conecte-se conosco


Tecnologia

Antena antiga da Starlink é liberada no Brasil pela Anatel

Publicado

source
Internet via satélite da Starlink já pode operar no Brasil
Unsplash/Donald Giannatti

Internet via satélite da Starlink já pode operar no Brasil

Pouco a pouco, a Starlink vai se preparando para oferecer seus serviços no Brasil. O mais recente foi a homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de uma das antenas do kit para pegar a internet por satélite. Esta é mais um sinal verde do órgão regulador para a empresa.

A antena em questão é o modelo UTA-211, também conhecido como “Dishy McFlatface”. Ela é redonda e tem 58 cm de diâmetro. O prato sozinho pesa 5,5 kg, e todo o conjunto chega a 7,3 kg. O equipamento precisa ficar em uma área externa e conta com uma fonte de energia e uma saída para cabo Ethernet para conectar-se a um roteador ou computador.

Um ponto interessante é que a antena se ajusta automaticamente usando a localização obtida por GPS. O guia de instalação, inclusive, diz para não tentar mudar o posicionamento com as mãos.

A homologação foi emitida pela Anatel em dezembro de 2021 e tem validade de três anos. O requerente foi a Starlink Brazil Serviços de Internet Ltda., e a fabricante é a SpaceX.

Testes e vendas da Starlink estão autorizados

Não é a primeira vez que a empresa passa pelo órgão regulador. Em novembro de 2021, o roteador modelo UTR-201, que acompanha a antena UTA-211, foi homologado.

A Starlink já havia sido autorizada para realizar testes em maio de 2021 e desde janeiro de 2022 tem permissão para vender internet por aqui.

A antena autorizada é da primeira geração da Starlink. O modelo mais recente, de segunda geração, ainda não foi homologado. Ele conta com design retangular, é menor (50 x 30 cm) e pesa menos que o anterior (4,2 kg no total).

Outro diferencial é que o roteador da segunda geração tem MU-MIMO 3×3, que permite transmissão simultânea em três fluxos, evitando congestionamentos. Por outro lado, ele não tem porta Ethernet adicional para ligar um computador por cabo — é preciso comprar um adaptador separado. Este roteador também não foi homologado até o momento.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Tecnologia

TIM lança 5G ‘puro’ em Brasília com promoção para clientes do pós-pago

Publicado

TIM lança 5G “puro” em Brasília com promoção para clientes do pós-pago
Bruno Ignacio

TIM lança 5G “puro” em Brasília com promoção para clientes do pós-pago

Nesta terça-feira (5), a TIM anunciou o lançamento de sua rede 5G “pura” , ou Standalone, na cidade de Brasília. A inauguração da nova geração de rede móvel vai ocorrer na quarta-feira, 6 de julho, seguindo a liberação oficial da frequência de 3,5 GHz pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo a operadora, a ativação inicial contará com 100 antenas, prometendo alcançar 50% da capital federal. Conforme informou a TIM em comunicado, o plano é expandir esse número para 164 antenas dentro dos próximos dois meses, atingindo 65% da população de Brasília.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG 

De acordo com o CEO da companhia, Alberto Griselli, o 5G “puro” da TIM deve chegar “em breve” às demais capitais do Brasil, seguindo o cronograma da Anatel.

O 5G da TIM vai estar disponível a partir de amanhã nas principais regiões do Distrito Federal, como Águas Claras, Asa Norte, Asa Sul, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Lago Norte, Lago Sul, Noroeste, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, Setor de Indústria e Abastecimento, Taguatinga e Vicente Pires. A operadora promete expandir a cobertura “em breve” para as demais regiões do DF.

A tecnologia SA, ou Standalone, oferece uma rede 100% dedicada ao 5G, por isso também é chamado de 5G “puro”. Há também o 5G NSA, ou Non-Standalone, com núcleo compartilhado com 4G. A TIM passará a transmitir tanto o 5G SA e o 5G NSA através da frequência de 3,5 GHz na capital federal.

Ambas as arquiteturas de rede oferecem uma velocidade consideravelmente maior que o 4G. Segundo a TIM, a taxa de transferência de dados pode ser até 100 vezes maior. No entanto, o 5G SA conta com uma latência bem menor na conexão.

Celular com logo da TIM
TIM (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

5G da TIM custará R$ 20 adicionais por mês

Para os clientes com planos pós-pago (TIM Black) individual ou familiar, o acesso ao 5G SA (Standalone) pode ser ativado no canal Meu TIM, nas lojas físicas, ou ainda pela central de atendimento.

