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Saúde

Amazonas tem Dia D de vacinação contra gripe

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Neste sábado (30), o Amazonas promove o Dia D de vacinação contra gripe no estado, intensificando o combate ao vírus H1N1 na capital e mais 44 municípios do interior. Até a tarde de ontem (29), foram aplicadas 366.948 doses da vacina no estado, o que equivale a 39,5% da cobertura total dos grupos prioritários.

Na capital Manaus, são 200 postos de vacinação em funcionamento em todas as zonas, até as 17h, incluindo as unidades municipais, os centros de Atenção Integral à Criança (Caics) e os centros de Atenção Integral à Melhor Idade (Caimis) André Araújo e Ada Viana, da rede estadual.

No interior, as cidades de Apuí, Borba, Canutama, Carauari, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Itapiranga, Lábrea, Manicoré, Maraã, Novo Aripuanã, Presidente Figueiredo, Tapauá e Tefé vão realizar Dia D em datas diferentes.

A diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Rosemary Costa Pinto, destacou que o perigo da doença ainda não passou e, por isso, é preciso sensibilizar a população mais vulnerável para participar da campanha. “Neste sábado diga sim à prevenção e compareça à unidade de saúde com o seu cartão de vacina para se proteger desse vírus que continua matando”, disse.

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Há um chamamento especial para as crianças menores de 6 anos, além de mulheres grávidas e daquelas que estão no período de 45 dias após o parto. “As menores coberturas vacinais estão nestas três categorias, que estão suscetíveis aos vírus podendo fazer formas graves da doença, a vacina está disponível, é só comparecer nas UBS [unidade básica de saúde] e fazer esse ato de proteção”, ressaltou a diretora.

Número de casos

O estado registrou 908 casos notificados, sendo 119 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 163 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV), segundo a 15ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), da FVS, atualizada nessa sexta-feira (29).

Passou para 32 o número de mortes registradas por H1N1. As cidades onde ocorreram as mortes são Manaus (25), Manacapuru (três), Parintins, Itacoatiara, Japurá e Urucurituba, com um caso em cada.

Em relação ao vírus sincicial, não houve alteração, continuando os 13 óbitos divulgados no dia 22.

Edição: Juliana Andrade

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Caso de febre hemorrágica é registrado no Brasil após 20 anos

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Na segunda-feira (20), o Ministério da Saúde, confirmou uma morte por febre hemorrágica em Sorocaba, interior de São Paulo. A doença não era registrada no país há mais de 20 anos.

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A febre hemorrágica é considerada extremamente rara e de alta letalidade

A morte do paciente adulto aconteceu no dia 11 de janeiro, mas ainda não foi confirmada a origem da contaminação. Segundo o ministério, o paciente passou por três hospitais diferentes entre o início dos sintomas (30/12/2019) e o óbito (11/01/2020), e não houve histórico de viagem internacional.

“Os funcionários dos hospitais por onde o paciente passou estão sendo monitorados, e avaliados, assim como os familiares do caso confirmado em São Paulo”, afirma o ministério em nota.

Além disso, a nota explica que o caso foi isolado e não apresenta risco. “Nesse momento, não há risco para trânsito de pessoas, bens, mercadorias a nível nacional ou internacional”.

Considerada rara e de alta letalidade, o caso foi notificado à Organização Mundial da Saúde e à Organização Pan-americana de Saúde.

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Sintomas da doença

O período de incubação da doença é longo, em média de 7 a 21 dias, e começa com febre, mal-estar, dores musculares, manchas vermelhas no corpo, dor de garganta, no estômago e atrás dos olhos, dor de cabeça, tonturas, sensibilidade à luz, constipação e sangramento de mucosas, como boca e nariz.

Com a evolução da doença , pode haver comprometimento neurológico (sonolência, confusão mental, alteração de comportamento e convulsão).

Contaminação e transmissão

Segundo o Ministério da Saúde, as pessoas contraem a doença possivelmente pela inalação de partículas formadas a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados.

A transmissão dos arenavírus de pessoa a pessoa pode acontecer quando há contato muito próximo e prolongado ou em ambientes hospitalares, quando não se utilizam equipamentos de proteção, por meio de contato com sangue, urina, fezes, saliva, vômito, sêmen e outras secreções ou excreções.

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Histórico no Brasil

O último registro de febre hemorrágica brasileira foi há mais de 20 anos. Nesse período, foram quatro casos em humanos, sendo três adquiridos em ambiente silvestre no estado de São Paulo e um por infecção em ambiente laboratorial, no Pará.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Análise encomendada pela Backer nega contaminação da água

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Resultados divulgados nesta terça-feira (21) pela cervejaria Backer apontam que, ao contrário de parecer do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), não foi encontrado dietilenoglicol na água usada na produção de cervejas da marca. A análise, contratada pela empresa, foi feita pelo departamento de química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

As amostras de água analisadas pela UFMG são as mesmas usadas pelo Mapa. Os testes foram realizados com a permissão do ministério. 

A perícia contratada pela Backer também aponta que a presença de dietilenoglicol nas cervejas foi “eventual”. As amostras analisadas mostram um declínio na contaminação dos lotes, em vez de um quadro de contaminação constante, o que sugeriria uma falha no processo de produção da cerveja.

Segundo o parecer da universidade, o lote L2 1348 da cerveja Belorizontina, produzido em 11 de novembro, é o que apresenta a maior quantidade da substância tóxica, 0,83 gramas (g) por 100 mililitros (ml). Nos lotes subsequentes o índice de contaminação é menor. O lote de 24 de dezembro tem 0,41g por 100ml e o lote de 3 de janeiro, 0,21ml. Os resultados foram apresentados hoje em entrevista coletiva.

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“São dados que apontam um pico de contaminação em novembro, mas que não persistiu ao longo das semanas. No caso de um problema no processo, o mais provável é que a concentração inicial fosse mais constante, e não decrescente”, afirmou o professor do departamento da UFMG, mestre em ciências dos alimentos e doutor em química, Bruno Botelho, contratado pela Backer para realizar uma análise independente da já realizada pela Polícia Civil e pelo Mapa.

Toxicidade

Botelho também trouxe dados sobre o poder de toxicidade do dietilenoglicol. Segundo ele, a literatura médica sobre o assunto traz um consenso de que a intoxicação pela substância ocorre quando a ingestão dela se dá em uma proporção de 1,1g para cada quilo corpóreo.

Os dados trazidos pelo professor trazem questionamentos sobre o poder de toxicidade das cervejas contaminadas. “Pela proporção, um adulto de 70 kg teria que consumir por volta de 80g dessa substância. Se eu falei que uma garrafa de 600 ml tem 4,8g, a pessoa precisaria beber 16 delas, cujo volume final seria em torno de 9,6 litros de cerveja”.

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A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou nesta segunda-feira (20) que foram notificados 21 casos suspeitos de intoxicação por dietilenoglicol. Segundo a secrearia, quatro casos tiveram a intoxicação confirmada e 17 estão sob investigação. Até agora, quatro pessoas morreram. Três dessas mortes estão entre os 17 casos sob investigação.

A ingestão de dietilenoglicol pode provocar a síndrome nefroneural, que pode provocar insuficiência renal aguda e alterações neurológicas, como paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, entre outros sintomas.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde
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