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Política Nacional

Alvaro anuncia voto favorável do Podemos a crédito suplementar de R$ 248,9 bi

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O líder do Podemos, senador Alvaro Dias (PR), informou em Plenário, nesta quarta-feira (15), que o posicionamento do partido será pela aprovação do projeto (PLN 4/2019) de crédito suplementar em que o governo pede autorização ao Congresso para quitar R$ 248,9 bilhões em despesas correntes por meio de operações de crédito.

De acordo com o parlamentar, ele já vinha alertando o governo da necessidade de se enviar o projeto para que não se cometesse o mesmo erro da ex-presidente Dilma Rousseff, quando a regra de ouro foi descumprida, levando ao seu impeachment. Caso o crédito não seja aprovado, como alertou Alvaro, programas e serviços básicos do governo deixarão de funcionar.

— Se não o aprovarmos até o final de junho, já em julho, o governo não terá recursos para pagar os benefícios da prestação continuada e outros benefícios previdenciários. Em agosto e setembro, o governo já não terá recursos para o Plano Safra e para o Bolsa Família. Portanto, não há outra alternativa para o Congresso Nacional a não ser aprovar esse projeto encaminhado pelo Poder Executivo até o final de junho — afirmou.

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A Constituição proíbe a realização de operações de crédito (emissão de títulos públicos) que excedam o montante das despesas de capital (investimentos e amortizações de dívida). A chamada regra de ouro só pode ser contornada por meio de créditos suplementares ou especiais com finalidade específica e aprovados em sessão conjunta do Congresso por maioria absoluta.

Fonte: Agência Senado
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Política Nacional

Marido de Flordelis dispensou carro blindado na madrugada de seu assassinato

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Pastor Anderson e Flordelis arrow-options
Reprodução/Facebook

Marido de Flordelis preferiu sair com carro de seu filho, que não tinha proteção

O pastor Anderson do Carmo de Souza dispensou o seu carro blindado para sair com a mulher, Flordelis dos Santos, na madrugada em que foi assassinado, e pegou o veículo de um de seus filhos, que não tinha a proteção. A atitude do pai causou estranheza em Daniel dos Santos de Souza, filho que trocou de carro com o pai.

Em depoimento à polícia, Daniel contou que havia saído com a namorada em seu Honda Acord, que não é blindado. Por volta das 23h, recebeu uma ligação de seu pai pedindo que ele voltasse para casa, em Pendotiba, Niterói, e trocasse de carro com ele. O pastor Anderson disse ao filho que sairia com Flordelis . Daniel voltou para a casa, por volta de meia noite, com o intuito de fazer a troca. Ele pegou o carro blindado de seu pai, uma Caravan, e deixou o seu veículo com o pastor.

Daniel afirmou à polícia que era comum o pai pedir para fazer a troca de carros, mas isso sempre acontecia com planejamento e nunca naquele horário. Em um de seus depoimentos à polícia, Flordelis afirmou que foi um pedido de Anderson sair no carro de Daniel, que não era blindado.

Ao chegar ao Hospital Niterói D’Or para socorrer Anderson, Flávio dos Santos Rodrgiues, filho biológico de Flordelis que está preso por suspeita da morte do padrasto, frisou que a mãe sempre anda no veículo blindado . “Não sei o que houve, cara. Ela saiu sem carro blindado. Não sei se foi assalto”, afirmou ele no balcão de atendimento do hospital.

Em seu depoimento, Flordelis contou que na madrugada do dia 16 de junho, ela o marido foram até a Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Após comerem petiscos em um bar, eles pararam o carro num local ermo e ficaram namorando. Em seguida, voltaram para casa, em Pendotiba. Eles chegaram ao local por volta das 3h30.

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Flordelis entrou em casa e subiu para o quarto de um dos filhos. Anderson, segundo a deputada ficou na garagem. O pastor foi morto a tiros logo em seguida, ao lado do carro do filho. Ele já estava fora do veículo no momento do assassinato .

Logo após o crime, Flordelis afirmava que o marido havia sido vítima de criminosos e chegou a afirmar que ele tinha morrido defendendo a família. Em um de seus depoimentos, a deputada narrou ter percebido que ela e o marido estavam sendo perseguidos por um motoqueiro. Mesmo após a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo afirmar não acreditar na versão de que Anderson havia sido vítima de um latrocínio (roubo com resultado morte), Flordelis continuou insistindo na versão.