É necessário contratar um pacote adicional de 50 GB que, no primeiro ano, é grátis. Depois do período, o acesso ao 5G puro custará R$ 20 por mês. A TIM afirma que, em breve, deve lançar um pacote similar para o plano controle, com 20 GB extras pela mesma tarifa mensal adicional.

A operadora também afirma que todas as linhas pré, pós e controle podem acessar o 5G NSA sem ter que mudar de plano. Além disso, tanto para a rede SA quanto NSA, não há a necessidade de troca de chip. Atualmente, o pacote de 50 GB só está disponível para a contratação em Brasília.

É importante se atentar aos dispositivos compatíveis com as redes 5G SA e NSA. Segundo a TIM, 70% dos smartphones vendidos pela operadora são compatíveis com a nova rede. Além disso, 1,4 milhão de clientes da empresa já possuem celulares 5G. Alguns exemplos de aparelhos que aceitam a nova tecnologia são:

  • Samsung : Galaxy Z Flip 3, Galaxy Z Fold 3, Galaxy S22, S22 Plus, S22 Ultra, Galaxy A73 5G
  • Motorola : Moto G200, Edge 20, Edge 30, Edge 30 Pro, Moto G82

Vale destacar que os iPhones ainda não são compatíveis com o 5G SA, apenas com o 5G NSA, até que a Apple realize o update necessário nos aparelhos.

Além da TIM, a Claro também anunciou recentemente que está pronta para lançar sua rede 5G “pura” em Brasília. A operadora adotou a marca “5G+” para se referir à sua oferta de rede 5G Standalone, mas também oferecerá a arquitetura NSA, usando tanto a frequência 3,5 GHz quanto a 2,3 GHz.

Colaborou: Lucas Braga

TIM lança 5G “puro” em Brasília com promoção para clientes do pós-pago

Fonte: IG TECNOLOGIA

Continue lendo

Tecnologia

5G demanda mais antenas e vai reorganizar cidades, diz especialista

Publicado

5G vai exigir mais antenas nas cidades e mudanças nas regras urbanas, diz especialista
Lucas Braga

5G vai exigir mais antenas nas cidades e mudanças nas regras urbanas, diz especialista

O 5G está cercado de desafios como a maior necessidade de maior investimento em rede e em segurança digital. Carlos Lugo Silva, líder das relações com membros e parceiros para a região das Américas da União Internacional de Telecomunicações (UIT), destaca que a tecnologia, que  estreia nesta quarta-feira (6) em Brasília (DF), exigirá mais antenas e mudanças regulatórias.

Os desafios são consideráveis. O aumento da capacidade e das velocidades de dados prometidas pelo 5G exige mais espectro e tecnologias. Parte desse espectro adicional virá de bandas cujas ondas de rádio se propagam em distâncias muito mais curtas das em 3G e 4G.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

Portanto, a cobertura de uma determinada área exigirá um número muito maior de estações base, o que aumentará a complexidade da infraestrutura. Na regulação, é importante reduzir barreiras à implantação de infraestrutura nos municípios e garantir a segurança digital na implantação de redes de quinta geração.

Como reduzir a “exclusão digital” na América Latina?

É preciso uma soma de medidas de política pública e regulação com um esforço público e privado, onde todos os atores devem contribuir com ações concretas que garantam a inclusão digital de todos os cidadãos. Para isso, a agenda digital tem de ser política de Estado.

Qual o tamanho dessa exclusão?

Hoje, 37% da população mundial, ou 2,9 bilhões de cidadãos, ainda não são usuários da internet. E 96% desses cidadãos estão em países em desenvolvimento. Além disso, a diferença entre conectividade urbana e rural é relevante.

No mundo, nas áreas urbanas, 76% das pessoas estão conectadas. Nas rurais, 39%. Nos países menos desenvolvidos, a conectividade é de 47% nas áreas urbanas e de 13% nas áreas rurais.

Isso nos apresenta a necessidade de promover estratégias para financiar a conectividade e alcançar a equidade no acesso à banda larga. São pelo menos US$ 428 bilhões para conectar esses quase três bilhões de pessoas não conectadas.

E no Brasil?

Quase 40 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet. Quando olhamos o continente americano como um todo, há uma lacuna de 182 milhões de cidadãos sem acesso.

O esforço exige uma regulamentação simples, inovadora, flexível. É repensar os fundos universais. Isso vai promover políticas públicas e maior concorrência. Os governos não podem oferecer espectros olhando para a arrecadação. O foco precisa ser na ampliação da cobertura. No fim, o que se busca é uma transformação digital efetiva.

Tem que também criar novas políticas de conectividade rural, priorizando tecnologias e projetos sustentáveis, eficientes e rápidos, além de financiar novos ecossistemas de inovação baseados no digital.

Fonte: IG TECNOLOGIA

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana