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Mato Grosso

Alunos de Escola de Guiratinga ganham 9 medalhas sendo 7 de ouro

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Três alunos da Escola Estadual 29 de Junho, localizada no município de Paranatinga, (a 373 quilômetros ao sul da Capital), voltaram da 13ª edição das Paralimpíadas Escolares com as mochilas recheadas de medalhas. Nos jogos, encerrados no último sábado (23.11) em São Paulo, a delegação mato-grossense contou com 17 alunos-atletas que disputaram as modalidades de atletismo, bocha, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas.

A estudante Amanda da Silva, 15 anos, tetracampeã desde o ano de 2016, foi vencedora nas categorias de arremesso de pelota, com medalhas de arremesso de disco e corrida de 60 metros.

Outro medalhista foi Kauã da Silva Oliveira, 15 anos, vencedor nas modalidades de corrida de 75 metros com medalha de bronze. Arremesso de 60 metros ganhou a prata  e medalha de ouro no arremesso de disco de 60 metros, batendo novo recorde.

O colega dele, João Antônio Angelin, 12 anos, também fez bonito, conquistando três medalhas de ouro – na corrida de 60 metros, arremesso de disco 60 metros e arremesso de pelota.

No retorno a Paranatinga, apesar de falarem pouco, os três demonstravam felizes“  Os três  representaram muito bem a nossa escola. Os três não trouxeram medalhas só para Paranatinga. Nossos alunos representaram Mato Grosso nas paralimpíadas”, comemora a diretora Maria de Fátima da Silva Lima.

“Os três são jóias raras da escola Eles são iluminados e servem de exemplos para os demais alunos, pois venceram muitos obstáculos”, completa a diretora.

A delegação de Paranatinga teve ainda os alunos Ana Beatriz, 17 anos, Marcos Vinicius, 17 anos, e Leonardo Matiazo ,16 anos, num total de sete atletas. Foram cinco no atletismo e dois no tênis de mesa. Além de Paranatinga, participaram das paralimpíadas estudantes de escolas regulares e de instituições para deficientes dos municípios de Alta Floresta, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sorriso.

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Sesp-MT abre credenciamento para recolhimento de materiais inservíveis

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio da Gerência de Patrimônio Mobiliário, divulgou o Edital de Chamamento Público para o credenciamento de associações ou cooperativas de catadores de materiais recicláveis, para recolher e destinar de forma adequada bens móveis inservíveis. A iniciativa vai abranger todas as instituições de segurança pública do estado.

A entrega da documentação das associações interessadas começou nesta terça feira (29.09) e seguirá até 28 de novembro de 2021, para a Gerência de Patrimônio Mobiliário, que fica na sede da Sesp, na Rua Júlio Domingos de Campos, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá. O atendimento será de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

A ação é sem fins lucrativos e tem como objetivo liberar espaços físicos dentro dos órgãos públicos. As associações e cooperativas de catadores que desejarem participar devem enviar a documentação exigida pelo edital em envelope lacrado, rubricado no fecho e identificado com o nome do interessado em suas partes externas, podendo encaminhar via correio ou outro meio similar de entrega.

Não será permitida a participação de um mesmo representante para mais de uma associação/cooperativa. Os documentos enviados via telex, telegrama, fac-símile (fax), e-mail, entre outros, serão desconsiderados.

As associações/cooperativas também devem ser formadas exclusivamente por pessoas físicas de baixa renda, serem reconhecidas pelo Poder Público como catadores de materiais recicláveis, e terem equipamentos compatíveis com as normas técnicas, ambientais e de saúde pública para a realização e destinação adequada da coleta, que envolve o processo de triagem, classificação, armazenamento e comercialização dos materiais recicláveis.

Após o processo de aprovação das documentações apresentadas, um sorteio será realizado pela Comissão Especial de Desfazimento, que definirá a ordem de classificação das associações ou cooperativas. A primeira entidade sorteada terá preferência na execução do serviço e as demais integrarão o cadastro reserva seguindo a ordem cronológica de credenciamento.

Execução do serviço

Depois da assinatura do Termo de compromisso, as associações terão o prazo de 15 dias para começar a execução do serviço, podendo ser realizado o recolhimento dos materiais mensalmente ou de acordo com a necessidade de cada órgão solicitante.

Os bens inservíveis e irrecuperáveis serão recolhidos nas cidades polos de Mato Grosso: Cuiabá, Rondonópolis, Cáceres, Tangará da Serra, Diamantino, Sorriso, Juara, Sinop, Juína, Alta Floresta, Vila Rica e Barra do Garças. 

Os veículos utilizados para o transporte dos materiais devem estar adequados, levando em consideração a capacidade de carga, o material a ser transportado e as normas de trânsito aplicáveis. O uso de maquinários e equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados é obrigatório durante o processo de coleta.

Materiais inservíveis

Serão considerados os materiais inservíveis e irrecuperáveis pela Comissão Especial de Desfazimento tudo aquilo que não possa ser reaproveitado devido à contaminação por agente patológico, radioatividade, infestação por insetos, natureza tóxica ou veneno. Ou ainda que apresente perda das características em razão da inviabilidade econômica de recuperação.

Esses materiais recolhidos serão destruídos para não oferecerem ameaças vitais às pessoas e riscos de prejuízos ecológicos. O termo de desfazimento desses conteúdos deverá conter no mínimo três assinaturas da Comissão Especial, sendo uma delas dos membros da Secretaria Adjunta de Administração Sistêmica (SAAS) da Sesp-MT.

Clique aqui para ter acesso ao edital, que também está disponível no site http://www.sesp.mt.gov.br/editais

(Sob supervisão da jornalista Nara Assis)

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Vazio sanitário do algodão começa nesta quarta-feira (01.10) em Mato Grosso

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O vazio sanitário do algodoeiro começa nesta quarta-feira (01.10) em Mato Grosso, conforme Instrução Normativa Conjunta SEDEC/INDEA nº 001/2016. Durante 60 dias fica proibida a existência de plantas vivas de algodão com risco fitossanitário no Estado, com o objetivo de prevenir a proliferação de pragas, em especial o bicudo-do-algodoeiro, principal doença que afeta a cultura.

Mato Grosso está dividido em duas grandes regiões: região I, que vai do Sul até o Vale do Araguaia e tem o período de vazio de 1º de outubro até 30 de novembro; e região II, Norte e Oeste, que tem o período de vazio sanitário de 15 de outubro até 14 de dezembro.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, mais uma vez o Estado conta com a parceria dos produtores rurais. “Sabemos da importância da cultura do algodão para Mato Grosso e também da responsabilidade de todos os agricultores neste período. Tenho certeza que faremos um ótimo trabalho em conjunto para que a próxima safra seja de mais sucesso”, afirma.

“É importante que os produtores realizem a destruição dos restos culturais do algodão e que mantenham suas lavouras livres de plantas de algodão com risco fitossanitário, estando sempre alerta às novas rebrotas, haja visto a característica perene das plantas de algodão, que são de difícil destruição”, alerta Ana Paula Vicenzi, coordenadora de Defesa Sanitária Vegetal do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT).

Durante o período de vazio sanitário a previsão é fiscalizar, pelo menos duas vezes, todas as propriedades produtoras de algodão do Estado. O descumprimento da medida fitossanitária pode acarretar aplicação de multa ao produtor rural, além do comprometimento da produção das propriedades na próxima safra.

Fonte: GOV MT

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