No Hospital Niterói D’Or, Flávio chegou a falar para um dos médicos que o padrasto havia sido vítima de um assalto. Flávio é réu pela morte do pastor junto com o irmão Lucas Cézar dos Santos, filho adotivo de Flordelis e Anderson.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro devia se inspirar no futebol que tanto gosta para melhorar seu governo

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IstoÉ

Bolsonaro com Marquinhos arrow-options
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Bolsonaro gosta de futebol e podia trazer exemplos do esporte para o seu governo


O presidente Messias, como homem do povo e bom palmeirense, deveria levar mais a sério o fato de o Brasil ser o país do futebol. Ou um dia foi, pois o 7×1 nos enfiado pela Alemanha ainda intoxica as vísceras de muita gente. Mas, independentemente dos fracassos eventuais, é inegável que corre em nossas veias a tradição e a malemolência do esporte que consagrou Pelé, Rivellino, Biro-Biro e outros ídolos. Então, por que não buscar exatamente nessa fonte de tantas alegrias as saídas para nosso futuro?

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Em vez de tentar inventar a roda, como a cada governo que entra, acho que o presidente tem uma enorme oportunidade de entrar para a História como o homem que trouxe o melhor dos gramados para a nossa democracia. Se pensarmos bem, a política pode aprender muito com o futebol , que nos últimos anos se modernizou mais do que qualquer sistema de governo. Por exemplo, poderíamos começar pela imediata instalação do VAR no STF.

Olha que maravilha. Erros de arbitragem na suprema corte, nunca mais. Minha proposta é a seguinte: os ministros tomariam lá suas decisões como sempre tomaram, com as inevitáveis polêmicas inerentes a qualquer juízo. No entanto, numa sala ao lado, uma equipe assistiria à sessão pela TV e, por vários ângulos, reveria as decisões que foram tomadas, uma a uma, inclusive podendo se valer de recursos eletrônicos, como a câmera por baixo da mesa. A qualquer eventual equívoco, eles parariam tudo.

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Num ponto eletrônico, o presidente do Supremo seria informado de uma possível infração e que a decisão precisaria de revisão. Ele caminharia até um monitor instalado ao lado de sua mesa. Pela regra, poderia inclusive usar sua toga para cobrir a tela, enquanto revê a votação e confabula com os árbitros de vídeo da sala ao lado. Em seguida, voltaria para sua poltrona para validar ou não a decisão colegiada. Muito mais moderno e democrático.

Outra coisa: implantação de um sistema de cartões amarelos e vermelhos no Congresso Nacional. Se já estivéssemos utilizando o meu projeto, o nobre deputado federal Alexandre Frota não teria sido expulso de seu partido, o PSL, pelas críticas que fez ao presidente. Antes, ele receberia um cartão amarelo como advertência, já que a falta não foi lá tão grave. Afinal, o ilustre deputado não entrou por trás, nem agrediu ninguém fora do lance. A jogada foi dura, mas convenhamos, não era para expulsão, ainda mais num primeiro mandato que está no início.

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Outra coisa: os políticos que apresentassem projetos importantes apareceriam nos gols da rodada do Fantástico. Um estímulo a mais. Claro que seria raro o caso de pedirem música, afinal, tem gente que passa décadas na carreira parlamentar sem dar um bola dentro, que dirá emplacar três numa única semana.

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Bandeirinhas? Fundamentais. Seriam convocados dois para cada ministério. Um à direita e outro à esquerda. A principal função desses auxiliares seria a marcação de impedimentos. Um ministro da Justiça que interferisse numa investigação, por exemplo, estaria claramente em posição irregular.

– Não pode ficar na banheira, ministro ­— alertaria o bandeira. Cartão amarelo para quem insistisse na catimba.

Para nós, da torcida, seria muito mais fácil compreender o que está acontecendo no campo — da política. Os ministros, aliás, passariam a ser chamados de técnicos — ou professores —, já que são eles que escalam os times e definem as táticas. Sem contar que a votação da Reforma da Previdência teria sido narrada pelo Galvão Bueno, com direito à musiquinha do Senna depois da aprovação.

Só um detalhe me preocupa — e muito: considerando que o presidente da República, nesse novo modelo de governo, seria o cartola responsável pelas contratações e pelo estádio, vai que Bolsonaro decida transformar a Amazônia num enorme gramadão? Aí, já viu. Vermelho certo para ele. Mas, pensando bem, o melhor seria mudar a cor do cartão para evitar reclamações.

Vamos adotar VAR nas decisões do STF, cartões amarelos e vermelhos no Congresso Nacional e bandeirinhas de ambos os lados do campo em cada Ministério. Meu único receio é com as interferências do chefe da cartolagem.

Fonte: IG Política
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