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Animado com disputa majoritária, Leitão recebe apoio do presidente da AMM e prefeitos em MT

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Ex-deputado federal, Nilson Leitão (PSDB): apoio do municipalismo representado pelo presidente da AMM, Neurilan Fraga

A candidatura de Nilson Leitão (PSDB) ao Senado Federal está caminhando a passos largos. Nos últimos dias, Leitão recebeu o apoio do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga e de diversos prefeitos à sua candidatura. Dentre eles estão: Lucimar Campos (DEM), prefeita de Várzea Grande; o prefeito de Sorriso, Ari Lafin (PSDB); a prefeita de Chapada dos Guimarães, Thelma de Oliveira (PSDB); a prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL), o prefeito de Apiacás, Adalto Zago (PSDB); o prefeito de Cáceres, Francis Maris (PSDB); prefeito de Itanhangá, Edu Laudi Pascoski (PL); o prefeito de Ipiranga do Norte, Pedro Ferronatto (PSDB); prefeito de Cláudia, Altamir Kurten (PSDB); prefeito de Canabrava do Norte, João Cleiton (PSDB); prefeito de Tapurah, Iraldo Ebertz (PSL), além do prefeito de Jaciara, Abdo Mohammad (PSDB).

Além disso, a coligação Mato Grosso por Inteiro também tem o apoio dos dois senadores eleitos por Mato Grosso, Jayme Campos (DEM) e Wellington Fagundes (PL), que ampliam muito a sua base eleitoral, contemplando todas as regiões do estado.

Ao analisar essa forte adesão de senadores, lideranças e prefeitos à sua candidatura, Nilson Leitão avalia que se trata mais do que um projeto político, mas uma causa de combate às desigualdades. “Quero ser senador de Mato Grosso por inteiro, precisamos dar vez e voz ao interior e aos municípios do estado. Mato Grosso tem desigualdades regionais e é preciso combatê-las.

Neurilan Fraga, que já foi prefeito e hoje está no seu terceiro mandato como presidente da AMM, defende a causa municipalista e vê Leitão como o candidato mais preparado, próximo dos prefeitos e das demandas dos municípios. “A chapa encabeçada pelo Nilson é a que mais representa os municípios e seus gestores, é a que mais tem identidade com os prefeitos, uma vez que é a única que, tanto o candidato quanto os seus suplentes, já foram prefeito e vereador e, por isso, conhecem de perto os problemas e os desafios que os gestores municipais enfrentam no dia a dia”, ressaltou.

Prefeita da segunda maior cidade do estado, Lucimar Campos exaltou a importância de Nilson Leitão no Senado, ao lado de Jayme Campos e Wellington Fagundes, representando uma integração dos senadores de Mato Grosso no Congresso. “Esse alinhamento representa uma causa maior, que é trabalhar para gerar oportunidades para todos e acabar com as desigualdades regionais. Como prefeita, não tenho dúvidas: Nilson Leitão é o mais qualificado e preparado para ocupar esse cargo, pois conhece de perto a realidade dos municípios e já mostrou que sabe fazer. Tem trabalho prestado em todos os cantos de Mato Grosso”.

Para o prefeito de Sorriso, Ari Lafin, Leitão como deputado federal sempre teve um papel muito importante no desenvolvimento do estado, principalmente na região norte e na cidade de Sorriso. “Por meio do trabalho e de emendas de Nilson Leitão conseguimos viabilizar a compra de ambulâncias, caminhão para a agricultura familiar, além de ações que fortaleceram o agronegócio na região, principal atividade econômica aqui no município. O Nilson é uma representatividade necessária no Senado, para que ele possa levar nossas demandas na área da saúde, educação, geração de emprego e renda e buscar melhorias para Sorriso e todo o Mato Grosso”, frisou.

O prefeito de Cáceres, Francis Maris, destacou o trabalho de Nilson junto aos ministérios e ao fortalecimento do agronegócio. “Nos últimos anos, o agronegócio cresceu muito em Mato Grosso e grande parte desse crescimento deve-se ao esforço de Nilson Leitão em Brasília. Não tenho dúvida, como senador ele será um defensor dos municípios e continuará trabalhando pelo desenvolvimento do agro e do estado”, defendeu.

Nilson Leitão reconhece a importância desses apoios e afirma que pretende, caso seja eleito, trabalhar em favor de todas as regiões do estado e que seu mandato será voltado para o desenvolvimento dos municípios. “Farei isso como senador, lutarei para que todos os municípios, desde o menor até o maior, se desenvolvam e tenham o mesmo valor. E isso, consequentemente, refletirá na melhoria da qualidade de vida da população”.

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Mendes anuncia que vai repor perdas por salários escalonados; correção será na folha de novembro

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Anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta terça-feira

O Governo de Mato Grosso vai pagar aos servidores estaduais (ativos e inativos) a correção monetária sobre os salários que foram pagos de forma escalonada. O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta terça-feira (27), após reunião com os secretários Rogério Gallo (Fazenda) e Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão).

A correção será paga de uma só vez a todos os servidores que têm o direito na folha de novembro, junto com a folha de pagamento. “Infelizmente o Estado de Mato Grosso, nos últimos anos, atrasou salários e em alguns meses pagou de forma parcelada. E a legislação estadual diz claramente que quando o Estado paga além do dia 10, o servidor tem direito à correção monetária. Graças ao nosso trabalho e dos nossos servidores, conseguimos consertar o Estado e isso nos permitiu pagar este direito”, afirmou o governador.

Os valores são correspondentes a pagamentos atrasados e/ou escalonados no período de agosto de 2017 a outubro de 2019, incluindo o 13° do período. A correção será feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

De acordo com o secretário da Seplag, Basílio Bezerra, o Governo tem envidado todos os esforços para corrigir distorções ocorridas no passado relativas aos servidores públicos. “Esse pagamento é justo e representa a valorização e respeito aos servidores públicos estaduais”, ressaltou.

 

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Senador Wellington Fagundes lamenta morte de piloto que atuou no Pantanal

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Renato fazia parte da Força Nacional e trabalhava no combate aos incêndios

O presidente da Comissão Temporária Especial do Pantanal, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) lamentou nesta terça-feira (27) a morte do piloto Renato de Oliveira Souza, da Polícia Civil do Distrito Federal, que se acidentou na região de Porto Jofre, município de Poconé, quando pilotava um helicóptero da Força Nacional. Renato atuava no combate às queimadas e sofreu o acidente no dia 08 de outubro. Com ele, estavam o copiloto Luiz Fernando Berberick, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e o segundo sargento Emerson Miranda Martins, da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Os dois estão em recuperação.

Segundo nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Renato ingressou na Polícia Civil do Distrito Federal em 1992 e, desde 2011, era lotado na Divisão de Operações Aéreas e estava cedido à Força Nacional.

Durante audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa e presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), o senador lamentou, também, o cancelamento do programa Bid Pantanal, que destinava 92 milhões de euros ou 82 milhões de dólares para programas de desenvolvimento socioeconômico na Bacia do Rio Paraguai, conservação dos recursos naturais e promoção de atividades econômicas ambientalmente sustentáveis no pantanal.

Criado em 2001, o programa foi encerrado em 2005 por uma decisão do governo federal, quando apenas 4,3 milhões de euros foram liberados, ou 2,34% do total. “Era um grande programa ambiental. Uma pena ter o fim que teve”, disse.

Ele reafirmou a necessidade de investimentos de recursos no bioma pantanal e de planejamento para evitar que os incêndios voltem a ocorrer com a mesma intensidade deste ano, quando 4 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas.

Durante a audiência, ele convidou as assembleias legislativas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além dos secretários estaduais de Meio Ambiente de ambos os estados, para a elaboração de propostas de prevenção e combate aos incêndios e de um programa de captação de recursos a ser apresentado ao presidente Jair Bolsonaro. “Até o momento, não conseguimos juntar os ministérios para ver como vai ser feita a recuperação das áreas atingidas pelo fogo”, disse.

A Comissão Temporária Externa do Pantanal tem, como objetivo final, elaborar o Estatuto do Pantanal – uma legislação que vai definir o uso sustentável dos recursos naturais. A CTE já realizou duas visitas in loco ao pantanal e cinco reuniões ordinárias. A próxima está marcada para a sexta-feira (30)

 

 

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