momento. Ela nunca saiu de casa sem dizer o que iria fazer e onde estava. Temos feito orações por ela –- disse Suelyemma Malato Franco, de 56 anos, irmã da oficial de justiça aposentada.

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