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Aluguel de barcos, iates e lanchas: o que precisa para passear em segurança

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Tudo sobre viagem e aluguel de barcos, iates e lanchas
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Tudo sobre viagem e aluguel de barcos, iates e lanchas


A pandemia da Covid-19 ainda não acabou, mas o turista não deixa de procurar opções para viajar e ter seus momentos de lazer e descanso. Por isso, as pessoas estão, cada vez mais, em busca de opções seguras e acessíveis para realizar suas viagens sem preocupação. Para quem gosta de praia, por exemplo, pode alugar um barco, iate ou lancha e aproveitar com a família e amigos. 

Como uma embarcação só permite um número limitado de pessoas por vez, pode ser uma opção para quem está planejando voltar a viajar. Além disso, alugar um barco inclui experiências incríveis se os viajantes apreciam o mar e as belezas marítimas. Segundo Filipe Granada, diretor da Gran Boats, empresa que possibilita a locação de barcos, o primeiro passo é escolher qual a sua embarcação de preferência. Eles são divididos por locais de embarque, capacidade (número de pessoas) e tamanho. 

Documentação

De acordo com Filipe, não é necessária a entrega de nenhuma documentação. A empresa também não fornece seguro, mas o locatário pode contratar um, se preferir. O processo de reserva do barco é simples, basta realizar o pagamento e escolher o dia ideal.

Até onde eu posso ir com o barco?

“Se a pessoa aluga um barco em determinada cidade, os limites estão restritos àquele local. Por exemplo, se o locatário alugar no Guarujá, litoral de São Paulo, pode viajar pela cidade. Agora, se escolher Ilhabela, a navegação é feita por essa região”, explica.

É obrigatório ter um marinheiro ou o locatário pode conduzir?

“Com certeza é obrigatório. Alugar um barco sem marinheiro é como comprar uma passagem aérea sem um piloto de avião. Quando a pessoa alugar um barco, automaticamente terá um marinheiro à disposição dela”, diz.

O cliente pode conduzir?

Não. Filipe especifica que apenas o marinheiro navega o barco. No Brasil, para pilotar uma embarcação, é necessário uma Carteira de Habilitação do Amador (CHA) emitida pela Marinha Brasileira. 

É possível navegar a qualquer hora do dia?

“Por uma questão de segurança, as viagens costumam ocorrer durante o dia, a partir das 8h até às 19h”, diz.

Alimentação e proibições

Filipe esclarece que não existem proibições ao alugar um barco. Sobre a alimentação, o locatário pode optar em levar a própria comida, se alimentar em um restaurante da região, ou contratar o serviço com a própria empresa.

Valores

Para alugar um barco, é preciso desembolsar, no mínimo, R$ 3 mil. O aluguel dessas embarcações podem chegar ao valor de R$ 40 mil. As formas de pagamento são feitas somente por transferência bancária.

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Fonte: IG Turismo

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Brasileiros embarcam para segunda volta ao mundo

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Anderson Dias em trajeto na Bolívia
Arquivo pessoal

Anderson Dias em trajeto na Bolívia

Seria possível dar a volta ao mundo duas vezes em uma mesma vida? Isso é o que pretendem realizar os amigos Anderson Dias e Lucas Costa. Conhecido como o primeiro brasileiro da história a conhecer todos os países do mundo , Anderson se prepara para a segunda aventura de um jeito diferente: mostrando todos os detalhes, em duas línguas, no canal Bold Souls, ao lado de Lucas, que também já deu uma volta completa em torno do planeta Terra.

Se na primeira volta de ambos o intuito do percurso foi conhecer diferentes lugares pela jornada, o atual objetivo é humanizar: contar novas histórias de novas pessoas. Para bater o recorde do Guiness Book, Anderson precisou de um planejamento objetivo. Na primeira experiência, passou poucos dias em cada país até concluir a jornada. Para o novo projeto, a proposta é diferente: “A gente vai fazer todos os países sem pressa. Só vamos sair dos lugares quando quisermos – um planejamento que pode durar até 10 anos”, conta.

O companheiro de viagem, Lucas, é formado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e completou a primeira volta ao mundo ainda em 2018, quando conheceu Anderson. Juntos, criaram o projeto que se inicia sem patrocínios.

“Todos os vídeos serão em inglês, com tradução para o português e veiculados no Youtube. Temos a pretensão de produzir documentários para plataformas de streaming, mas é um projeto futuro”, conta.

O encontro dos dois brasileiros aconteceu em Israel. “Tivemos experiências muito intensas, como ir à Palestina, onde participamos de jantares e festas em um região ocupada pelo exército de Israel e percebemos que, no meio de todo caos, ainda existia alegria e felicidade. Na cidade antiga de Jerusalém, vimos um passado conflituoso e quatro religiões que convivem super bem”, lembra Lucas.

