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Educação

Alunos do ensino médio têm até quarta para inscrição em Competição USP

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A Competição USP de Conhecimentos (CUCo) é um desafio criado exclusivamente para estudantes do ensino médio da rede pública do estado de São Paulo. A competição e todas as atividades e benefícios auxiliam os alunos a ingressarem nos cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP).

Para participar, o estudante pode se inscrever gratuitamente pelo site do Vem pra USP!, onde estão disponíveis o formulário on-line e todas as informações da competição, como calendário, data de prova e premiação para alunos, professores incentivadores e escolas. As inscrições seguem abertas até o próximo dia 18.

A quinta edição da CUCo será realizada em fase única, composta por uma prova on-line com 18 questões de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório. As questões abordam conteúdos de ciências humanas, ciências da natureza, matemática e língua portuguesa, de acordo com a série do estudante. A prova pode ser feita a partir das 8h do dia 23 de agosto até as 22h do dia 27 de agosto.

Além de testar conhecimentos, os jovens que participam da CUCo concorrem com outros estudantes de sua escola e os melhores de cada ano do ensino médio são premiados com certificado de participação e acesso à plataforma on-line com material complementar de estudo, entre outros benefícios. Os premiados do terceiro ano também ganham a isenção da taxa de inscrição do vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo exame para ingressar na USP.

A iniciativa, que integra o programa Vem pra USP!, é resultado de parceria entre a universidade, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e a Fuvest. O programa também conta com a colaboração de diretorias regionais de ensino, do Centro Paula Souza e de escolas vinculadas.

*Com informações da Agência Fapesp

Edição: Paula Laboissière

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Educação

Pagamento de bolsas de 60 mil estudantes de graduação está atrasado

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O pagamento dos auxílios dos Programas Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e de Residência Pedagógica está atrasado. Os programas são voltados à qualificação de futuros professores e atingem 60 mil estudantes de graduação em cursos de licenciatura, que recebem R$ 400 por mês.

Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), responsável pelo pagamento das bolsas, os recursos precisarão ser suplementados. “Os recursos necessários já foram disponibilizados pelo governo federal, mas o crédito precisou ser encaminhado via projeto de lei, já que não há mais permissão legal para a suplementação orçamentária por meio de ato do Executivo”, declarou a Capes à Agência Brasil, em nota.

Para isso que isso seja viabilizado é preciso que o Congresso Nacional aprove um novo projeto de lei pelo para garantir a suplementação orçamentária que viabilize o pagamento dos benefícios desses programas aos estudantes.

Conforme o órgão, o projeto de lei com a suplementação de recursos deverá ser debatido na Comissão Mista de Orçamento ainda nesta quarta-feira (27). Posteriormente, precisará ser apreciado e votado no Plenário do Congresso.

Edição: Valéria Aguiar

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Educação

Universidade tem que responder a perguntas da sociedade, diz ministro

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse hoje (27) que é importante as universidades manterem-se em sintonia com as necessidades da sociedade.

“A universidade tem que responder às perguntas que a sociedade está fazendo, se não ela fica irrelevante. Uma delas é essa questão do emprego e da demanda da mão de obra”, ressaltou Ribeiro, ao participar do 23º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular Brasileiro.

Segundo o ministro, por isso, as universidades federais que estão sendo planejadas deverão abrir cursos ligados às suas realidades. A criação desses campi ainda dependem, contudo, de diversos trâmites. destacou Ribeiro, “Das cinco universidades que o governo pretende criar – vai depender da economia e do Parlamento – três estão localizadas em estados do Norte e do Nordeste que só possuem uma universidade federal.”

Ribeiro disse que algumas dessas instituições deverão atender populações em áreas de difícil acesso. “Quando quero criar uma segunda universidade do Amazonas, eu quero criar uma universidade lá na tríplice fronteira do Brasil, no Alto Solimões, em Benjamin Constant, [em] que só se chega de avião ou de barco”, citou.

Apesar de enfatizar a importância dos currículos para o sucesso das novas instituições, o ministro lembrou que as universidades têm autonomia para decidir quais cursos serão abertos e o tamanho deles. “O que nós queremos é abrir novas vagas, sim, mas a universidade tem autonomia. O MEC [Ministério da Educação] não tem autorização sequer, nas universidades federais, de determinar a criação ou a supressão de nenhum curso”, ressaltou.

Desburocratização

Ribeiro disse que está trabalhando para desburocratizar os processos de regularização das instituições privadas. “O que eu tento fazer no MEC hoje é o seguinte: eu estou tentando olhar os senhores como pessoas que querem o melhor para a educação e são gente séria”, disse, afirmou, dirigindo-se a uma plateia de dirigentes de universidades.

Para o ministro, as regulamentações atuais são muito pesadas em relação às entidades privadas. Pela legislação atual, disse Ribeiro, o MEC olha para o mercado e para as instituições privadas e vê todos como pessoas que querem de alguma forma fraudar a legislação. “Então, fazem prova e contraprova”, enfatizou.

É justamente esse modelo que o ministro disse querer mudar. “É isso que a gente precisava eliminar dessa burocracia do MEC. Isso que eu estou tentando fazer. Caminha devagar, porque são leis, portarias, decretos e tudo mais”, acrescentou.

Edição: Nádia Franco

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