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Alunos vão recuperar calendário de ensino em dois ou três anos, diz secretário

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Governo de São Paulo anunciou hoje (24) o calendário de volta às aulas presenciais
Eduarda Esteves/iG

Governo de São Paulo anunciou hoje (24) o calendário de volta às aulas presenciais

O governo de São Paulo anunciou hoje o  plano de volta às aulas presenciais do ensino público e privado no estado.  O retorno será gradativo e através de um sistema híbrido, com aulas remotas e presenciais, adotando protocolos de distanciamento social e rodízio entre os alunos. A primeira fase está prevista para o dia 8 de setembro.

Questionado sobre o tempo de recuperação do calendário letivo, o Secretário de Educação Rossieli Soares afirmou que reposição deve levar de dois a três anos.

“O problema da aprendizagem será resolvido de dois a três anos. Nós temos um impacto muito grande. Estamos falando de algo que deverá ter um planejamento de recuperação que irá até o final de 2022. Para os estudantes finalistas, que não estarão com a gente por muito mais tempo, estamos dando a opção do quarto optativo”, informou.

O secretário também explicou a escolha da volta se dar ao mesmo tempo em todo o estado.

“Quando paramos a educação, se optou por parar para o Estado todo, e o retorno será junto, podemos ter alguma exceção se algum município regredir”, disse.

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Planalto pagou por vacina indiana valor 1.000% maior que preço ofertado

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Presidente Jair Bolsonaro e o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello
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Presidente Jair Bolsonaro e o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

As vacinas indianas, adquiridas pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido), foram pagas por um valor 1.000% maior do que o ofertado pelo próprio fabricante. As dados foram retirados de documentos do  Ministério das Relações Exteriores e as informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Em agosto do ano passado, telegramas sigilosos da embaixada brasileira em Nova Délhi informavam que o imunizante – produzido pela farmacêutica Bharat Biotech – custava 100 rúpias por dose, ou U$ 1,34. Meses depois, em dezembro de 2020, outro comunicado diplomático alegava que o imunizante indiano “custaria menos do que uma garrafa de água”.

A compra foi sacramentada em fevereiro deste ano e o Ministério da Saúde pagou U$ 15 – ou R$ 80,70 – por unidade de vacina. A mais cara de todas as seis vacinas adquiridas até o momento pelo governo brasileiro.


Todo o período de negociação durou três meses. O presidente Jair Bolsonaro emitiu uma ordem direta para a aquisição das vacinas indianas. Em comparação, as negociações com a Pfizer levaram mais de dez meses e o preço não se alterou – um custo de U$ 10 por dose do imunizante.

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Marco Aurélio defende Bolsonaro e diz que “não avançaremos se tivermos tumultos”

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 Ministro do Supremo Tribunal Federal concedeu entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura
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Ministro do Supremo Tribunal Federal concedeu entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, participou do programa Roda Viva, na última segunda-feira (21), e defendeu o mandato do presidente Jair Bolsonaro . Segundo o decano, “os brasileiros escolheram esse presidente” e é preciso “apoiá-lo no que houver de positivo”.

Entrevistado pela terceira vez no programa, o magistrado ressaltou que torce pelo andamento do governo federal. De acordo com Marco Aurélio, “não avançaremos se tivermos tumultos maiores, quer no campo criminal comum, quer no campo político. É aguardar, buscar apoiá-lo no que houver de positivo nos atos e aguardar o que nós teremos em 2022.”

O ministro da Suprema Corte, ainda, e mostrou contrário a possibilidade de afastamento ou de prisão de Jair Bolsonaro (sem partido), pois a repercussão internacional para o Brasil seria “péssima”.

Ao ser questionado sobre a economia brasileira, o decano considerou que a seu andamento “não está tão ruim, considerando a fase vivenciada”.

A pandemia do novo coronavírus – bem como a gestão do presidente no combate ao covid – se fez presente nas discussões. Marco Aurélio ressaltou que o ‘negacionismo’ de Bolsonaro causou uma “sinalização de insegurança” ao país. “Evidentemente quando o presidente negou a existência da pandemia, nós ficamos à reboque, inclusive quanto à aquisição de vacinas. O ideal seria realmente termos vacina para todos, indistintamente. Mas não é o que ocorre”.


Por fim, o decano defendeu a utilização das urnas eletrônicas como método do processo eleitoral, já que “ele [Bolsonaro] foi eleito considerado esse sistema. O que nós tínhamos anteriormente? Nós tínhamos cédulas. O manuseio da cédula para apuração dos votos, e a interferência passo a passo do homens. Quando há interferência do homem, principalmente em uma disputa eleitoral, é possível termos distorções. De lá para cá não tivemos uma única impugnação minimamente séria, procedente, quanto à fidelidade do voto depositado na urna eletrônica pelo eleitor”.

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