Segundo o viajante, experiências como essa servem para tirar as pessoas da zona de conforto. “Esse tipo de experiência mostra que o mundo é um lugar muito diferente, com perspectivas totalmente distintas e que precisamos ir nos locais, conhecer as pessoas para ver isso. A gente planeja onde vai, mas nunca quem a gente vai conhecer, e são essas pessoas que fazem a diferença na nossa trajetória”, finaliza.

Cientes do cenário de pandemia do novo coronavírus, Anderson e Lucas concordam em relação ao que vão encontrar pela frente: “Ninguém ou nenhum lugar é mais o mesmo depois do que passamos”.

Fonte: IG Turismo

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Estação de esqui Portillo é um dos destinos prediletos para se divertir na neve

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Turistas se divertem em estação de esqui em Portillo, no Chile
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Turistas se divertem em estação de esqui em Portillo, no Chile

Por ser um país tropical, o Brasil não tem neve, o que deixa as pessoas ainda mais curiosas para conhecer a imensidão gelada na época mais fria do ano. Um dos locais prediletos dos turistas praticantes do esqui é a Estação de Portillo, que fica no Chile, a 3 mil metros acima do nível do mar, no meio dos picos nevados da Cordilheira dos Andes. Longe de qualquer cidade mais urbanizada, o viajante tem a oportunidade de curtir uma viagem sem estresses e aglomeração de pessoas.

Esta é a estação de esqui mais antiga da América Latina e comemorou 70 anos em 2019. Portillo também é considerado um dos melhores locais para praticar o esporte porque conta com uma infraestrutura completa para receber os turistas por um período de um dia, um fim de semana ou até por mais tempo. 

Ao todo, são 35 pistas para todos os níveis de esquiadores e snowboarders, 14 meios de elevação e uma ampla área fora de pista. Ali também há uma escola de esqui e snowboard, com todos os professores certificados, que estão habituados a receber alunos completamente inexperientes, sejam eles adultos ou crianças a partir de três anos. 

Portillo não possui uma loja para alugar as roupas mais quentinhas para aprender a esquiar, então é preciso levar para o local ou alugar em Santiago, caso o turista esteja partindo da capital chilena. 

Como chegar?

Para quem está saindo de São Paulo, por exemplo, em direção a Santiago, o preço da passagem (ida e volta) custa a partir de R$ 3,7 mil. Para chegar a Portillo, o turista terá de alugar um carro ou pegar um transfer, pois o único caminho possível é de carro. Ao todo, o motorista encontra pela frente 32 curvas e, por conta disso, esse trecho é conhecido como Caracoles. 

O que há para conhecer?

Bem perto dali também é possível conhecer a Laguna del Inca, um lago na região de Valparaíso, Chile, perto da fronteira com a Argentina. A estação está localizada no extremo sul do lago, perto da Rota 60 do Chile. O riacho que drena o lago é um afluente do rio Juncalillo, que deságua no rio Juncal. 

A porção de água gelada tem 4 km² de superfície e 370 m de profundidade. No inverno, as águas chegam a ficar congeladas e, no verão, o espaço é tomado por pescadores e pessoas passeando de caiaque.

Existe uma lenda local muito antiga que diz que uma princesa Inca morreu tragicamente há poucos dias do seu casamento, caindo de um penhasco, e foi enterrada na região onde se encontra o lago. Com essa tragédia, o noivo, o guerreiro Illi Yupanqui, chorou muito pela morte da amada e as lamentações dele podem ser ouvidas até hoje em determinadas noites.

Onde se hospedar?

Portillo possui um hotel com 123 quartos, todos com vista para a Laguna del Inca ou para o vale onde fica o resort. A temporada de inverno 2021 começa em breve, com descontos promocionais de quase 30% de desconto para hospedagens nas temporadas 2021, 2022 e 2023 de neve.

Cada voucher de US$ 500 equivale a US$ 700, e cada hóspede pode comprar até cinco, o que significa uma economia de até US$ 1.000, o equivalente a pouco mais de R$ 5 mil. Já os vouchers de US$ 1.000 representam um crédito de US$ 1.400, e podem ser adquiridos até três por pessoa – uma economia de até US$ 1.200.

A utilização pode ser até 23 de setembro de 2023, em qualquer uma das fases das temporadas (baixa, média e alta), e vale exclusivamente para desconto no valor total da hospedagem. 

Se o lema é economizar, o turista pode ir para a cidade de Las Cuervas, do outro lado da fronteira, já na Argentina, e dormir no Portezuelo del Viento – Hostel de Montaña, que tem preços mais acessíveis. Uma diária no local em dormitório compartilhado custa, em média, R$ 50. A Pousada Hospedaje Leñas del Tolosa, na mesma cidade argentina, tem quartos duplos com diárias a partir de R$ 152.

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Fonte: IG Turismo

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